Cantata cénica de Joly Braga Santos (centenário do nascimento 1924-2024) Poema de Natália Correia (centenário 1923-1993) e David Mourão-Ferreira Cantigas de amigo Airas Nunes, Martin Codax
Direção Musical António Costa Banda Sinfónica da Polícia de Segurança Pública Direção do coro Jorge Carvalho Alves Coro Sinfónico Lisboa Cantat
CCB . 30 de junho . domingo . 19h00 . Grande Auditório
Ficha artística Encenação Fernando Gomes Assistente de encenação Nicolás Isasi Coreografia Catarina Moreira Elementos cénicos Luís Vieira-Baptista Figurinos Maria Gonzaga Guarda-Roupa Peris Costumes Iluminação Pedro Leston/Leston Design Som Jorge Barata Revisão de texto Teresa Machado
Atores Dom Fernando José Raposo Dom Garcia Mário Redondo Dom Afonso Ricardo Raposo Dom Sancho Pedro Saavedra Dona Urraca Leonor Seixas Dona Elvira Sara Belo Anjo Mariana Pereira Mensageiro Pedro Saavedra
Cantores Jogral Marco Alves dos Santos Tenor Virgem Bárbara Barradas Soprano Três avelaneiras Filipa Passos Soprano Sara Afonso Soprano Rita Morão Tavares Contralto
Bailarinos Afonso Minderico, Beatriz Giménez, Catarina Teles, Diogo Medeiros, Ema Amaral, Henrique Palma, Leonor Santos, Lucas Rodrigues, Manuel Salgado, Rita Pinto, Rafaela Ferreira, Rúben Santos
Documentário Nicolás Isasi (realizador) António Cristo (câmaras e edição) Fotografia Tiago Fezas Vital Design gráfico Danuta Wojciechovska – Lupa Design Conselheiro financeiro Paulo Louro Rodrigues Conselheiro jurídico João de Brito Direção de produção Paulo Enes da Silveira Produção Ana Enes, Paula Coelho
Em 1971, António Barge, médico de Vilar de Mouros, encomendou a três grandes vultos da cultura portuguesa uma obra emblemática para a inauguração do Festival de Vilar de Mouros: a cantata cénica D. Garcia. Joly Braga Santos foi o compositor. Natália Correia e David Mourão Ferreira, autores do libreto. A referida obra foi composta para a Banda Sinfónica da Guarda Nacional Republicana, grande coro sinfónico, cinco solistas cantores e seis declamadores.
Esta grandiosa cantata é inspirada na história de D. Garcia e os seus quatro irmãos (D. Sancho, D. Afonso, D. Elvira e D. Urraca), filhos do rei D. Fernando, de Castela. A trama desenrola-se em torno da desavença entre os irmãos, quando o pai anuncia a divisão do reino. São travadas lutas fratricidas que culminam com o cativeiro de D. Garcia (tio-avô de D. Afonso Henriques, fundador de Portugal) no Castelo de Luna, local onde viria a sucumbir.
A memorável estreia desta obra esteve a cargo da Banda da Guarda Nacional Republicana, sob a direção do maestro Silva Dionísio.
Dom Garcia
Cantata cénica de Joly Braga Santos (centenário do nascimento 1924-2024)Poema de Natália Correia (centenário 1923-1993) e David Mourão-Ferreira
Cantigas de amigo Airas Nunes, Martin Codax
Direção Musical António Costa
Banda Sinfónica da Polícia de Segurança Pública
Direção do coro Jorge Carvalho Alves
Coro Sinfónico Lisboa Cantat
Ficha artística
Encenação Fernando Gomes
Assistente de encenação Nicolás Isasi
Coreografia Catarina Moreira
Elementos cénicos Luís Vieira-Baptista
Figurinos Maria Gonzaga
Guarda-Roupa Peris Costumes
Iluminação Pedro Leston/Leston Design
Som Jorge Barata
Revisão de texto Teresa Machado
Atores
Dom Fernando José Raposo
Dom Garcia Mário Redondo
Dom Afonso Ricardo Raposo
Dom Sancho Pedro Saavedra
Dona Urraca Leonor Seixas
Dona Elvira Sara Belo
Anjo Mariana Pereira
Mensageiro Pedro Saavedra
Cantores
Jogral Marco Alves dos Santos Tenor
Virgem Bárbara Barradas Soprano
Três avelaneiras Filipa Passos Soprano
Sara Afonso Soprano
Rita Morão Tavares Contralto
Bailarinos
Afonso Minderico, Beatriz Giménez, Catarina Teles, Diogo Medeiros,
Ema Amaral, Henrique Palma, Leonor Santos, Lucas Rodrigues,
Manuel Salgado, Rita Pinto, Rafaela Ferreira, Rúben Santos
Documentário Nicolás Isasi (realizador)
António Cristo (câmaras e edição)
Fotografia Tiago Fezas Vital
Design gráfico Danuta Wojciechovska – Lupa Design
Conselheiro financeiro Paulo Louro Rodrigues
Conselheiro jurídico João de Brito
Direção de produção Paulo Enes da Silveira
Produção Ana Enes, Paula Coelho
Conferencistas
Maestro António
Victorino d´Almeida,
Maestro Alexandre Delgado
Coprodução Centro Cultural de Belém, ARTPRODES
Em 1971, António Barge, médico de Vilar de Mouros, encomendou a três grandes vultos da cultura portuguesa uma obra emblemática para a inauguração do Festival de Vilar de Mouros: a cantata cénica D. Garcia. Joly Braga Santos foi o compositor. Natália Correia e David Mourão Ferreira, autores do libreto. A referida obra foi composta para a Banda Sinfónica da Guarda Nacional Republicana, grande coro sinfónico, cinco solistas cantores e seis declamadores.
Esta grandiosa cantata é inspirada na história de D. Garcia e os seus quatro irmãos (D. Sancho, D. Afonso, D. Elvira e D. Urraca), filhos do rei D. Fernando, de Castela. A trama desenrola-se em torno da desavença entre os irmãos, quando o pai anuncia a divisão do reino. São travadas lutas fratricidas que culminam com o cativeiro de D. Garcia (tio-avô de D. Afonso Henriques, fundador de Portugal) no Castelo de Luna, local onde viria a sucumbir.
A memorável estreia desta obra esteve a cargo da Banda da Guarda Nacional Republicana, sob a direção do maestro Silva Dionísio.
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