ROBERTOLOGIA EM DESTAQUE

12/02/2010

Quando orei por Maria Rita






Por: Carlos Alberto Alves
Email: jornalistaalves@hotmail.com
Estou a 96 horas de viajar para Portugal para um matar de saudades na mais bela ilha dos Açores, a Terceira de Jesus Cristo. Óbvio que, conforme fiz referência num artigo anterior, não era minha intenção alinhavar mais qualquer escrito, mas (há sempre um mas...), aproveitando uma pausa após ter preparado as malas de viagem, cogitei comigo próprio: e porque não mais um artigo para o Splish Splash? Tinha algumas opções para me debruçar sobre a actividade do king, porém entendi, por via de um esforço mental (que sempre gosto, convém sublinhar), tentar recuperar algumas frases do conteúdo relativo ao artigo que, no ano de 2000 (por aí...), escrevi sobre Roberto Carlos, mais concretamente numa interligação de factos com a sua grande paixão, Maria Rita. Aquele verdadeiro amor que Roberto Carlos conheceu e que a ele se dedicou com todo o coração e aquilatável ternura. São dados que ficaram dessa relação entre duas pessoas que se amavam com todo o respeito. Digamos uma relação paradigmática para muitos outros casais.

Nessa altura, eu tinha uma regular passagem pelo site “coroas” da Dalnet, site esse que me colocou em contacto com várias pessoas do Brasil, as quais passavam algumas informações por mim consideradas relevantes. E quando a determinado momento elucidei os amigos e conhecidos que era um incondicional fã de Roberto Carlos (desde muito novo, reforço), recebi em catadupa muitas informações sobre o king, mormente os momentos difíceis porque passava com a doença de Maria Rita.

Lembro-me que, no escrito em causa, transmiti a minha esperança de que Maria Rita iria debelar o precário estado de saúde em que se encontrava. E mais: tenho bem presente de que deixei a promessa de orar diariamente a Nossa Senhora de Fátima, minha madrinha do baptismo, para que operasse um milagre, o que não foi possível. Contudo, ainda me recordo de, na ponta final do artigo em questão, ter pedido a Nossa Senhora de Fátima que não deixasse Maria Rita passar por um ainda mais prolongado sofrimento. Depois, ao manter-me informado sobre o desenvolvimento da doença, voltei a pedir à Virgem por Maria Rita e, sobretudo, para que Roberto Carlos encarasse a realidade com aquele sentido do dever cumprido, porque, na verdade, o king tudo fez para que Maria Rita sobrevivesse. E quando a sua morte foi anunciada, virei-me para Nossa Senhora com esta mensagem: coloca Maria Rita junto de todos aqueles que sempre trilharam o caminho do BEM. E disso o king ficará orgulhoso. E mais ao finalizar: king seu coração está em paz por ter descoberto um verdadeiro amor, sentimento desconhecido por muitos e muitos homens.


NOTA FINAL – Como prometi, trouxe à estampa a verdadeira essência desse artigo que escrevi na altura sobre Maria Rita. A minha mente foi iluminada para fazê-lo. Obrigado, Nossa Senhora de Fátima.
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NOTA DO ADMINISTRADOR DO SPLISH SPLASH:

Desde que Carlos Alberto Alves começou a colaborar com o Portal Splish Splash em 12-07-2010 com o artigo “Lady Laura a paixão de Roberto Carlos”, já lá vão mais 11 escritos seus publicados num espaço de 4 meses. É obra! Na verdade, cada artigo seu é uma obra, independentemente de ser ou não sobre o seu/nosso king. Por uma questão de princípio evito comentar artigos da casa, mas é claro que há situações que nos obrigam a fugir à regra como acontece no caso presente em que após receber por e-mail mais esta obra literária do Carlos Alberto, não fui capaz de a publicar sem escrever estas letras para expressar a emoção que me vai na alma. E não digo mais nada porque diante do que escreveu o Carlos Alberto Alves além de me faltarem as palavras falta-me também o estilo e a classe que lhe são peculiares. Obrigado amigo Carlos Alberto por seres um dos nossos e por estares connosco! PARA SEMPRE.
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Roberto Carlos - Acróstico

2 comentários:

  1. Lindo!!! Esse amor se eternizou, ele era de Maria, uma história tão bonita, sentimento tão sublime, adorei.

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  2. Olá Carlos Alberto!

    Diante de tão lindo e emocionante texto, difícil dizer alguma coisa.

    Só digo, obrigada.


    Beijos,
    Carmen Augusta

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