ROBERTOLOGIA EM DESTAQUE

9/02/2013

14.º Bate-papo entre Roberto Carlos e eu – O Tio Patinhas no banheiro




 



Por: Armindo Guimarães
Doutorado em Robertologia Aplicada e Ciências Afins
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O TIO PATINHAS NO BANHEIRO

 

Na sequência do bate-papo anterior em que o nosso Roberto Carlos me telefonou e estranhamente logo desligou deixando-me preocupado e como tal profundamente chateado, acontece que para minha surpresa e contentamento o nosso mais que tudo imediatamente voltou a telefonar-me e, aí sim, tivemos uma conversa interessante onde se falou:

- Da superstição que o Roberto tem relativamente ao número 13, pese embora ele me ter dito que por minha causa está melhorando do seu TOC;

- Do facto de ele ter notado a minha ausência (relativa) do melhor Portal do mundo;

- Da minha surpresa por ter ficado a saber que Roberto Carlos, se não for um estudioso, é pelo menos um curioso sobre enigmas que a ciência oficial teima em ignorar;

- De um certo momento durante o nosso bate-papo em que eu duvidei que ele era realmente o Roberto e ele então cantou pra mim: “Amigo arrasta uma cadeira, chega mais pra perto e fale o que quiser…”;

- De a dado passo do nosso bate-papo o Roberto ter ido fazer as suas necessidades primeiras, pegando no seu almanaque do Tio Patinhas enquanto continuava falando comigo pelo celular;
- Dum momento especial, porque sui generis, em que ambos demos uma de fofoca sobre mulheres;

- Duma cena do carago que recentemente aconteceu comigo, tudo por causa do Roberto tardar em me telefonar.

1 Novembro de 2006, quarta-feira, 20,35h
O meu telemóvel vibra.
Trrrrrrr, trrrrrrr, trrrrrrrr... Chamada anónima.
E eu atendo.

