Publicada por
Armindo Guimarães
Após novo aumento dos furtos, Dedo Mindinho propõe uma solução inédita
O problema não é o carteirismo. É a falta de profissionalismo
"Há quem roube carteiras. E há quem roube a reputação dos carteiristas."
Vímara Porto
Vímara Porto
Por: Armindo Guimarães
Há precisamente 5 anos, o Portal Splish Splash publicou 2 artigos sobre os carteiristas — um sobre a criação da Light Hands Force por carteiristas portugueses e galegos e outro entrevistando o conceituado carteirista portuense Dedo Mindinho que revelou para os nossos estimados leitores algumas técnicas da arte.
Acontece que no passado dia 21 de julho de 2026, a televisão portuguesa RTP, noticiou que aumentaram os furtos por carteiristas nas principais cidades do país e que houve uma subida de 15% nos primeiros 6 meses do ano. O vídeo com a notícia completa pode ser visto aqui.
Entretanto, mais do que a subida de 15% nos primeiros seis meses do ano, em Lisboa, Porto e cidades algarvias, que nos pode dar uma ideia do aumento da percentagem dos próximos meses de julho e agosto, mais concorridos turisticamente, foi a menção de que a maioria dos carteiristas são originários da Europa de Leste, justamente o que há 5 anos me tinha revelado o Dedo Mindinho, lamentando, na altura, a falta de preparação e de deontologia de tais carteiristas que deixavam ficar mal os profissionais portugueses, dando até alguns exemplos que, ao que parece, ainda se mantêm.
Além disso, ficou-nos a sensação de que o facto de em Portugal os carteiristas da Europa de Leste estarem em maioria, significava que os portugueses e até os galegos estavam a diminuir na arte, o que, se por um lado era bom, pois quantos menos melhor, por outro lado, uma coisa é sermos roubados pelos da casa e outra é quando os de fora os substituem.
Mas será mesmo assim? Nada melhor do que o mestre Dedo Mindinho para tirar tudo a limpo.
Acontece que no passado dia 21 de julho de 2026, a televisão portuguesa RTP, noticiou que aumentaram os furtos por carteiristas nas principais cidades do país e que houve uma subida de 15% nos primeiros 6 meses do ano. O vídeo com a notícia completa pode ser visto aqui.
Entretanto, mais do que a subida de 15% nos primeiros seis meses do ano, em Lisboa, Porto e cidades algarvias, que nos pode dar uma ideia do aumento da percentagem dos próximos meses de julho e agosto, mais concorridos turisticamente, foi a menção de que a maioria dos carteiristas são originários da Europa de Leste, justamente o que há 5 anos me tinha revelado o Dedo Mindinho, lamentando, na altura, a falta de preparação e de deontologia de tais carteiristas que deixavam ficar mal os profissionais portugueses, dando até alguns exemplos que, ao que parece, ainda se mantêm.
Além disso, ficou-nos a sensação de que o facto de em Portugal os carteiristas da Europa de Leste estarem em maioria, significava que os portugueses e até os galegos estavam a diminuir na arte, o que, se por um lado era bom, pois quantos menos melhor, por outro lado, uma coisa é sermos roubados pelos da casa e outra é quando os de fora os substituem.
Mas será mesmo assim? Nada melhor do que o mestre Dedo Mindinho para tirar tudo a limpo.
Como habitualmente, as respostas de Dedo Mindinho são aqui reproduzidas tal qual fala, ou seja, à moda do Porto, ou do Norte de Portugal, trocando os vês pelos bês e os ão pelo am, om ou um, também com alguma influência da língua galega, região onde não raras vezes exerce a profissão.
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"O humor não nasce apenas do disparate em si,
mas da seriedade com que o disparate é apresentado."
Vímara Porto
Armindo Guimarães — Olá, Dedo Mindinho! Tudo bem? Já não nos falamos há cerca de 5 anos.
Dedo Mindinho — Olá, Armindo, nem estou em mim! Há algum problema? Num me diga que lhe roubaram a carteira, carago?!
Armindo Guimarães — Antes de prosseguir, diga-me: ainda está no ativo ou já se reformou da arte?
