A polêmica do grito de Roberto Carlos - "Cala boca, porra!"

O show transcorria normalmente e Roberto Carlos com o coração na voz a mostrar como é o seu grito de amor e de fé

Se faço alguma coisa sempre alguém vem me dizer. Isso ou aquilo não se deve fazer


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O caso aconteceu durante o show do Roberto Carlos, realizado no dia 13/7, no Rio de Janeiro.

Vou fazer um pequeno relato do fato, usando algumas expressões das canções do Roberto Carlos.

Os pensamentos poluídos pela falta de amor muitas vezes estão presente em pessoas que agem inconvenientemente em eventos públicos e privados. Se duvidar podem até ficar nu pra chamar sua atenção. Eles estão surdos, por mais que se peça para parar de perturbar.

O show transcorria normalmente e Roberto Carlos com o coração na voz a mostrar como é o seu grito de amor e de fé. Ainda faltavam algumas canções para o final, quando as pessoas começaram a se aproximar do palco. Nos shows do Roberto Carlos nós sabemos que somos uma multidão de iguais. Semelhantes sonhos, ilusões. Direções diversas na conquista. Sentindo-se incomodado com a situação Roberto falou: Olha aqui, presta atenção. Essa é a nossa canção. Vou cantá-la seja onde for...

O furdúncio próximo ao palco continuava. Foi aí que Roberto ouviu uma pessoa dizendo coisas num grito. Os gritos falaram de outros valores, que desconcentrava o artista, durante o seu canto. Na hora da raiva eu rasguei o verbo e falei de tudo aquilo que sentia.

Roberto deve ter pensado. Vivo condenado a fazer o que não quero. Então bem comportado às vezes eu me desespero. Se faço alguma coisa sempre alguém vem me dizer. Isso ou aquilo não se deve fazer. Qual mente que vai aos pés do infinito, gritando, gritando, sou esse girto. Como tudo que Roberto faz ou deixa de fazer vai parar na mídia escrita e falada, o “Cala boca, porra!” foi pauta em todos os noticiários.

Em resposta a toda essa repercussão da sua fala Roberto Carlos devia dizer: “Te acostumei de um jeito tão bonito, que você não suporta quando eu grito”.

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*Carlos Marley, nasceu na cidade de Fortaleza, capital do estado do Ceará – Brasil, onde reside. Formado em Ciências Contábeis, pela Universidade Federal do Ceará, com especialização em Auditoria. Auditor Fiscal aposentado da Secretaria da Fazenda do Estado do Ceará. Leia Mais sobre o autor...

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1 Comentários
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  1. É impressionante o que se diz nas redes sociais acerca do assunto, designadamente os que se acham puros e com paciência de ferro para aturar tudo e todos com bom senso, pelo menos da boca para fora, que o que é preciso é mandar uns bitaites para mostrarem ao mundo a sua douta opinião, não acerca do prevaricador, mas sim de quem foi vítima.
    Há 2 ou 3 horas li num site brasileiro, do qual não faço aqui referência para não lhe fazer publicidade, um texto em que um conhecido jornalista no meio robertocarlistico justificou a atitude de Roberto Carlos devido a factores psicológixoa, enumerando-os.
    Como em todas as situações aparecem sempre os oportunistas e trapaceiros comentando de cátedra como se fossem especialista na matéria. Não resisti a tanta bobagem e comentei, assim como respondi ao comentário de um palermóide que criticava RC e apoiava o candidato a psicólogo, que, coitado, mesmo depois de ter sido levado a tribunal por causa da biografia, ainda foi àquele site justificar a atitude do Roberto. "Justificar a atitude do Roberto". eheheheh Nunca me enganaste!!!
    O meu comentário ao artigo, bem como a minha resposta ao comentário do tal palermóide, ficou pendente para aprovação.

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