ARMINDO – És tu, Berto!?
ROBERTO – Mindo, você me desculpe mas fiz assim e cê sabe o porquê, né?
ARMINDO – Eu sei o porquê? Ó Berto, que é que se passa contigo, carago? Ligas, desligas e voltas a ligar…
ROBERTO – eheheheheh
ARMINDO – Estás-te a rir, pá?
ROBERTO – eheheheheh
ARMINDO – Ouve lá, pá! Tás a gozar comigo, ou quê?
ROBERTO – Que nada, cara! Tô é ficando duplamente decepcionado com você.
ARMINDO – Estás duplamente decepcionado comigo, porquê, Berto?
ROBERTO – Cê diz a todo mundo que me conhece demais e na volta não sabe nada, não! Se você soubesse ao menos um pouco de mim, cê saberia porque liguei e logo desliguei, né?
ARMINDO – Não estou a perceber patavina do que estás para aí a dizer, pá! Só sei é que tu hoje estás a armar-te em enigmático e eu já estou a ficar lixado contigo, carago!
ROBERTO – eheheheheh Cê nem imagina o quanto eu transo saber você zangado comigo, ou lixado como cê diz. Se você me conhecesse como diz a todo mundo, logo saberia que 13 é número que evito, né?!
ARMINDO – Ó Berto, mas a que propósito estás a falar do número 13, pá?
ROBERTO – É isso aí, cara! Cê tá ficando velho demais e se esquece que este é nosso 14º bate- papo, e que logicamente o anterior foi o 13º que eu fiz questão que não tivesse história e por isso liguei e logo desliguei.
ARMINDO – Tu sempre me surpreendes, Berto! Palavra que tal coisa nunca me passou pela cabeça, pá!
ROBERTO – Aí, eu lhe pergunto, mora: mas será que alguma coisa passa pela cabeça de um portuga? Eheheheheh
ARMINDO – Ó Berto, vai-te lixar, pá! Como se já não bastasse o Derbson Frota lá do Portal Clube do Rei com as suas anedotas sobre portugas, também tu aproveitas sempre pra me dares piadas acerca dos portugas, mas esqueces que eu posso não saber muito de ti, mas uma coisa tenho a certeza: que tu, no fundo, és tão portuga como eu. Por isso…
ROBERTO – É isso, aí bicho. Meu coração tá dividido, né?!
ARMINDO – É pá! Como eu adoro quando me falas assim.
ROBERTO – eheheheheh Eu sabia que cê ia ficar todo babado ouvindo o que falei.
ARMINDO – Ó Berto, mas não havia necessidade de ligares e desligares só porque era o 13º bate- papo. Em vez de 13º seria o 12º + 1. Eheheheheh
ROBERTO – É isso, mora! Como não pensei isso antes?
ARMINDO – Afinal, não são só os portugas que não pensam. Eheheheheh
ROBERTO – Essa foi na hora, Mindo! Gostei. Eheheheheh
ARMINDO – Mas quem não está a gostar desses teus preconceitos doentios sou eu, pá! Julguei que tu comigo estavas a curar-te aos poucos desse teu TOC, mas infelizmente vejo que o meu insucesso é total.
ROBERTO – Que nada, Mindo! Com você, bem que eu tô melhorando a olhos vistos, mora!
ARMINDO – Ó Berto, a propósito, estou a lembrar-me que tu no início deste nosso bate-papo disseste que estavas duplamente decepcionado comigo. Um motivo já me disseste, mas o outro ainda não. Qual é, carago?
ROBERTO – eheheheheh Afinal, cê pensa, cara!!!
ARMINDO – eheheheheh
ROBERTO – Porque você não tá indo no Portal Clube do Rei como antes? Faz tempo não tò vendo você transando por lá.
ARMINDO – Ó Berto, eu sempre vou ao Portal, pá! Apenas não tenho é participado tanto no fórum como antes. Só isso.
ROBERTO – Pois, mas me interrogo sobre o porquê, né?!
ARMINDO – Ó pá, sabes como é: eu sempre considerei e considero o Clube do Rei o melhor Portal do mundo. Contudo, nada é perfeito e, como tal, não é de estranhar que por vezes ocorram coisas menos positivas (para não dizer negativas) que só o tempo se encarrega de apagar e às vezes um interregno é preciso, tal qual as tuas “Folhas de Outono” que quando caiem nascem outras no lugar.
ROBERTO – Olhe aí, Mindo. Parafraseando você, me apetece até dizer: nem estou em mim, carago!!!
ARMINDO – Tás a gozar comigo, Berto?
ROBERTO – Que nada, bicho! Cê sempre se precipita em seus julgamentos e se esquece que também eu me influencio por seus ditos, tal como você se influencia pelos meus, né?!   
ARMINDO – E então…
ROBERTO – Então eu disse pra você que não tava em mim porque achei sua saída bem poética Tá na cara onde cê foi buscar sua inspiração, mora!
