A jornada real de Rizalva Elting, da dor profunda à reconstrução interior e familiar
Quando a dor vira caminho, a esperança deixa de ser hipótese
"Uma vida marcada por quedas pode renascer com ainda mais força."
Vímara Porto
Rizalva Elting conheceu a dureza da vida cedo demais. Cresceu cercada por dificuldades, abusos e rejeições que a deixaram com uma pergunta amarga na boca: afinal, vale mesmo a pena viver? Já adulta, tentou reconstruir o próprio destino ao formar uma família, mas a violência voltou a atravessar o seu caminho — desta vez, dentro de casa. Na tentativa de romper esse ciclo, imigrou para os Estados Unidos, onde acreditava encontrar novas oportunidades. O que encontrou foram outros desafios: o preconceito, o ambiente hostil e o envolvimento de um dos filhos com drogas, cenário que exigiu dela forças que ainda nem sabia possuir.
É desse percurso cru e intenso que nasce a autobiografia Vale a pena viver?, um relato em que Rizalva expõe feridas, perdas e quedas, mas também revela como cada golpe acabou por lhe abrir espaço para transformações profundas. Um dos momentos mais marcantes do livro é a virada na vida do filho Allan. Após se aproximar de más influências, foi no exército que encontrou disciplina, estrutura e um novo rumo, reconstruindo o futuro que parecia ameaçado. Ao mesmo tempo, a autora também se reencontrava: o budismo surgiu como um fio de luz na escuridão, guiando-a a ressignificar a dor e a recuperar o prazer de existir.
A recitação do mantra Nam-Myoho-Rengue-Kyo, inspirada nos ensinamentos de Nichiren Daishonin, tornou-se para ela um ponto de equilíbrio e coragem. A prática ajudou-a a lidar com desafios físicos — como os miomas uterinos e o diagnóstico de Parkinson — e abriu caminho para a cura emocional. Entre relatos de medo, resiliência e aceitação, Rizalva mostra que o perdão, quando praticado a partir da consciência e não da fraqueza, é também uma forma de libertação.
A obra cresce em intensidade à medida que conduz o leitor por esta jornada que, embora marcada por sombras, encontra luz nos lugares mais improváveis. A autora defende, com a sinceridade de quem viveu cada cicatriz, que fé, disciplina e autoconhecimento são ferramentas poderosas para transformar vidas. Ao acompanhar a sua história, a resposta à pergunta do título não chega como slogan — chega como constatação: sim, vale a pena viver.
FICHA TÉCNICA
Título: Vale a pena viver?
Autora: Rizalva Elting
ISBN: 978-6552782854
Páginas: 100
Preço: R$ 35,90
Onde comprar: Mercado Livre
Sobre a autora
Pernambucana, Rizalva Maria dos Santos, conhecida como Rizalva Elting, formou-se em Comunicação Social pela Escola Superior de Relações Públicas de Pernambuco. Complementou a formação com cursos em mediação de conflitos e terapias holísticas — cromoterapia, musicoterapia e técnicas integradas de bem-estar, que reforçam a sua atuação como esteticista. Recentemente concluiu o curso de Terapia de Reprocessamento, expandindo as suas ferramentas de cuidado emocional. Vale a pena viver? é a sua estreia literária. Instagram: @rizalva_elting — Youtube: Rizalva Elting
Nota do Editor – Portal Splish Splash: Este livro não é apenas uma autobiografia: é um testemunho honesto de sobrevivência e reconstrução. Histórias como a de Rizalva lembram-nos que, mesmo quando o mundo insiste em fechar portas, a coragem de continuar é, por si só, uma forma de vitória.
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A jornada real de Rizalva Elting, da dor profunda à reconstrução interior e familiar
Redatora do luso-brasileiro Portal Splish Splash. VER PERFIL
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