Dedo Mindinho — Reformado? Eu? Isso era como pedir a um pescador para se reformar do mar. A gente pode largar a carteira, mas a carteira nunca larga a gente, carago!
Armindo Guimarães — Você viu o noticiário de hoje na RTP sobre os carteiristas em Portugal?
Dedo Mindinho — Claro que bi e até já conboquei uma reuniom do Light Hands Force a fim de tomarmos uma posiçom junto do Goberno. É mais um escândalo nacional que urge tomar medidas.
Armindo Guimarães — Mas nesta altura do ano é normal o crescendo da atividade carteirista em zonas de risco — ruas movimentadas, zonas turísticas de Lisboa, Porto e do Algarve, comboios, metros à hora de ponta e espectáculos ao ar livre. Se o Governo tomar medidas para acabar ou pelo menos minimizar tal flagelo, vai ser bom para o povo e turistas, mas muito mau para os carteiristas. Certo?
Dedo Mindinho — Mas num me referia a esse género de medidas drásticas. Afinal, todos precisam de trabalhar. Eu queria referir-me a medidas tendentes a acabar com o carteirismo ilegal.
Armindo Guimarães — Carteirismo ilegal?!
Dedo Mindinho — Sim, carago! Temos bons exemplos de rebersom de proibições históricas que demonstram como as leis se adaptam às mudanças sociais, à ciência e à economia. A Lei Seca nos Estados Unidos, o banimento do absinto na Europa e a proibiçom da Coca-Cola em Portugal são alguns dos exemplos mais emblemáticos de restrições famosas que acabaram por ser anuladas.
Armindo Guimarães — E com isso, você quer dizer que o carteirismo devia ser um acto natural?
Dedo Mindinho — Nam, propriamente. Não é necessário algo ser natural para poder ser legalizado. Por exemplo, o acto de fumar nam é natural e há até aquela frase que diz: "Se Deus quisesse que o Homem fumasse, tinha-o criado com uma chaminé na cabeça", no entanto, fumar nunca foi proibido e só há relatibamente poucos anos é que foi interdito em determinados espaços públicos, sendo que, pese embora os abisos nos maços de tabaco que combinam texto e imagens chocantes sobre os malefícios do fumo, a Tabaqueira Portuguesa está aí para durar.
Armindo Guimarães — Confesso que nem estou em mim, com os seus argumentos, mas há em todos eles qualquer coisa que não bate certo. Pondo a hipótese da legalização do carteirismo, significa que seria pior a emenda do que o soneto, ou seja, a mudança seria para pior já que os polícias deixavam de poder atuar e as vitimas de apresentar queixa de um roubo considerado legal.
Dedo Mindinho — Bamos ponderar um pouco: Legalizado ou nam, o carteirismo existirá sempre de qualquer forma. Certo?
Armindo Guimarães — Certo.
Dedo Mindinho — Recordo que esta nossa conbersa tem como consequência a notícia que ontem passou no noticiário da RTP, que, em resumo, deu conta que hoube um aumento de 15% de roubos de janeiro a junho deste ano e que a maioria deles foram praticados por carteiristas da Europa de Leste que nesta altura do campeonato biajam até Portugal e outros países como Espanha, Itália e França. Certo?
Armindo Guimarães — Certo.
Dedo Mindinho — E que um significatibo número dos roubos eram telemóbeis que em alguns casos a polícia conseguia recuperar atrabés da geolocalizaçom. Certo?
Armindo Guimarães — Certo.
Dedo Mindinho — Entom, podemos concluir que o problema bem do Leste. Certo?
Armindo Guimarães — Mas você não acha perigoso estar a generalizar?
Dedo Mindinho — Claro que acho. Generalizações som perigosas. Há carteiristas excelentes no Leste e há maus profissionais em todo o lado. O problema é que os bons passam despercebidos e os maus passam nos telejornais.
Armindo Guimarães — E o que distingue um bom de um mau carteirista?
Dedo Mindinho — O bom profissional preocupa-se com a experiência do cliente.
Armindo Guimarães — Cliente?!