ARMINDO – Tens razão, Berto. A tua obra é imensa, tal como imensa é a quantidade de ensinamentos que dela usufruo e tento aplicar. É que tu és completo, pá: falas de amor, de desamor, de família, de amizade, de paz, de ecologia, de fé. Homenageias a tua terra, o teu país, as mulheres de 40, as mulheres pequenas, as mulheres gordinhas, profissões e muito, muito mais.
ROBERTO – Olhe aí, Mindo. Cê sabe que quando eu disse que sabia onde cê foi buscar sua inspiração poética, que não estava me referindo a minha obra musical, mas sim a algo que muito o impressiona, em sítio longe de você. Eheheheheh
ARMINDO – Ah! Já entendi, pá! Estás a referir-te aos enigmas espalhados pelos quatro cantos do mundo, como por exemplo, a Lage de Palenque, a Pirâmide e o Colosso de Tula, no México, as Pistas de Nazca e as pirâmides Incas, no Peru, as Grutas de Reneu-le-Chateaux, em França, etc.
ROBERTO – Pére aí, pére aí, cara! Cê continua fugindo com seu rabo da seringa, mas me diga uma coisa, bicho: Porque em tantos enigmas que nomeou, cê não falou na Pedra da Gávea e no Corcovado, no Brasil?
ARMINDO – Pedra da Gávea…Corcovado… O que é isso, carago?
ROBERTO – Cê sendo um curioso do inexplicável, me está dizendo nada saber sobre a Pedra da Gávea e Corcovado? Não dá pra entender, não, bicho!
ARMINDO – Ó Berto, sabes bem que é impossível um gajo saber tudo e que andamos sempre a aprender.
ROBERTO – Tudo bem cara. Então anote aí que a Pedra da Gávea (no Rio), reúne uma série de enigmas ainda por desvendar, desde sua forma de esfinge ao rosto bem desenhado que ostenta, até às inscrições nela gravadas. O Corcovado é a maior esfinge do Universo que aguarda pacientemente que um dia alguém desvende seus segredos. Cê viu meu filme “Roberto Carlos – Ritmo de Aventura”? Muitas cenas foram rodadas na Pedra da Gávea e no Concorvado, bicho!
ARMINDO – Se lembro, pá! Fui com o Nelo ver o filme ao Olímpia do Porto. Como já não havia ingressos, tivemos que os comprar na rua a um candongueiro. Tal como quando te fui ver a Guimarães no passado dia 11 de Março de 2006, também aí fui para a Galeria que era mais barato e também aí todos tiveram que esperar por ti. Ainda não estava na hora do início da sessão e a malta já estava impaciente batendo com os pés no chão, assobiando e chamando: Roberto, Roberto, Roberto! Finalmente tu apareceste na tela e a malta delirou dando-te uma salva de palmas. A cena pior foi quando os bandidos foram no teu encalço e te prenderam. Aí a malta se pudesse entrava pela tela dentro e dava cabo dos gajos. As cenas melhores foram aquelas em que tu cantavas, “Por isso eu corro demais” e “Eu sou terrível”, em que a malta te acompanhava, batendo palmas. Uma autêntica algazarra. Era no tempo em que a malta ao fim de semana só tinha duas saídas: ou ia a um baile com a garota ou ao cinema ver um filme de acção, do género “Gringo e a sua pistola de oiro”, “Sartana chega e mata”, “Os 7 magníficos”, “Hércules”, “Os Gladiadores de Roma”. Lembro-me que a malta, influenciados pelo Hércules e pelos Gladiadores, usava largas faixas de couro nos pulsos para impressionar as chabalas. Eu, em vez das faixas, usava no pulso uma pulseira igual à tua, armado em Roberto Carlos. eheheheheh
ROBERTO – Minha nossa! Como o tempo passa, né?
ARMINDO – É isso, pá! E como às vezes tu me surpreendes, Berto! A malta lá no Portal, quando ler este bate papo, nem vai acreditar, carago!
ROBERTO – eheheheheh Cê pensava o quê de mim, bicho? Que eu só me interessava por música?
ARMINDO – Não é isso, Berto. Que te interessavas por futebol, em especial pela selecção canarinha e pelo teu Vascão, eu sabia, mas sobre os enigmas do planeta confesso que estava longe de imaginar.
ROBERTO – Pô, cê tem vezes que pensando estar perto tá longe de tudo, mora! E lhe digo mais, cara: em Portugal me intriga o que ainda está por esclarecer sobre a naturalidade de Cristóvão Colombo, se genovesa, se portuguesa, e sobre o ouro dos t
