ROBERTOLOGIA EM DESTAQUE

8/26/2013

6.º Bate-papo entre Roberto Carlos e eu – Costela Lusa





Por: Armindo Guimarães
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COSTELA LUSA


Este bate-papo, para além de bastante extenso, foi ainda mais intenso, pois os assuntos abordados foram tais, que proporcionaram diversas reacções nunca antes acontecidas entre Roberto Carlos e eu:

Da sugestão que o Roberto Carlos me deu de eu passar a usar o meu telemóvel, não a vibrar como o costume, mas a tocar a sua música o “Baile da fazenda”, e da resposta que eu lhe dei sobre o que implicaria a aplicação da ideia;

Da sugestão que eu também lhe dei no sentido de que antes de dar entrevistas, se aconselhasse com alguns especialistas membros do Portal Clube do Rei, que dele sabem tudo e mais alguma coisa, evitando assim meter água como aconteceu numa entrevista a uma emissora de rádio;

Da Salazul, um espaço criado pelo seu admirador Carlyle Zamity, no qual tudo é azul e branco, tudo é Roberto Carlos e tudo se fala dele, ao som duma robertada e de umas bebidas bem fresquinhas;

De, pela primeira vez, o Roberto Carlos se ter erritado comigo por, segundo ele, eu ter posto em causa o seu sentimento pela sua costela lusa. Tudo a propósito de Roberto Carlos, em certa altura do nosso bate-papo, ter empregue o termo portuense “carago”, tendo eu ficado surpreendido e por isso ter feito uma observação sobre tão flagrante e esplêndido apanhado;

Da sua outra irritação ao dizer-me que não admitia que eu dissesse ser mais brasuca que ele portuga e de como eu, no intuito de acabar com o diferendo, lhe ter dito para “levar a bicicleta” e ele, não entendendo o sentido da alocução, me ter dito que eu estava “biruta”;

De como, depois da minha explicação acerca da expressão “leva a bicicleta!”, ele se ter rido tanto, tanto, que mais uma vez deixou sair da sua boca uma expressão da gíria portuguesa, exclamando: “Essa é do baril!”, e de como também eu me ri pra carago por causa disso;

De mais uma vez, numa autêntica demonstração de querer e não querer, Roberto Carlos me ter questionado sobre o interesse na publicação dos nossos bate-papos, e da resposta que eu lhe dei, informando-o que toda a galera lê com entusiasmo os nossos bate-papos, apenas existindo o senão de agora todos desconfiarem que eu sou ele ou vice-versa, como seguramente atestam as inúmeras mensagens de fãs enviadas para a minha caixa de correio de e-mail;

Da mensagem que lhe li de uma fã dizendo que já há muito desconfiava que eu era ele e que agora já nem tem dúvida alguma, dando até várias provas cem por cento credíveis para justificar a sua tese, só lamentando que eu não tivesse incluído o seu nome no meu artigo “Quem é quem no Clube do Rei”, e da ideia complicada que me deu Roberto Carlos para que ninguém mais se queixasse de não ter o seu nome no artigo;

Da ameaça que fiz a Roberto Carlos de não publicar este bate-papo e da resposta que ele me deu, dizendo que eu estava ser vítima de mim próprio e que se não publicasse este nosso bate-papo a galera iria suspeitar que havia coisa e iriam pensar ainda mais que eu estava com medo que descobrissem a minha dupla identidade;

E de como eu ficando chateado com aquela sua saída de “dupla identidade”, fiquei sem palavras, limitando-me apenas a ouvir Roberto Carlos rindo-se de mim até se despedir.

***

31 de Outubro de 2005, segunda-feira, 20,00h.
O meu telemóvel vibra. Trrrr, trrrrr, trrrrr
Número privado.