Dedo Mindinho — Sim. Se o cidadom nem se aperceber do furto no momento, é sinal de que o trabalho foi tecnicamente bem executado. Já aqueles que empurram, assustam, correm ou deixam a bítima em pânico estom a descredibilizar toda uma classe.
Armindo Guimarães — Nunca pensei ouvir um carteirista falar em controlo de qualidade.
Dedo Mindinho — Hoje em dia tudo tem controlo de qualidade. Porque haberíamos nós de ficar atrás?
Armindo Guimarães — E existe inovação tecnológica no sector?
Dedo Mindinho — Claro que existe. Antigamente bastaba uma carteira. Agora as pessoas andam com cartões contactless, telemóbeis com reconhecimento facial, relógios inteligentes e até localizadores GPS. O carteirismo moderno exige atualizaçom permanente.
Armindo Guimarães — Está-me a dizer que há formação contínua?
Dedo Mindinho — Ou deberia haber. É precisamente essa a nossa luta.
Armindo Guimarães — Agora, percebo quando você diz que o problema vem do Leste, algo em que, confesso, nunca tinha pensado.
Dedo Mindinho — Normal que num tenha pensado, tal como os nossos gobernantes também nunca pensaram, mas bom ter pela frente quem os irá lembrar que o problema crucial num é o roubo, mas de quem o pratica sem o mínimo de profissionalismo e roubar telemóbeis num é o mesmo que roubar carteiras.
Armindo Guimarães — Mas então qual seria a soluçom, digo, solução?
Dedo Mindinho — Muito simples: Legalizar a profissom de carteirista com curso profissional competente, estatutos e normas deontológicas que a dirijam.
Armindo Guimarães — Entendo. Na nossa conversa anterior você já tinha feito referência a esse problema de falta de profissionalismo dos carteiristas do Leste Europeu, designadamente dos romenos.
Dedo Mindinho — Exatamente. Um dos códigos de honra seria fazer com que a carteira com os documentos da bítima pudesse ser facilmente recuperada, coisa que só os carteiristas portugueses e galegos fazem em Portugal e na Galiza.
Armindo Guimarães — Isso já era bom, ou seja, o roubo não seria total, ficando mais barato às vitimas que não teriam de arcar com o trabalho e despesas de pedido de emissão de novos documentos. E se a profissão fosse legalizada, haveria especializações?
Dedo Mindinho — Naturalmente.
Armindo Guimarães — Como assim?
Dedo Mindinho - Haberia especialistas em transportes públicos, ebentos culturais, festibais de beram, romarias e congressos internacionais.
Armindo Guimarães - E existiriam exames?
Dedo Mindinho - Ebidentemente. Um profissional num pode andar a desbiar carteiras e a deixar cair o conteúdo no chom. Isso seria reprobaçom imediata.
Armindo Guimarães — E medalhas de mérito?
Dedo Mindinho — Já agora porque nam? Há medalhas para tantas atibidades... Mais ainda: A Ordem dos Carteiristas, que seria a sucessora do Light Hands Force, comprometia-se a lançar campanhas de sensibilizaçom para os seus associados, bem como campanhas de prebençom para as populações, atrabés de abisos na comunicaçom social, com bídeos sobre técnicas usadas pelos carteiristas e como as ebitar, entre outras iniciatibas.
Armindo Guimarães — Mas isso não seria um contra-senso a vossa Ordem estar a revelar as técnicas que tanto vos custou a aprender e aperfeiçoar?
Dedo Mindinho — Se nós bamos exigir a legalizaçom da arte, também temos que dar condições para que ela se justifique e seja uma realidade. Além disso, leis úteis nem sempre agradam a todos; o seu balor mede-se pelo bem que promobem, nam pela unanimidade que despertam.
Armindo Guimarães — Isso é uma verdade inquestionável. E o que pensam fazer para que a legalização seja uma realidade?
Dedo Mindinho — Bamos ter uma reuniom sobre o assunto entre os colegas galegos e portugueses e dela sairom as iniciatibas a lebar a efeito, sendo que uma delas será o pedido de uma reuniom urgente com os ministros do Trabalho e da Administraçom Interna.
Armindo Guimarães — E se tais pedidos de reuniom, digo, de reunião com os ministros, não forem viabilizados?
