Filmes TV Brasil de 2 a 10 de setembro.


“Um caipira em Bariloche”

Sábado, 2 de setembro, às 16h

Fazendeiro ingênuo, Polidoro cai na conversa do genro e vende suas terras para um vigarista que engana a todos, inclusive sua própria esposa, uma argentina honesta e desiludida com o amor.


Vítimas da armação, os dois vão parar em Bariloche. Mas, em meio a neve, confusões e gargalhadas, o caipira começa a juntar os fatos e retorna para desmascarar os vilões.


O longa “Um caipira em Bariloche” foi uma das maiores bilheterias de toda a carreira do saudoso humorista Amácio Mazzaropi.

100 min. Ano de estreia: 1973. Gênero: comédia. Direção: Pio Zamuner e Amácio Mazzaropi, com Amácio Mazzaropi, Geny Prado, Beatriz Bonnet, Ivan Mesquista, Carlos Valone. Classificação Indicativa: Livre


“Zé do Periquito”

Sábado, 2 de setembro, às 23h30



Em “Zé do Periquito”, Mazzaropi interpreta Genó, um tímido e pobre jardineiro que se encanta por uma das alunas do colégio onde trabalha. A jovem Carmem é filha de um empresário bem-sucedido, mas que passa por dificuldades financeiras.


Para conquistar a moça, Genó deixa o emprego de jardineiro e vai para outra cidade, onde trabalha com seu realejo. O realejo fica famoso e Genó consegue uma pequena fortuna em pouco tempo.


As filmagens foram realizadas nos Estúdios da Vera Cruz, com locações em Santos. O longa conta com números musicais de Mazzaropi, Agnaldo Rayol, Hebe Camargo, Cely Campello, Tony Campello, George Freedman, Paulo Molin e Carlão.

Reprise. 100 min. Classificação indicativa: Livre.


“Estamira”

Segunda-feira, 04 de setembro, às 23h.



Premiado documentário “Estamira” mostra de perto a precariedade da saúde pública e as condições de trabalho sub-humanas a que estão submetidos os trabalhadores dos “lixões”.

Aos 63 anos e com problemas mentais, Estamira trabalha no Aterro Sanitário de Jardim Gramacho, local que recebia os resíduos produzidos na cidade do Rio de Janeiro. Com um discurso eloquente, ela levanta questões de interesse global, como o destino do lixo produzido pelos habitantes de uma metrópole e os subterfúgios que a mente humana encontra para superar uma realidade insuportável.

O premiado documentário Estamira, dirigido por Marcos Prado, conta a história da mulher que, por mais de 20 anos, sobreviveu em um lixão do Rio de Janeiro. Ela morreu por falta de atendimento médico imediato para tratar uma infecção no braço.

O fotógrafo carioca Marcos Prado se dedicava havia seis anos a documentar, em fotos, o cotidiano do lixão do Jardim Gramacho, em Duque de Caxias (RJ). Nesse período, ele conheceu a pessoa que seria a protagonista de seu longa de estreia como diretor.

O filme traça um perfil dessa interessante mulher, colocando em pauta assuntos como a saúde pública, a vida nos aterros cariocas e a miséria brasileira.

Estamira é acompanhada desde o início de seu dia, quando sai de casa, em Campo Grande, ainda de madrugada, em um longo trajeto. Primeiro de ônibus, depois a pé, em direção ao lixão, um gigantesco complexo onde são depositadas 9 mil toneladas de lixo por dia.

Chegando ao lixão, ela se junta a um grupo que inclui velhos, mulheres e crianças, que procuram obter objetos e alimentos em estado razoável no meio do lixo, disputando o espaço com urubus.

O documentário correu o mundo, obtendo 25 prêmios em festivais nacionais, como a Mostra Internacional de São Paulo e o Festival do Rio, e internacionais, como os festivais de Marselha, Karlovy Vary (República Tcheca), Havana, Viena, Londres e Miami.

Reprise. 127 min. Ano: 2004. Gênero: documentário. Direção: Marcos Prado. Classificação: Não recomendado para menores de 10 anos.


“Meu Brasil”

Quarta-feira, 6 de setembro, às 23h.


Dirigido por Daniela Broitman, o documentário “Meu Brasil” narra a história de líderes comunitários e as dificuldades enfrentadas para se chegar ao Fórum Social Mundial de 2005. Questões sobre cidadania e consciência social são comentadas em meio à narrativa da trajetória dessas pessoas.