ARMINDO – Sim!
ROBERTO – Puxa vida, meu! Finalmente que você atendeu minha chamada, cara! Táva até ficando impaciente de tanto insistir ligando pra você.
ARMINDO – Olá, Roberto! Desculpa lá, pá! Tinha o telemóvel no bolso do casaco e só agora dei por ele a vibrar.
ROBERTO – Porque você não usa seu celular tocando, bicho?
ARMINDO – Sabes como é, pá! Sempre o uso a vibrar por ser mais discreto. Mas olha que tenho andado a pensar pôr-lhe uma musiquinha tua, como fez o Cadu do Portal. Só que estou na dúvida entre o “Alô” e “O baile da fazenda”.
ROBERTO – Porque cê não escolhe “O baile da fazenda”, cara? O ritmo alegre diz mais com você, né?
ARMINDO – Pois aí é que está o problema, pá! Se escolho “O baile da fazenda”, o que vai acontecer é que quando o telemóvel tocar eu não vou querer atender ocupado que vou estar a dançar ao ritmo da música, Tás a imaginar eu sentado à mesa de uma reunião ou de um qualquer café e de repente toca o telemóvel, levanto-me e ponho-me a dançar de tal jeito que quem estiver perto de mim se contagia fazendo o mesmo. Tás a ver a cena? eheheheheh Por outro lado, se escolho “Alô”, imagina o meu telemóvel a tocar trrrim, trrrim, e depois tu a cantares: “Diga logo di uma veiz o qui você querr di mim, não mi tórturi mais, não mi faça mais sófrer, insistindo em mi dizerr qui pensa em mim dimais...”. Conclusão, também aqui acabo por ficar com o telemóvel na mão, junto ao ouvido, embalado com a música e a pensar que já estás a bater um papo comigo e, à medida que te for ouvindo “quando você fica só e précisa ouvir à voiz di quem ti ama, não suporta a sólidão, pega o téléfone e então, mi chama”, se estiver alguém perto de mim eu vou disfarçando respondendo com um pois, pois, tens razão, pá... e tu continuas: “E quando eu digo alô, fala di amor às vezis chora e méchi com meu córáção...”. Concluindo: O meu telemóvel jamais receberia telefonema algum!!! eheheheheh 
ROBERTO – Você é demais, cara! Vai buscando coisas que só um doido lembra, mora!
ARMINDO – Ainda bem que me telefonaste, pá!
ROBERTO – Porquê, bicho? Tem novidade pra mim?
ARMINDO – Antes de dares entrevistas, aconselho-te a consultares a administração do Portal Clube do Rei, em especial o Carlyle (O Testa de Ferro) e o Jotaefe (O Enciclopédia Ambulante), isto já pra não falar no AAPMoura (O Sherlock Holmes do Portal) e no Kevork (O terror dos jornalistas que erram). Assim evitas meter água nas tuas respostas. Eu sei que ninguém é perfeito, mas de ti, sabes como é, até disso esperam. Por isso...
ROBERTO – Meti água, em quê, cara? Explique melhor pra mim, viu? Não tô entendendo o que cê tá querendo dizer!
ARMINDO – Sim, pá! Meteste água! Foi numa entrevista a uma emissora de rádio. Consulta no Portal – Reportagens – Entrevistas “Uma entrevista com Roberto Carlos”, em que a dado passo te perguntam como foi gravar o teu primeiro disco e tu te referiste ao LP “Louco por você”, quando um ano antes havias gravado um 78 rpm com “Canções do amor nenhum” e “Brotinho sem juízo”. É claro que o Clube do Rei ao publicar tal entrevista teve o cuidado de fazer a respectiva rectificação. Aliás, se não sabes, o Jotaefe passa a vida a rectificar artigos, reportagens, etc. Eu no teu lugar até já o tinha contratado como conselheiro ou coisa parecida. Começo até a suspeitar que tu não sabes o que tens, pá!
ROBERTO – Como assim!?
ARMINDO – Por exemplo, já ouviste falar na Salazul?
ROBERTO – No azul, já, pois é a minha cor preferida, mas na Sala, confesso que nunca ouvi, pôxa!
ARMINDO – Pois é, pá! A Salazul é um espaço 5 estrelas do Carlyle, onde ele gosta de receber a malta amiga para ouvir umas músicas tuas, beber um copo e falar de ti. Tens que estar mais atento aos bastidores, carago!
ROBERTO – Aos bastidores? Fique sabendo que em meus bastidores sempre tenho profissionais competentes que dispensam minha atenção, viu?
ARMINDO – Não duvido disso, Roberto, mas quando disse “bastidores” não me estava a referir aos teus internos, mas aos externos, ou seja àqueles que, se não sabes devias saber, estão contigo nisto e naquilo.
ROBERTO – Quem, carago!?
ARMINDO – Carago, disseste tu? Eu ouvi bem, pá! Eheheheheh Falaste à portuga? eheheheheh
ROBERTO – Você me põe doido, fazendo até eu falar estrangeiro!
ARMINDO – Estrangeiro?! Ó Roberto, desculpa lá, pá, mas essa de teres falado à portuga e depois teres dito que falaste estrangeiro, é que eu não admito de ti, carago! Já tou a ficar lixado contigo, pá!
