A emoção transforma sons em memórias que ficam muito depois do silêncio
"Quando as palavras falham, a música lembra-nos porquê" Vímara Porto
Por: Armindo Guimarães
A música tem esse poder pouco civilizado de passar à frente da razão e ir directa ao coração. Não pede licença, não explica nada, simplesmente acontece. Uma melodia certa no momento errado pode comover; no momento certo, desmonta-nos por completo. É química pura, mas parece magia — e ninguém se importa de não perceber como funciona.
Cada nota carrega emoções que as palavras nunca conseguiram domesticar. A música consola quando falta discurso, celebra quando sobra vida e acompanha-nos mesmo quando fingimos que não estamos a ouvir. É uma espécie de memória emocional portátil: basta carregar no play para voltarmos a ser quem fomos — ou quem ainda queremos ser.
No fundo, a música não resolve problemas. Mas ajuda a senti-los melhor. E às vezes, isso chega.
A emoção transforma sons em memórias que ficam muito depois do silêncio
Vímara Porto
Por: Armindo Guimarães
Cada nota carrega emoções que as palavras nunca conseguiram domesticar. A música consola quando falta discurso, celebra quando sobra vida e acompanha-nos mesmo quando fingimos que não estamos a ouvir. É uma espécie de memória emocional portátil: basta carregar no play para voltarmos a ser quem fomos — ou quem ainda queremos ser.
No fundo, a música não resolve problemas. Mas ajuda a senti-los melhor. E às vezes, isso chega.
Instantâneos de Rua de A a Z
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