Por: Carlos Alberto Alves
jornalistaalves@hotmail.com
Os nossos eventuais leitores irão desculpar, mas como entusiasta do futebol a que andei profissionalmente ligado mais de quarenta anos (juiz, técnico e, óbvio, muitos anos de jornalismo intercalados) e continuo a viver com entusiasmo, não resisto a recordar as afirmações de responsáveis políticos pela África do Sul, a propósito do Campeonato do Mundo que naquele País se realizou em Junho e Julho de 2010.
Thandiwe Profit-McLean, embaixadora da África do Sul em Lisboa declarou ao semanário “Expresso”, “Mundial 2010 é o passaporte sul-africano para o mundo” e em outro passo da sua entrevista afirma a diplomata “por trás do Mundial há criação de empregos, desenvolvimento de infra-estruturas que servirão os sul-africanos e a todos que continuarem a visitar o País depois de Junho de 2010.”
Na sua habitual crónica, o açoriano da Terceira, professor Miguel Monjardino (eu vi este mocinho crescer), também aborda o tema e referindo-se ao impacto político do Mundial escreve” um acontecimento que é visto pelos decisores sul-africanos como uma ponte para o futuro” acrescentando em outro passo da sua crónica “os decisores políticos, a sociedade e os jogadores farão tudo o que estiver ao seu alcance para surpreender e impressionar em termos internos e externos”.
A jornalista sul-africana Maria M. Pons, termina o artigo que publica no “Expresso” sobre os preparativos e reflexos internos e externos do Mundial 2010, afirmando “o Mundial é a grande oportunidade para mostrar uma nova África do Sul que dure para lá dos 31 dias do torneio.”
Segundo o responsável da organização, Danny Jordan, estima-se que o campeonato crie 129 mil novos empregos e uma injeção de 650 milhões de euros na economia sul-africana.
O futebol profissional, apesar de ser um dos mais populares espetáculos da atualidade, não perdeu as suas raízes desportivas que continuam sendo a base das suas regras. Por isso, a sua máxima cúpula dirigente mantém um permanente esforço para que sejam respeitadas, adotando como legenda “respect, tolerance and fair play”, ou seja, “respeito, tolerância e desportivismo”. Pena é que nem todos os protagonistas do futebol, seja amador ou profissional, não tenham sempre presente esse espírito.
Vem isto a talho de foice sobre o próximo Mundial que se disputa no Brasil em 2014. Será que o Brasil, país que vive uma estabilidade em termos económicos, irá seguir parte destes exemplos que foram focados em relação à postura que seguiu a África do Sul?
jornalistaalves@hotmail.com
Os nossos eventuais leitores irão desculpar, mas como entusiasta do futebol a que andei profissionalmente ligado mais de quarenta anos (juiz, técnico e, óbvio, muitos anos de jornalismo intercalados) e continuo a viver com entusiasmo, não resisto a recordar as afirmações de responsáveis políticos pela África do Sul, a propósito do Campeonato do Mundo que naquele País se realizou em Junho e Julho de 2010.
Thandiwe Profit-McLean, embaixadora da África do Sul em Lisboa declarou ao semanário “Expresso”, “Mundial 2010 é o passaporte sul-africano para o mundo” e em outro passo da sua entrevista afirma a diplomata “por trás do Mundial há criação de empregos, desenvolvimento de infra-estruturas que servirão os sul-africanos e a todos que continuarem a visitar o País depois de Junho de 2010.”
Na sua habitual crónica, o açoriano da Terceira, professor Miguel Monjardino (eu vi este mocinho crescer), também aborda o tema e referindo-se ao impacto político do Mundial escreve” um acontecimento que é visto pelos decisores sul-africanos como uma ponte para o futuro” acrescentando em outro passo da sua crónica “os decisores políticos, a sociedade e os jogadores farão tudo o que estiver ao seu alcance para surpreender e impressionar em termos internos e externos”.
A jornalista sul-africana Maria M. Pons, termina o artigo que publica no “Expresso” sobre os preparativos e reflexos internos e externos do Mundial 2010, afirmando “o Mundial é a grande oportunidade para mostrar uma nova África do Sul que dure para lá dos 31 dias do torneio.”
Segundo o responsável da organização, Danny Jordan, estima-se que o campeonato crie 129 mil novos empregos e uma injeção de 650 milhões de euros na economia sul-africana.
O futebol profissional, apesar de ser um dos mais populares espetáculos da atualidade, não perdeu as suas raízes desportivas que continuam sendo a base das suas regras. Por isso, a sua máxima cúpula dirigente mantém um permanente esforço para que sejam respeitadas, adotando como legenda “respect, tolerance and fair play”, ou seja, “respeito, tolerância e desportivismo”. Pena é que nem todos os protagonistas do futebol, seja amador ou profissional, não tenham sempre presente esse espírito.
Vem isto a talho de foice sobre o próximo Mundial que se disputa no Brasil em 2014. Será que o Brasil, país que vive uma estabilidade em termos económicos, irá seguir parte destes exemplos que foram focados em relação à postura que seguiu a África do Sul?
Escriba das coisas da vida e da alma. Admin., Editor e Redator do luso-brasileiro Portal Splish Splash. Máxima favorita: "Andamos sempre a aprender e morremos sem saber". VER PERFIL
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