Dedo Mindinho — Nesse caso, que espero num suceda, serom conbocadas manifestações nas Praças da Galiza de Lisboa e do Porto, bem como junto ao edifício da Assembleia da República.
Armindo Guimarães — Isso fez-me pensar e ao mesmo tempo rir da situação, pois se tal acontecer, tratando-se de ajuntamentos, serão uma boa ocasião para os carteiristas do contra, no caso, os da Europa de Leste, passarem à acção, o que iria fazer jus ao velho ditado "Ladrão que rouba ladrão, tem 100 anos de perdão". eheheheh
Dedo Mindinho — eheheheh Bocê sai-se com cada uma do carago!
Armindo Guimarães — Nas pesquisas que efectuei para este artigo, deparei-me com algo que me surpreendeu. Em muitos dos vídeos disponíveis na Internet, os alegados carteiristas identificados ou denunciados parecem ser maioritariamente mulheres, muitas delas jovens. Sabe dizer-me a que se poderá dever essa percepção?
Dedo Mindinho — Essa é uma pergunta muito pertinente e merece uma resposta séria. Em primeiro lugar, conbém dizer que nem tudo o que aparece nos bídeos corresponde à realidade estatística. Muitas bezes, aquilo que chama mais a atençom é aquilo que mais se filma.
Armindo Guimarães — Quer dizer que pode ser um daqueles casos em que as iludências aparudem, ou seja, uma ilusão de óptica?
Dedo Mindinho — Uma espécie de ilusão mediática. Mas também é berdade que as mulheres costumam despertar menos suspeitas em ambientes muito mobimentados. E, neste aspecto, num nos podemos esquecer da mestre Joaquina Gonçalves, de Ermesinde, que na berdade era natural de Fafe, e mais conhecida na profissom por "Quina", e que a completar 90 anos de idade ainda batia as ruas e espaços da Inbicta e outras cidades do país, com um profissionalismo digno de nota, sendo, sem dúbida, um exemplo e incentibo para as jobens que entom começaram a ingressar na classe, após frequentarem os nossos cursos de formaçom na antiga, mui nobre e excelsa Escola da Areosa.
Armindo Guimarães — Confesso que fiquei emocionado com tão significativa alocução acerca da mestre Quina e da mítica Escola da Areosa que, na minha opiniom, digo, opinião, devia ser elevada a Monumento Nacional e, quiçá, Internacional, pelo facto de ser a única a nível mundial. Já lá vai o tempo em que o carteirismo era uma profissão apenas conotada com o sexo masculino, aliás, como acontecia com muitas outras.
Dedo Mindinho — É isso. E depois, tem as suas bantagens: Um homem encostado a alguém num metro cheio pode chamar a atençom. Uma senhora aparentemente distraída, uma turista, uma jovem com um saco de compras ou uma abó simpática podem passar mais despercebidas.
Armindo Guimarães — Está a dizer que é mais uma das vossas técnicas com base no domínio comportamental. Certo?
Dedo Mindinho — Eu diria que faz parte da psicologia humana. As pessoas obserbam, mas nem sempre reparam. E reparam, mas nem sempre suspeitam.
Armindo Guimarães — O que significa que o factor surpresa pode ser uma vantagem?
Dedo Mindinho — Exactamente. O melhor disfarce é muitas bezes aquele que ninguém imagina que seja um disfarce. E depois há outra questom.
Armindo Guimarães — Qual?
Dedo Mindinho — Quando um homem é apanhado, dizem logo "apanharam um ladrom". Quando é uma mulher, toda a gente comenta durante semanas. Beja o caso da nossa "Quina" que em 2016, quando tinha 86 anos, foi acusada de actos que fez e de que num fez, tudo para ser capa de motibo de caixa de notícia de revbistas, jornais e TBs. A memória humana também tem os seus carteirismos.
Armindo Guimarães — Carteirismos da memória?
Dedo Mindinho — Sim. Há ideias que nos roubam a atençom sem darmos por isso.
Armindo Guimarães — E o que pensa dos vídeos que mostram carteiristas em ação?
Dedo Mindinho — Tenho sentimentos mistos.
Armindo Guimarães — Porquê?