ROBERTO – Eheheheheh. Tô vendo que afinal você não me conhece, Armindo! Ou então é seu velho egocentrismo.
ARMINDO – Egocêntrico, eu?!
ROBERTO – É isso aí, bicho! Você sempre gosta de transar uma de brincadeira com todo mundo e se esquece que todo mundo também tem esse direito, pôxa! Dá pra entender, nê! Tô vendo que seu problema é lhe faltar qualquer coisa (por exemplo o seu amigo e sócio Getty) e depois se vinga em mim, pôxa!
ARMINDO – Ó Roberto, não te enerves, carago! Tem calma, pá!
ROBERTO – Você põe em causa meu sentimento por minha costela lusa e me pede pra ter calma?! Essa não, cara!!! E só não desligo já meu celular porque sou demais educado pro fazer, viu?!
ARMINDO – Pronto, Roberto, esquece o que eu disse, ok? Não foi pra te ofender, é claro!
ROBERTO – Tudo bem, cara! Me conte como vai a galera no Portal!
ARMINDO – Tá tudo porreiro, pá! Olha, a membro Landa, abriu um tópico no fórum do Portal só para deixar lá uma mensagem com o endereço de e-mail dela, na expectativa de tu lhe mandares uma mensagem.
ROBERTO – Olhe aí cara! Cê sabe que eu não tô perdendo tempo com essas coisas de e-mail, né?
ARMINDO – Pois! E eu respondi no tópico, dizendo-lhe que tirasse o cavalinho da chuva, e que fosse realista. Contudo, sabes como é Roberto, dei-lhe uma esperança. Por isso...
ROBERTO – O quê? Quem pediu a você pra em meu nome dar esperança que eu não posso cumprir, bicho!? Cê sempre se precipitando, mora!
ARMINDO – Ó Roberto, não nos vamos chatear outra vez, pá! Estou a ver que hoje acordas-te de cu pró ar, carago!
ROBERTO – Cê disse que eu acordei de cu pro ar, cara? Que é que cê quer dizer com isso, bicho?!
ARMINDO – Ouve lá, pá! A expressão “acordar de cu pró ar” não é ofensiva, como se calhar estás a pensar. Significa acordar mal disposto. Só isso!
ROBERTO – Eheheheheh. Eu sabia, bicho! Era só pra pegar com você, viu?! Eheheheheh
ARMINDO – Lixaste-me com essa ó Roberto! Eheheheheh. Eu sempre me esqueço que tu és como eu, ou seja, eu falo brasuca quando quero e tu falas portuga quando queres. Eheheheheh
ROBERTO – Eheheheheh Com a seguinte diferença, Armindo: É que eu não sou como você. Você é que é como eu! Eheheheheh
ARMINDO – Tens razão, pá! Afinal tu és mais velho do que eu 14 anos. É obra!
ROBERTO – Nada disso, cara! E nem admito você me chamando de velho, viu? Qual é a sua, cara?!
ARMINDO – Ó Roberto, vamos outra vez brigar, carago! Tu hoje estás demais, pá!
ROBERTO – Ou será que é você que está demais, acordando hoje de cu pro ar?! Eu me senti ofendido porque não admito cê se diga mais brasuca que eu portuga! Valeu?
ARMINDO – Se valeu, Roberto! Nem imaginas como eu estou contente por causa do que agora disseste. Leva a bicicleta, pá!
ROBERTO – Levo a bicicleta? Cê tá mesmo bom da cabeça, bicho? Quem foi que falou de bicicleta? Eu não fui, não, cara! Só pode ter sido você que está delirando, né?
ARMINDO – Ó Roberto, não percebeste, carago! “Leva a bicicleta” é uma expressão que a malta em Portugal usa quando há uma discussão e queremos acabar com ela, ou seja, dando razão a outro mesmo que ele não a tenha. Eheheheheh
ROBERTO – Eheheheheh. Essa é do baril, bicho!!!
ARMINDO – Do baril? Eheheheheh Pensava que era uma expressão que só os portugas usavam, pá!
ROBERTO – E é mesmo, bicho! Mas não esqueça que eu às vezes gosto de aplicar meus conhecimentos, né? Eheheheheh.
ARMINDO – Eheheheheh És do baril, Roberto!!!
ROBERTO – Uma coisa que gostava de saber, cara! Se você foi dizer pra galera do Portal que nossos bate-papos são fictícios, porque cê teima em os publicar no fórum? Afinal agora todo mundo está pensando que tudo é imaginação sua e o interesse na leitura não é igual como antes, né?
ARMINDO – Ò Roberto, já te disse porque me vi obrigado a dizer a todo mundo do Portal que tudo era fictício. A ideia foi poupar-te a mensagens de fãs que pensam que tu não tens mais que fazer que andares a telefonar pra todos como telefonas pra mim. Recordas-te daqueles dois exemplos de mensagens de fãs que te falei no bate-papo anterior?
ROBERTO – Sim, claro! E daí?
ARMINDO – Daí que depois disso, a malta do Portal ainda lê com mais entusiasmo os nossos bate-papos e o pior é que agora deram-se-lhes para me enviarem mensagens pro correio interno do Portal, pensando que eu sou tu ou que tu és eu. Ouve esta:

“Oi, Roberto! Tudo bem com você? Eu sabia que você quando criança pensava em ser médico ou então algo ligado a desenho. Agora, o que não sabia é que você se registrasse no Portal Clube do Rei numa de portuga, disfarçando sua identidade, tal como Super-homem se disfarça de Clark Kent. Hoje estive fazendo uma retrospetiva em seus escritos no Portal e me não perdoo a mim mesma por não ter suspeitado logo que você vive se escondendo sob a capa de Armindo Guimarães (Templário-prt)! Mas não se preocupe, não, Roberto. Esse seu segredo eu guardarei pra sempre comigo como se eu fosse sua Lane, valeu? Te amo demais, meu Templário, meu portuga, meu brasuca, meu Roberto! Você é uma brasa, mora! Um beijão pra você, viu! Ah! Posso lhe pedir uma coisa? Me manda uma mensagem, tá? Pode até mandar pro correio interno do Portal, pois eu tô lá todo dia e toda noite esperando você”.

ARMINDO – Que dizes a esta mensagem, Roberto? Já viste no que me meteste, pá? Estou lixado!
ROBERTO – Oi, cara! Não esqueça que foi você que arranjou toda esta confusão. Além do mais, um caso não são casos, bicho!
ARMINDO – Um caso, Roberto? Todos os dias recebo mensagens como aquela e tudo dizes-me que um caso não são casos, pá! Vou ler-te outra das mensagens.

