No ano de 2012 o Rei Roberto Carlos voltou a deliciar o seu numeroso núcleo de fãs com shows maravilhosos, bem à sua imagem e, claro, dentro daquilo que todos ambicionavam. E, mantendo aquela imagem que lhe é tão peculiar, o Rei Roberto Carlos levou todo o seu romantismo por onde passou (São Paulo e Recife, nomeadamente) e sempre com casas lotadas, o que, aliás, por norma sempre acontece. O Rei é o maior cantor da América Latina e um dos maiores à escala mundial, daí arrastar multidões por onde deixa a performance da sua contagiante presença.
No que concerne ao show em Recife, Roberto Carlos pronunciou-se do seguinte modo: "É um enorme prazer poder fazer essa temporada no Recife. Inicialmente seriam apenas dois shows, mas como os ingressos esgotaram rapidamente, resolvemos fazer um dia extra", contou. A capital pernambucana, aliás, tem papel importante na história do artista. Depois de um período de reclusão pela morte da mulher, Maria Rita, em 1999, ele retomou a carreira com a turnê Amor Sem Limite, inaugurada em Recife, em novembro de 2000.
E para os shows do Maracanãzinho, o figurino não mudou, isto é, a enorme procura de ingressos para os três dias. É que, na verdade, os fãs cariocas também veneram o Rei, mau grado o fato do show do final do ano, sob a égide da Globo, não ter sido aberto ao público, à semelhança do que constatou em 2010 em Copacabana com a presença de mais de 400 mil pessoas. Este show, curiosamente, eu assisti em Portugal (passava o Natal com a minha família na cidade de Angra do Heroísmo, Açores), via online, com um grupo de amigos e que também eles ficaram impressionados com o mar de gente que esteve em Copacabana para acompanhar Roberto Carlos que, refira-se, teve como convidada especial Paula Fernandes.
Outra particularidade, o fato deste show de ontem coincidir com o aniversário de Dudu Braga, filho do Rei que completou 44 anos de idade. Dudu Braga que sempre acompanha o pai. Uma ligação de pai e filho exemplar. Dudu Braga que também é sempre notícia.
ATRASOU UMA HORA E MEIA – Escusado será dizer que, mais uma vez, o Maracanãzinho abarrotou de fãs do Rei. De todas as idades. Impressionante. E o mais impressionante foi vermos muitas senhoras deficientes entrando de cadeira de rodas. É por estas e por outras que Roberto Carlos continua a ser o maior Rei do Brasil e venerado pelo povo, inclusive quando a multidão esperou hora e meia para o espetáculo começar. Houve uns ténues gritinhos de “espernear”, mas não passou daí. Até nos momentos de espera e de impaciência, deu para brincadeira, nomeadamente quando na arquibancada surgiu uma bandeira do Fluminense. Logo os flamenguistas apuparam em réplica, gritando “mengão, mengão”. O atraso de Roberto Carlos, que esteve a gravar para o programa do Faustão (a ser exibido amanhã), teve origem num engarrafamento na Barra da Tijuca, o que era de esperar devido à chuva que caiu.
E VIERAM AS EMOÇÕES PARA AQUECER O AMBIENTE – Quando Roberto Carlos pisou o palco, uma estrondosa ovação o que deu para perceber, desde logo, que o público (que nunca arredou pé) nem fez questão de cobrar o Rei pela demora. Quando Rei é Rei, quando é uma figura de alta estima, isso jamais acontece. Porém, estamos convictos de que se fosse outro artista, a situação seria bem diferente. Convenhamos que uma hora e meia de espera é muita coisa.
Roberto Carlos abriu o show com Emoções e continuamente continuou a brindar o público com canções bem conhecidas do seu vasto repertório. E, repetindo, deu para perceber, claramente (dúvidas nunca as tivemos) que este povo brasileiro, num país lés-a-lés, adora Roberto Carlos.
RECORDOU UMAS PEQUENAS HISTÓRIAS – Como sempre sucedo nos seus shows, Roberto Carlos sempre conta algumas das suas muitas histórias, para alegrar o público, que também as recebe com enorme satisfação. Mais uma vez, a história do seu cachorro o “axaxá” (será assim mesmo?), uma vira-lata que o Rei descobriu num livro infantil. Daí partir para o Portão, canção que fala do seu velho cão.
O SENTIMENTO POR LADY LAURA – Jamais Roberto Carlos esquece sua mãe e, naturalmente, com todo o sentimento que lhe é peculiar, interpreta Lady Laura. E, curiosamente, quando terminou apontou com o dedo para o céu. Sintomático.
Claro que o show teve outros ingredientes de total agrado do público, mormente quando Roberto Carlos cantou acompanhado por um “De-Jay”. Foi mesmo um delírio robertocarlístico, ainda mais acentuado quando o Rei interpretou o seu mais recente êxito “Esse cara sou eu”, da novela Salve Jorge. Afinal, o cara que toda a mulher gostaria de ter. Afinal, esse cara é mesmo Roberto Carlos, o sempre bem-amado pelo povo brasileiro. Atrasou uma hora e meia, mas isso não beliscou em nada o carinho que o público tem por ele. E viu-se quando o espetáculo se iniciou: uma estrondosa ovação, com gritos de “Rei, Rei, Rei”. Para quê mais palavras...