Templários, se em Gisors (França), se em Tomar (Portuga)l, mas aqui uma certeza eu tenho: os Cavaleiros de Cristo, foram expulsos e chacinados por Filipe “O Belo” de França, que assim se viu livre da tremenda dívida monetária que tinha para com eles. Alguns conseguiram fugir para outros países e muitos optaram por se refugiar em Portugal onde já existiam templários em suas fortificações. El-Rei D. Dinis, a quem chamavam “O Lavrador” e “O Trovador”, inteligentemente os recebeu mudando apenas a designação da Ordem que passou a se chamar de “Ordem de Cristo”, com sede em Tomar. O brasão da Ordem (a Cruz de Cristo) é, sem dúvida, proveniente da Cruz Templária. É indiscutível que os Templários foram uma pedra basilar nos Descobrimentos Portugueses e, como tal, responsáveis por eu existir. Eheheheheh
ARMINDO – !?!?!?!?!?
ROBERTO – Alô! Cê tá aí, Mindo?
ARMINDO – Estou, pá!
ROBERTO – Por um momento tive a sensação que você tinha dado o fora, cara!
ARMINDO – Acontece que me deixaste sem palavras. És tu mesmo que estás a falar comigo, Berto? Não será o malandro do Marlos Ribeiro que uma vez me lixou fazendo-se passar por ti? Ou será o Pilattis que anda fugido do Portal? Ou será o Fabiano, do “Aplauso”, o melhor programa radiofónico do mundo a ti dedicado? Ou, pensando bem, será que é a Rosangela que está a falar comigo?
ROBERTO – Puxa vida, meu! Cê falou na Rosangela? Como ela podia imitar minha voz, bicho?
ARMINDO – Sei lá, pá! Desde que vi um porco a andar de bicicleta acredito-me em tudo. Além disso, ela é tão louca por ti que não me admirava nada saber que tenha ensaiado a tua voz vezes sem conta até à perfeição. Sabes bem que dos teus fãs tudo é possível, pá!
ROBERTO – eheheheheh Como vou agora fazer você acreditar que sou eu mesmo que lhe estou falando, Mindo?
ARMINDO – Só há uma hipótese, Berto! A cantar ninguém consegue imitar-te. Por isso, canta um pouco para mim, ok? Depois até te dou um doce!
ROBERTO – eheheheheh Amigo arrasta uma cadeira, chega mais pra perto e fale o que quiser, fale o que tiver vontade, de amor, de saudade, fale de mulher…
ARMINDO – Ó Berto, não precisas de cantar mais, pá! Está visto que tu és tu, pá! A tua poesia, a tua música e o teu cantar são inconfundíveis.
ROBERTO – Não exagere, bicho!
ARMINDO – Ó Berto, de repente estou a ouvir a tua voz com eco. Será do teu ou do meu telemóvel?
ROBERTO – Não é nada disso, cara! Cheguei no banheiro pra fazer xixi e como meu banheiro é grande ele faz eco, né?! Eheheheheh
ARMINDO – Ah! Então vê se seguras bem isso na mão pra não o deixares cair no sanitário como da outra vez. Eheheheheh
ROBERTO – Mas que coisa cê tá falando, cara?
ARMINDO – Do teu telemóvel, é claro! Que outra coisa podias tu deixares cair no sanitário?
ROBERTO – Não tô usando meu celular na mão, cara! Desde que aconteceu aquele incidente durante um nosso bate-papo em que eu deixei cair meu celular no sanitário, passei usando fone de ouvido. Assim eu fico com minhas mãos livres, sabia? Utilizando meu sistema blooth dá até pra eu aproveitar e dar uma olhada no almanaque do Tio Patinhas que sempre tenho em meu banheiro.
ARMINDO – Oram pois! Estou a imaginar a cena, pá! Tu a dares uma mija com o Tio Patinhas na mão. eheheheheh Que barulho é esse, Berto? Aconteceu algum problema aí no banheiro?
ROBERTO – Não aconteceu nada Mindo, Esse barulho que cê tá ouvindo fui eu dando descarga no autoclismo. Eheheheheh
ARMINDO – Ah! Agora que já fizeste xixi, não te esqueças de pôr o coiso no sítio.
ROBERTO – Que coiso cê tá falando, cara?
ARMINDO – Do Tio Patinhas, pá! Que outra coisa estavas a pensar, Berto?
ROBERTO – Não táva pensando nada, bicho!
ARMINDO – Ó Berto, sabes o que eu estou a pensar, pá?
ROBERTO – Pô, que mania cê sempre tem de querer fazer de mim adivinho! Como cê quer que eu saiba o que cê ainda não falou pra mim? Eheheheheh
ARMINDO – Estava a pensar que o nosso bate-papo vai longo e já estou a imagina-lo publicado no fórum do Portal e a aparecer por lá aquela tua fã do Peru, a Isabel Trevejo, a comentar mais uma vez que gostou de ler mas que o bate-papo é longo demais para o leitor, ou seja, que devia ser mais curto.
