ROBERTOLOGIA EM DESTAQUE

5/15/2011

Dunga ou Zunga? Prefiro o Zunga





Por: Carlos Alberto Alves
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Dunga uma passagem efémera, não chegou ao trono com a selecção do Brasil. Mas tiro o D e coloco o Z. Este sim, o Zunga, está no trono há muito tempo, corolário de 50 anos de brilhante carreira. Com ele, muitos detalhes e muitas emoções.

 
Dunga – Pouco simpático com a Comunicação Social.
Zunga – Ao invés, sempre sorridente e com espírito reconhecedor do quanto é estimado por todos.
Dunga - Carrancudo no banco de reservas, como, aliás, sempre acontecia nas colectivas.
Zunga – Nas colectivas tornou-se numa figura engraçada, irónico q.b., mas essa ironia sempre foi bem interpretada por todos.
Dunga – Quando não gostava de um jogador, a porta estava fechada. Que o diga o Ronaldinho.
Zunga - Com todos os seus detalhes, não adiantava nem esquecer todos aqueles que o veneram.
Dunga – Tinha mesmo estofo de treinador para a selecção canarinha?
Zunga – É treinador de si próprio, mas tem um grande adjunto, chamado Eduardo Lages.
Dunga – Sempre arranjava argumentos nada convincentes para as derrotas e exibições pouco conseguidas.
Zunga - Os seus jogos, entenda-se por shows, nunca roçaram o insucesso. Entra em campo, entenda-se por palco, com autênticas cavalgadas para o sucesso. Cavalgando por noites e noites e em que nunca faltou o carinho dos seus fãs e admiradores. O mais recente, no Maracanã, com a presença de cerca de 400 mil espectadores.
Dunga – Teve mesmo que abandonar o barco (CBF). Não dava mais para ele, após o desaire na África do Sul.
Zunga - Na estrada de Santos também pode ser conhecido, mas só a velocidade anda junto dele. Anda sozinho e o tempo é cada vez menor.
Santos? Será que o Dunga teria capacidade para ser treinador do Santos? Não conseguia entrar nas curvas.
Dunga – Esteve apontado para um conhecido clube europeu, mas não passou daí. A opção desse clube acabou por ser bem diferente. Dunga não era o “mister” que garantisse o almejado sucesso.
Zunga - Porque nas fronteiras da Europa não existem cachorros, o Zunga pode entrar e sair quando quiser. Quando ele entra, tudo são emoções, mas, quando regressa, muita gente se despede com os olhos banhados de lágrimas. E quando volta, pára em frente do portão e seu cachorro sorrindo, latindo de alegria.
Dunga - Será que o Dunga tem um cachorro que lhe sorria de alegria? Pode ser. Uma bola, essa, não se sentiria tão feliz com a sua presença.
Zunga - Ela está pra chegar. Não se podem tapar os ouvidos. Não adianta tentar esconder. Ela está pra chegar. Olhe para pensar, olhe muito bem, porque esse dia já vem. Pare, pense, porque esse dia já vem.
Dunga – Esse novo dia penso que jamais chegará. Culpa de quem? Da África do Sul?
PS – Zunga, como se sabe, é o acunha de infância de Roberto Carlos.

1 comentário:

  1. Olá Carlos Alberto!

    Bravo!!!!!!!!!!!!!!!!!
    Adorei as comparações e o nosso Zunguinha, com o Engomadinho, ganham longe!
    Ninguém se atreve a competir...

    Parabéns!

    Um abraço,
    Carmen Augusta

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