A parte final do show meteu Jesus Cristo, mas antes já Roberto Carlos havia cantado Nossa Senhora. Depois as rosas para as senhoras que estavam na plateia, um ato simbólico e que Roberto Carlos faz questão de manter em todos os seus shows. E tanta senhora que deseja apanhar uma rosa das mãos do Rei.
Por: Carlos Alberto Alves
No que concerne ao show em Recife, Roberto Carlos pronunciou-se do seguinte modo: "É um enorme prazer poder fazer essa temporada no Recife. Inicialmente seriam apenas dois shows, mas como os ingressos esgotaram rapidamente, resolvemos fazer um dia extra", contou. A capital pernambucana, aliás, tem papel importante na história do artista. Depois de um período de reclusão pela morte da mulher, Maria Rita, em 1999, ele retomou a carreira com a turnê Amor Sem Limite, inaugurada em Recife, em novembro de 2000.
E para os shows do Maracanãzinho, o figurino não mudou, isto é, a enorme procura de ingressos para os três dias. É que, na verdade, os fãs cariocas também veneram o Rei, mau grado o fato do show do final do ano, sob a égide da Globo, não ter sido aberto ao público, à semelhança do que constatou em 2010 em Copacabana com a presença de mais de 400 mil pessoas. Este show, curiosamente, eu assisti em Portugal (passava o Natal com a minha família na cidade de Angra do Heroísmo, Açores), via online, com um grupo de amigos e que também eles ficaram impressionados com o mar de gente que esteve em Copacabana para acompanhar Roberto Carlos que, refira-se, teve como convidada especial Paula Fernandes.
Outra particularidade, o fato deste show de ontem coincidir com o aniversário de Dudu Braga, filho do Rei que completou 44 anos de idade. Dudu Braga que sempre acompanha o pai. Uma ligação de pai e filho exemplar. Dudu Braga que também é sempre notícia.
ATRASOU UMA HORA E MEIA – Escusado será dizer que, mais uma vez, o Maracanãzinho abarrotou de fãs do Rei. De todas as idades. Impressionante. E o mais impressionante foi vermos muitas senhoras deficientes entrando de cadeira de rodas. É por estas e por outras que Roberto Carlos continua a ser o maior Rei do Brasil e venerado pelo povo, inclusive quando a multidão esperou hora e meia para o espetáculo começar. Houve uns ténues gritinhos de “espernear”, mas não passou daí. Até nos momentos de espera e de impaciência, deu para brincadeira, nomeadamente quando na arquibancada surgiu uma bandeira do Fluminense. Logo os flamenguistas apuparam em réplica, gritando “mengão, mengão”. O atraso de Roberto Carlos, que esteve a gravar para o programa do Faustão (a ser exibido amanhã), teve origem num engarrafamento na Barra da Tijuca, o que era de esperar devido à chuva que caiu.
E VIERAM AS EMOÇÕES PARA AQUECER O AMBIENTE – Quando Roberto Carlos pisou o palco, uma estrondosa ovação o que deu para perceber, desde logo, que o público (que nunca arredou pé) nem fez questão de cobrar o Rei pela demora. Quando Rei é Rei, quando é uma figura de alta estima, isso jamais acontece. Porém, estamos convictos de que se fosse outro artista, a situação seria bem diferente. Convenhamos que uma hora e meia de espera é muita coisa.
Roberto Carlos abriu o show com Emoções e continuamente continuou a brindar o público com canções bem conhecidas do seu vasto repertório. E, repetindo, deu para perceber, claramente (dúvidas nunca as tivemos) que este povo brasileiro, num país lés-a-lés, adora Roberto Carlos.
RECORDOU UMAS PEQUENAS HISTÓRIAS – Como sempre sucedo nos seus shows, Roberto Carlos sempre conta algumas das suas muitas histórias, para alegrar o público, que também as recebe com enorme satisfação. Mais uma vez, a história do seu cachorro o “axaxá” (será assim mesmo?), uma vira-lata que o Rei descobriu num livro infantil. Daí partir para o Portão, canção que fala do seu velho cão.
O SENTIMENTO POR LADY LAURA – Jamais Roberto Carlos esquece sua mãe e, naturalmente, com todo o sentimento que lhe é peculiar, interpreta Lady Laura. E, curiosamente, quando terminou apontou com o dedo para o céu. Sintomático.
Claro que o show teve outros ingredientes de total agrado do público, mormente quando Roberto Carlos cantou acompanhado por um “De-Jay”. Foi mesmo um delírio robertocarlístico, ainda mais acentuado quando o Rei interpretou o seu mais recente êxito “Esse cara sou eu”, da novela Salve Jorge. Afinal, o cara que toda a mulher gostaria de ter. Afinal, esse cara é mesmo Roberto Carlos, o sempre bem-amado pelo povo brasileiro. Atrasou uma hora e meia, mas isso não beliscou em nada o carinho que o público tem por ele. E viu-se quando o espetáculo se iniciou: uma estrondosa ovação, com gritos de “Rei, Rei, Rei”. Para quê mais palavras...
Escriba das coisas da vida e da alma. Admin., Editor e Redator do luso-brasileiro Portal Splish Splash. Máxima favorita: "Andamos sempre a aprender e morremos sem saber". VER PERFIL
Comentários
Enviar um comentário
🌟Copie um emoji e cole no comentário: Clique aqui para ver os emojis