ROBERTO – Bem que ela tem razão, cara. Porque você não resolve o problema dividindo este bate-papo em dois?
ARMINDO – Ó pá, eu até já tinha pensado nisso, mas cheguei à conclusão que isso seria desvirtuar a realidade. Além disso, nós somos assim, Berto: quando começamos a bater papo ninguém nos pára. Depois, temos que partir do princípio que só lê os nossos bate- papos quem quer, não é?
ROBERTO – Bicho, não seja tão radical assim, mora! Cê devia saber como são as mulheres que pegam connosco por tudo e por nada. Não é machismo não, cara! É a experiência que tá falando e cê sabe bem o quanto eu as respeito e as tenho as consideração. Cê mesmo há pouco falou de minhas homenagens a elas.
ARMINDO – É isso, Berto. Ainda há dias uma minha amiga e obviamente tua fã (porque quem meu amigo é teu fã tem de ser), disse-me que os homens eram todos iguais, que eram isto e aquilo, ou seja, tudo negativo. E eu imediatamente me solidarizei com ela, respondendo: Tens razão rapariga… é por essas e por outras que eu só gosto é de mulheres. Eheheheheh
ROBERTO – eheheheheh Cê disse isso a ela, Mindo? E ela que disse pra você?
ARMINDO – Não disse nada, pá! Apenas sorriu. E sabes que às vezes um sorriso vale por mil palavras.
ROBERTO – É isso aí, cara! As mulheres sempre nos dão a volta, mas acontece que nós sempre marcamos nossa presença, né?!
ARMINDO – Por falares em presença, estou a lembrar-me duma cena do carago que recentemente aconteceu comigo, pá!
ROBERTO – Me conte essa cena, Mindo. Cê sabe o quanto gosto saber o que acontece com você.
ARMINDO – Há dias, como estava a estranhar a tua ausência e porque não tenho o número do teu celular que tu teimas em não me dar com receio que eu o divulgue à malta do Portal, lembrei-me e recorri ao teu site e em “Papo Firme” deixei lá a seguinte mensagem:
"Olá, Berto!
Tás porreiro, pá?
É só pra te dizer que já publiquei o "12º Bate-papo entre o Roberto e eu".
Julgo ter sido fiel no relato que fiz. Contudo, depois de leres, estou certo que tu me vais dizer qualquer coisa da próxima vez que me telefonares, ou seja se está bem ou mal.
Espero que não demores tanto a telefonar-me como da última vez, senão fico lixado contigo e depois não te admires por eu te dizer os palavrões que sempre me dizes que não gostas que eu diga mas que eu sempre imagino que tu adoras. Eheheheheh
Um abração luso-brasileiro".
ARMINDO – Como não publicaram a minha mensagem, enviei para a administração do site a seguinte mensagem:
“Caros Amigos. Venho pela presente manifestar o meu profundo descontentamento face aos critérios que usam na aceitação ou não das mensagens que são enviadas pelos admiradores de Roberto Carlos, através do item "Papo Firme", desse site. Com efeito, por mais de uma vez que vejo sonegadas mensagens minhas, sem ao menos se dignarem informarem-me do motivo, quanto mais não fosse para que de futuro eu não voltasse a enviar mensagens de redacção análoga. Como tal não aconteceu, sou obrigado a concluir que lamentavelmente esse site (nomeadamente quem o administra) opta por se restringir à aceitação e consequente publicação de mensagens padronizadas que, no meu entender e salvo melhor opinião, em nada abonam em favor de um site que se devia pretender aberto, como aberto é aquele que lhe dá o nome e a razão de existir. Sendo certo que não se pode confundir abertura com faltas de respeito, creio que as minhas mensagens, não deviam ser merecedoras de rejeição, porquanto se algo têm de especial que fuja à referida regra padronizada, é apenas o facto de terem sido redigidas num tom directo e humorístico, porque também sentido de humor tem Roberto Carlos. Ora, não vejo (e mais uma vez salvaguardando melhor opinião), qual o cariz inconveniente que viram na minha mensagem supra para não a publicarem, tanto mais que em termos de composição em nada se compara àquelas que por ordem numérica vão sendo publicadas no fórum do Portal Clube do Rei, como é o caso recente do 12º Bate-papo que anexo. Certo da Vossa melhor atenção para o exposto, apresento os meus melhores cumprimentos. Cordiais Saudações Robertocarlisticas. Armindo Guimarães - Porto – Portugal”.