Gaúcha vai do Rio Grande do Sul rumo ao Rio de Janeiro em busca do sonho de ser cantora. Trabalhando como cozinheira para a família de Irineu Marinho, ela começa a se politizar.


O carismático instrutor de mergulho Carlos, depois de sofrer uma grande desilusão amorosa, tenta reerguer sua autoestima promovendo ecologia e cidadania nas favelas.


A corajosa travesti Juliana luta pela implementação do “terceiro banheiro” na pequena cidade de Três Rios (RJ).

Em busca de seus ideais, os três embarcam para Porto Alegre com outros 30 líderes comunitários em uma surpreendente jornada ao Fórum Social Mundial, maior evento global sobre temas relacionados à justiça social.

O filme recebeu o Prêmio Júri Popular de Melhor Documentário no Cinesul – Festival Ibero-americano de Cinema e Vídeo. A produção foi selecionada para o Encounters South African Internationtal Documentary Festival e para o Festival de Criatividade de Florença.

Reprise. 70 min. Ano: 2007. Gênero: documentário. Direção: Maria Clara Escobar, com Leonardo Boff, Frei Betto, Ignácio Ramonet, Eduardo Galeano, José Saramago, Gilberto Gil. Classificação Indicativa: Livre.


“La Mujer Sin Piano”

Sexta-feira, 8 de setembro, à 0h30.



“La mujer sin piano” é o retrato doméstico, laboral e sexual de uma dona de casa ao longo de 24 horas. Entrando na menopausa, ela não cultiva amizades e relações sociais. Mas quando a noite chega, ela sai de casa.

Andando por Madrid, conhece Radek, um jovem polaco procurado pela polícia que resolveu ir à Espanha para um acerto de contas.


Radek está no ponto de ônibus, Radek está no café, Radek está no quarto de um hotel. E seu marido a espera em casa...


Inédito. 95 min. Ano: 2009. País: Espanha. Idioma original: espanhol. Gênero: drama. Direção: Javier Rebollo. Não recomendado para menores de 7 anos.


“Jeca e seu filho preto”

Sábado, 9 de setembro, às 16h.


Em “Jeca e seu filho preto”, o saudoso humorista Amácio Mazzaropi interpreta Zé, o pai de um rapaz (misteriosamente) negro.

O fato nunca pareceu o atormentar, mas os outros se incomodam quando seu filho se enamora de uma moça branca, filha de um rico fazendeiro.


Em plenos anos 1970, Amácio Mazzaropi, com seu jeito simples, falou às multidões sobre assuntos importantes como o preconceito racial.


Reprise. 104 min. Ano de estreia: 1978. Gênero: comédia. Direção: Pio Zamuner. Codireção: Berilo Faccio, com Amácio Mazzaropi, Mazzaropi, Geny Prado, Yara Lins, Elizabeth Hartman, Denise Assunção. Classificação Indicativa: Livre.


"O Lamparina”

Sábado, 9 de setembro, às 23h30.



Em "O Lamparina", Amácio Mazzaropi interpreta Bernardino Jabá, pacato homem do campo que acaba se disfarçando de cangaceiro para não se defrontar com o bando de Zé Candieiro.

Incrementando a farsa, ele faz com que sua família inteira finja ser parte de seu bando. E todos vão parar no acampamento dos verdadeiros cangaceiros, onde o “destemido” Lamparina vai ter que mostrar que é um cabra valente de verdade.


Com figurinos marcantes e direção de Glauco Mirko Laurelli, o longa tem no elenco, além de Mazzaropi, Geny Prado e Emiliano Queiroz.

Ano: 1964. Gênero: comédia. Duração: 91 min. Direção: Glauco Mirko Laurelli, com Amácio Mazzaropi, Geny Prado, Manoel Vieira, Astrogildo Filho, Zilda Cardoso, Ana Maria Guimarães, Emiliano Queiroz, Carlos Garcia, Francisco de Souza, Rosemary Wong, Carla Diniz, Rafael Gallardo Tina, Agostinho Toledo, João Batista de Souza, David Cardoso, Francisco di Franco. Classificação Indicativa: Livre.


Alba Maria Fraga Bittencourt

Sobre a autora

Alba Bittencourt - Doutorada em Robertologia Aplica e Ciências Afins. Redatora do Portal Splish Splash e Administradora/Redatora do site oficial da Confraria Cultural Brasil-Portugal. Leia Mais sobre a autora...

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