“Tudo legal com você Roberto? Acabei agora mesmo de me registrar como membro do Portal Clube do Rei porque ouvi dizer que você também estava registrado e que até participa no fórum e em artigos de primeira página. Eu não queria acreditar, mas me registrando logo fui dar uma olhada em muitos dos seus escritos e sabe o que digo pra você, Roberto? Não precisa mais disfarçar, não! Cê nem imagina como meu coração bate forte só de pensar que eu me registrando no Portal há mais tempo, logo teria descoberto que você é você, ou melhor que o Templário-prt é você. Nem sei como a galera do Portal não viu logo isso! Jamais um portuga teria o engenho e a arte que você demonstra ter. Só mesmo você, Roberto! Sempre me surpreendendo! Por isso o admiro ainda mais. Você é incrível! Seu segredo fica comigo. Quando você vem a Porto Alegre? A turma está aflita pra vê-lo outra vez! Um abração, viu?! Logo mais me responda, tá legal?”.

ROBERTO – Hum! Isto está ficando ruim pra si, bicho! E nosso Amigão Marlos Ribeiro o que ele diz de tudo isso, cara?
ARMINDO – Não diz nada, pá! Penso até que de propósito.
ROBERTO – De propósito?! Como assim, bicho?
ARMINDO – Não sei, mas aquela coisa de ele da última vez que me telefonou ter imitado a tua voz, cheirou-me que foi de propósito, como quem diz: “Não disfarce Armindo! Há muito que sei que você é Roberto!”. Depois, desconfio que ele desconfiando que eu sou tu ou que tu és eu (que confusão do carago!) optou por manter um silêncio cúmplice a esse respeito, evitando o inevitável.
ROBERTO – Evitando o inevitável?!
ARMINDO – Sim, pá! Hoje recebi cerca de 30 mensagens no correio interno do Portal, o que significa que a bola de neve não para de rolar e de crescer, e já nem sei que fazer, pá! Depois, há mensagens que dão que pensar, como por exemplo esta:

“Como vai você Templário? E pensar que lhe enviei mensagens convencido você ser apenas um membro do Portal como eu! Um malandro é o que você é, viu? Disfarçando todo tempo pra nós. Criando até a dupla humorística luso-brasileira Tempy & Getty, o Dicionário de Termos e Expressões da gíria portuguesa, o Movimento para o 1º Encontro Português de Fãs, além de seus tópicos no fórum e artigos no Portal. Tudo gostoso de ler e bem que eu estava achando demais para um portuga que nem sequer vivia no Brasil, mas lá na Terrinha. Convenhamos, Roberto, que sua ideia foi genial! Seu último artigo “Quem é quem no Clube do Rei” que li há dias na Primeira Página do Portal me deixou muito tristonha, sabe? Nem queria acreditar que você se esqueceu de falar de mim. Bem que procurei lendo vezes sem conta mas meu nome não tava não! Porque você se esqueceu de mim, Roberto? Promete que da próxima vez fala em mim? Tem lá comentários de 2 membros que, na certa, já sabiam quem você era, pois disseram que você era o portuga mais brasuca que conheciam. Como eu também não vi isso antes? Adoro você Roberto! Me manda uma mensagem do jeito que você quiser, pois para mim, você sendo Armindo Guimarães, Tempy, ou Templário-prt, é sempre o meu amor Roberto Carlos!”.