ARMINDO – Em resposta, recebi a seguinte mensagem:
“Prezado Armindo. Nossa sessão, diferente de outras sessões em outros sites, se destina a mensagens enviadas para Roberto Carlos. Sua mensagem não foi publicada pois era um relato de um bate papo que existiu somente em sua imaginação. Em suas mensagens você cita respostas que Roberto Carlos teria dado durante estes “encontros”. Veja bem, temos uma preocupação não é de sermos um site aberto ou o primeiro a divulgar as novidades mas um site onde você realmente pode confiar nas informações fornecidas. Somos o site oficial de Roberto Carlos portanto o que escrevemos aqui é aprovado por ele e tomamos o cuidado de nunca responder em seu nome. Sempre que algo leva a assinatura do cantor neste site você pode estar certo de que foi ele próprio que escreveu. Suas mensagens, da forma com que foram redigidas, poderiam dar a falsa impressão para outros internautas de que estes encontros realmente aconteceram. Somos abertos ao humor, temos participantes que nos escrevem de forma lúdica e divertida portanto adoraríamos receber outras mensagens suas que não citassem uma pseudo-participação de Roberto Carlos (a não ser que você deixasse bem claro em seu texto de que tudo não passa de fruto de sua imaginação). Esperamos poder contar em breve com sua participação em nossa sessão Papo Firme. Certos de sua compreensão. Um abraço. Site Oficial RC”.
ROBERTO – Eu soube dessas suas mensagens e a resposta que você recebeu foi a mais acertada. Cê sabe que o combinado foi publicarmos nossos bate-papos no Portal e mesmo aí se lembra que acordamos não ser na Primeira Página mas apenas no Fórum para não darmos muito nas vistas, né?!
ARMINDO – Tudo bem, Berto. E eu até que concordei com eles (sabes que eu sempre tento ser um gajo flexível) e arrumei o assunto com esta minha resposta:
“Caros Amigos. Extremamente sensibilizado, venho agradecer a vossa simpática resposta à minha mensagem. Na verdade, reconheço a razão dos factos invocados e obviamente o motivo porque não publicaram a minha mensagem, evitando-se, assim, interpretações erróneas. Assim, peço aceitem as minhas desculpas pelo facto de não ter previsto tal situação. Aproveito ainda para dizer que o facto de terem sido breves e cordiais na resposta, muito contribui para a acreditação do site juntos dos admiradores de Roberto Carlos. Grato pela atenção dispensada, apresento os meus melhores cumprimentos. Saudações Robertocarlistica.s Armindo Guimarães - Porto – Portugal”
ROBERTO – Muito boa sua resposta, bicho!
ARMINDO – Sim, pá! Foi uma resposta boa, mas cá para nós que ninguém nos ouve, não vejo grande diferença entre as minhas mensagens e aquelas que leio no “Papo Firme” do teu site.
ROBERTO - Mas porque cê não colabora enviando mensagens humorísticas, deixando bem claro em seu texto de que tudo não passa de fruto de sua imaginação, cara?
ARMINDO – Ó Berto, vai-te lixar, carago! Sabes bem que tudo o que escrevo a teu respeito não é imaginação minha e que, mesmo assim, sempre deixo no final o aviso do costume: “O texto que acabaram de ler é fictício. Qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência”. E esta frase nem sequer é da minha autoria, pois aparece em qualquer filme ou telenovela. Estive até para mandar para lá duas mensagens do género das que por lá aparecem, mas pensei melhor e resolvi não as mandar.
ROBERTO – E que mensagens eram, Mindo?
ARMINDO – Uma, era esta:
“Roberto, eu sempre fui sua fã desde os 5 anos. Minha vida é sempre baseada em você e em suas músicas. Me casei e quando tive meu nené lhe dei seu nome. Agora, ele tem 15 anos e também é seu fã. Sei que você tem uma costela lusa, mas daí a ter selecionado de entre milhares de fãs um portuga que ainda por cima não vive no Brasil mas do outro lado do Atlântico, não dá pra entender, não! Meu ciúme tá atingindo o limite! Um abração triste. Ah! Se você finalmente reconsiderar e deixar de dar exclusivo telefónico ao tal portuga, eu vou ficar muito contente. Tome nota de meu celular, viu? 2006549725. Amo você! Gena – Santo André - Brasil”.
E a outra, era assim:
“Oi, Roberto Carlos! Me chamo Faustino e sou de Parnamirim. Tenho 38 anos e sou seu fã incondicional mesmo antes de nascer, pois meus papais me fizeram ouvindo você a 120, 150, 200 km por hora nas Curvas da Estrada de Santos e o acidente fui eu. Coleciono tudo de você. Livros, revistas, recortes de jornais, discos de vinil, K7, CDs, filmes, vídeos, etc. Mas de tudo, guardo no peito um medalhão igual ao seu que mamãe me ofereceu quando eu consegui estar um dia e uma noite em casa sem cantar uma de você. Isso já foi há 1 mês e estou até me mentalizando pra achar outro dia e noite sem cantar uma de você em minha casa pra meus papais me darem a pulseira igual à sua que falta em meu pulso. Tem outra coisa, eu tou muito triste com você batendo papo telefónico com um tal portuga, se esquecendo de mim! Nem dá pra acreditar e choro! Me telefone já, viu? Meu número de casa é 23545765489 e de meu celular é 9812527654. Um forte abraço pra você! Faustino – Parnamirim - RN”.
ROBERTO – eheheheheh Onde cê foi buscando essas mensagens, bicho?
ARMINDO – A lado nenhum, pá! É só pra veres se existe alguma diferença entre aquelas mensagens e as que eu escrevo sobre os nossos bate-papos.
ROBERTO – Oi, Mindo! Você agora bem que me fez lembrar Chico Anísio e Jô Soares. eheheheheh
ARMINDO – Na verdade, até em humoristas o Brasil é um mundo, pá!
ROBERTO – Olhe aí, cara! Támos falando há um tempão e a tal minha fã lá do Peru vai ter razão se queixando outra vez de bate-papo tão longo. Eheheheheh
ARMINDO – Não te esqueceste! Eheheheheh
ROBERTO – Bicho, pra terminar aqui vai esta só pra você: e nessa conversa vai passando a hora, se alguém espera a gente não demora, e o coração no peito bate forte, e a gente vai embora.
ARMINDO – É isso, Berto: se a conversa é boa o tempo logo passa…
ROBERTO – Mindo, antes que você proponha cantarmos essa, me despeço de você com aquele abração, viu?
ARMINDO – Outro pra ti, Berto! Este nosso bate-papo foi o delírio, pá!
ROBERTO – Não se esqueça de pôr lá no final que tudo é fictício!
ARMINDO – Não te preocupes, pá! Tás comigo, tás com Deus! Com estas coisas todas eu próprio, tal como os colaboradores do teu site, começo a pensar que todos os bate-papos que tivemos até agora e até mesmo este que está a acontecer, não passa de imaginação minha e, como tal, eu devo é ir tratar-me a um psicólogo.
ROBERTO – Se deixe dessa ideia, bicho! Imagine você ir num psicólogo e verificar que ele mesmo também é meu fã, gostando de mim como cê gosta? Cê o punha confuso demais, mora! Ele iria lhe dizer: “Cara, tá bem que você tente dar a entender a todo mundo que seus bate-papos com RC são fictícios, mas não precisava vir em meu consultório me convencer pessoalmente!”.
ROBERTO - eheheheheh
ARMINDO – eheheheheh Ó Berto, tu és um gajo do carago, pá!
ROBERTO – Ah! Não se esqueça também de mandar aquele abração pra toda a galera lá do Portal, viu?
ARMINDO – Está bem, Berto. Ainda me estou a rir com aquela tua saída do psicólogo, eheheheheh Espero que da próxima vez não demores muito a telefonar-me. Xau!
ROBERTO – Tudo bem, Mindo. Xau!

AVISO:

O texto que acabaram de ler é fictício.
Qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência.

A ficção revela verdades que a realidade omite
Jassemin West
Armindo Guimarães

Sobre o autor

Armindo Guimarães - Doutorado em Robertologia Aplicada e Ciências Afins e Escriva das coisas da Vida e da Alma. Administrador, Editor e Redator do Portal Splish Splash e do site oficial da Confraria Cultural Brasil-Portugal. Leia Mais sobre o autor...

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