Dedo Mindinho — Porque alguns serbem para alertar as pessoas e isso é importante. Mas outros mostram técnicas tam mal executadas que quase me sinto ofendido profissionalmente.
Armindo Guimarães — Está a dizer que existem bídeos, digo, vídeos, de maus exemplos?
Dedo Mindinho — Exatamente. Há bídeos que debiam bir acompanhados da frase: "Num tentem isto em casa nem na rua."
Armindo Guimarães — Portanto, considera-os vídeos educativos?
Dedo Mindinho — Sem dúbida. Uns ensinam como atuar. Os outros ensinam exatamente como num atuar.
Armindo Guimarães — Estou a pensar naqueles vídeos didáticos que você referiu. Seria interessante se você disponibilizasse alguns para os colocarmos à disposição dos nossos leitores.
Dedo Mindinho — Os bídeos que referi num existem pois só serão criados após a legalização da nossa profissom, mas posso enbiar por e-mail links de alguns bídeos que circulam nas redes sociais, em especial no Youtube.
Armindo Guimarães — Maravilha! Fico, entom, digo, então, a aguardar a lista desses vídeos que, com certeza, foram escolhidos a dedo, ou não fossem escolhidos pelo amigo Dedo Mindinho. eheheheh Muito obrigado por mais esta conversa que por certo vai ser do agrado dos nossos leitores, em especial daqueles que dizem já ser fãs do Dedo Mindinho.
Dedo Mindinho — eheheheh Num sabia dessa dos fãs. Deixo o meu abraço para todos os leitores do Portal, fãs ou não. E para si, um grande abraço.
Armindo Guimarães — Mais uma vez, obrigado e um grande abraço.
Ver para compreender
Os vídeos que podem ser vistos na página "Carteiristas: Técnicas, Casos Reais e Prevenção", criada especialmente para o efeito, e cujos links foram amavelmente fornecidos aos leitores do Portal Splish Splash pelo digníssimo presidente da Light Hands Force, Dedo Mindinho, mostram técnicas reais de carteirismo, situações de risco e exemplos de prevenção. O objetivo é exclusivamente informativo e de sensibilização, ajudando os leitores a reconhecer comportamentos suspeitos e a proteger melhor os seus bens pessoais.AVISO:
O texto que acabaram de ler é fictício.
Qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência.
A ficção revela verdades que a realidade omite
Jassemin West
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NOTA DO EDITOR - PORTAL SPLISH SPLASH
Este artigo recorre ao humor e à sátira para abordar um problema real que afeta cidadãos e turistas em várias cidades portuguesas. O personagem Dedo Mindinho é uma criação ficcional e as opiniões que expressa não devem ser interpretadas como defesa ou incentivo à prática de furtos. Pelo contrário, o objetivo é alertar os leitores para algumas das técnicas utilizadas pelos carteiristas, promovendo simultaneamente a prevenção e a segurança pessoal.
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Armindo Guimarães
Escriba das coisas da vida e da alma. Admin., Editor e Redator do luso-brasileiro Portal Splish Splash. Máxima favorita: "Andamos sempre a aprender e morremos sem saber". VER PERFIL
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Querido menino Armindo, que Texto fantástico!
ResponderEliminarRepito que além de um GRANDE ESCRITOR, ainda tens uma imaginação fértil, muito criativa, és capaz de inventar histórias, ideias e diálogos com muita facilidade e tudo recheadinho de bom humor.
Tu és incrível, incomparável e insubstituível.
Tu és o CARA!
PARABÉNS!
Bjs 😘🌹
Menina Albinha, obrigado pelo comentário. Gostei de saber que gostou do texto. Porém, ao contrário do que a menina diz, qualquer um que tenha a honra de entrevistar o mestre Dedo Mindinho, brilha facilmente na escrita, pois só tem que passar para o papel as respostas que ele dá, sendo que eu, ainda por cima, para não ter trabalho a traduzir as respostas dele, coloquei-as no texto tal qual foram grabadas, digo, gravadas. Beijinho. Ah! Já viu os vídeos didáticos? Tenha cuidado com a sua carteira e o seu telemóvel pois os carteiristas andam em toda a parte. 😘🌹
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