ROBERTO – Essa fã aí tem razão, bicho! Bem que você em sua matéria “Quem é quem no Clube do Rei” podia botar lá o nome da queridinha, né? Como é o nome dela mesmo?
ARMINDO – Ó Roberto, tu tás a falar a sério, ou tás a brincar comigo, carago!? Como é que querias que eu falasse em todos os membros do Portal se eles são cerca de 3.000 e crescem dia pra dia como a grana do Tio Patinhas!?
ROBERTO – Fácil, cara! Você dividia o artigo em vários números e com jeitinho daí a 2 anos tava contentando todo mundo, né? Até podia aproveitar criando suspense no final de cada número, escrevendo em letras gordas: NOMES DO PRÓXIMO EPISÓDIO: Ramiro, Urtigão, Célinha, Andrely, Yolanda, Carlinhos e muitos, muitos mais! Não perca o próximo episódio de “Quem é quem no Clube do Rei”.
Assim, do jeito que você escreveu, deixou obra por fazer. É só isso, cara! Tem de concordar comigo que foi mais uma de suas precipitações! eheheheheh
ARMINDO – Ó Roberto, vai-te lixar, pá! Meti-me numa do carago, por tua causa. Agora todo mundo pensa que eu sou tu e me manda mensagens. Estou preocupado e tu em vez de me ajudares tás no gozo comigo. Isso não é nada, pá! Tenho uma ideia!!! E se tu mandasses uma mensagem pro Portal a esclarecer tudo?
ROBERTO – Puxa vida, meu! Se deixe agora de botar culpa em mim, cara! Você está sendo vitima de si próprio e eu nada posso fazer, viu?! Essa sua ideia de eu botar mensagem lá no Portal é ridícula, pois se toda a galera está pensando que eu sou você ou que você sou eu (até eu já tô ficando biruta com tudo isto eheheheheh) como eles iam acreditar na minha mensagem, bicho? O melhor é você deixar rolar e não responder às mensagens. É até uma boa forma de você me bancar e ver que não vai dar pra aguentar ler tanta mensagem e muito menos pra responder, né? Eheheheheh Eu me estou rindo só de imaginar no que você se meteu! eheheheheh
ARMINDO – Olha, sabes o que te digo? Estou até a pensar nem publicar no fórum do Portal Clube do Rei este nosso 6º bate-papo telefónico, pra ver se as coisas amenizam. Que dizes, Roberto?
ROBERTO – Digo que você faz mal, cara! Lembro a você que nosso último bate-papo foi em 10 de Agosto. Como já passou muito tempo, se você não publicar este bate-papo a galera vai suspeitar que há coisa e vão pensar ainda mais que você está com medo que descubram sua dupla identidade.
ARMINDO – Minha dupla identidade?
ROBERTO – Sim, bicho! Ou você está pensando que eu não sei que você é eu, cara? A mim não me engana você, fique sabendo, mora! Mas descanse que não lhe mando mensagem, não! Já sei que você faria a mim o que eu lhe disse pra fazer aos outros, ou seja, não me respondia!
ARMINDO - ?!?!?!?!?!
ROBERTO – Ah! Quando mandar este bate-papo pro fórum do Portal Clube do Rei, não esqueça de, como da última vez, escrever o seguinte AVISO: Este texto é fictício. Qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência. E não se esqueça, também, de escrever no logo a seguir a citação que você tanto gosta: “A ficção revela verdades que a realidade omite”, Jassemin West.
ARMINDO – ?!?!?!?!?!
ROBERTO – eheheheheh
ARMINDO – ?!?!?!?!?!
ROBERTO – Oi, cara! Qué de você? Um abração pra si, viu! Vou ligar a net para ir no Portal ver se vejo meu nome em seu artigo “Quem é quem no Clube do Rei”. Espero não ter que reclamar a você por falta de meu nome, como aquela sua fã reclamou! Abraços pra você e pra toda a galera do Portal! Logo mais lhe telefono, tá? Eheheheheh
ARMINDO - ?!?!?!?!?!

AVISO:

O texto que acabaram de ler é fictício.
Qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência.

A ficção revela verdades que a realidade omite”
Jassemin West.
Armindo Guimarães

Sobre o autor

Armindo Guimarães - Doutorado em Robertologia Aplicada e Ciências Afins e Escriva das coisas da Vida e da Alma. Administrador, Editor e Redator do Portal Splish Splash e do site oficial da Confraria Cultural Brasil-Portugal. Leia Mais sobre o autor...

1 comentário:

  1. Querido Armindo!

    Quero te agradecer por esses momentos alegres, divertidos que me proporcionaste ao ler esse teu bate-papo com o NMQT.
    É um texto cheio de vida, emoção e muito bom humor, eheheheheheheh, me fizeste rir muito com o desenrolar da conversa entre vocês.
    Simplesmente um SHOW DE HUMOR!
    Armindo, tu tens noção do quanto tu fazes as pessoas se divertirem com esses teus textos?
    Parabéns pelo teu lindo trabalho e obrigada por partilhar conosco tamanha maravilha!

    Beijinhos,
    Alba Maria

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