Festival de Arte e Tecnologia Canvas - 30/4 e 10/5

Amplificando a experiência do audiovisual expandido através de performances com imagem e som gerados em tempo real, a próxima edição do CANVAS Audiovisuais acontece no espaço do galpão CRU e se consolida como um festival de arte e tecnologia

Com seis shows e duas instalações artísticas, festival amplifica a experiência do audiovisual expandido através de performances com imagem e som gerados em tempo real

São Paulo, abril de 2022 - Amplificando a experiência do audiovisual expandido através de performances com imagem e som gerados em tempo real, a próxima edição do CANVAS Audiovisuais acontece no espaço do galpão CRU e se consolida como um festival de arte e tecnologia. Com programação distribuída nos dias 30 de abril e 1o de maio, o festival trará ao público uma experiência imersiva inédita, com 6 shows e 2 instalações artísticas. Projetando um recorte artístico inter-geracional, o projeto prima pela diversidade e o ineditismo, e não só por contar com artistas em distintas fases de suas carreiras, como também por trazer uma mistura ousada de linguagens, da arte generativa ao spoken word.

No sábado, o artista Fernando Velázquez apresenta a obra inédita “Outras Naturezas”. Erica Alves, a “diva dos sintetizadores”, apresenta trabalhos de seu último álbum acompanhada da videomaker e multiartista Lívia Massei. A terceira apresentação será o show FAVELOST, um projeto composto pelo consagrado artista Fausto Fawcett em parceria inédita com o também multiartista Jarbas Agnelli, em uma ponte construída pelo VJ Jodele Larcher. O projeto traz referências do spoken word, da cultura pós-punk, do synthpop e conta com diversas parcerias em sua criação, como da diretora e atriz Carolina Meinerz.

No domingo, a carioca pioneira na vjing brasileira, VJ Le Pantoja, traz a sua tropicalidade visual, expressando a força do sagrado feminino com colagens oníricas e contrastes gráficos, junto ao trabalho multipotente de Saskia, instrumentista, beatmaker, cantora e compositora, integrante do coletivo Turmalina e do label de ghettotech ZonaExp. Na sequência, 2 dinossauros da cultura digital e da arte contemporânea, VJ SPETTO e CRACA BEAT, apresentam um mashup de experiências que ambos vem desenvolvendo secretamente nos últimos meses em labhackers da América Latina. Para fechar a programação, o duo de eletrofunk CHINELADAAA (DJ Will Robson e MC Pedro Guimarães) trazem um remix das melhores músicas e imagens produzidas por eles nos últimos anos.

Os artistas convidados para apresentarem obras instalativas são Matheus Leston e Camille Laurent. Leston é um músico, artista multimídia, creative technologist e desenvolvedor, que cria trabalhos que, a partir de uma perspectiva crítica, tensionam as relações entre arte e tecnologia e entre música e visualidade. É criador dos projetos audiovisuais Orquestra Vermelha, Moiré, Menos e Ré. Também fez parte da Patife Band e compôs diversas trilhas sonoras para séries e filmes. Já Laurent trabalha hoje com a sua maior paixão, a luz, em várias áreas do lighting design, exposição, arte, teatro e shows. Colaborou com o Guilherme Bonfantti, do Teatro da Vertigem, a Alexandra Domingues em projeto de luz expositiva, em 2017 integrou o Teatro Oficina na recriação da peça “Bacantes” e vem criando apresentações audiovisuais em parceria com a Stefanie Egedy. Em seus projetos, Camille busca trabalhar a luz como uma forma de apreensão sensorial e expressão do sensível. Ela pensa a luz como matéria de transformações espaciais.

SERVIÇO:
CANVAS Audiovisuais
Endereço: Galpão CRU: R. Cruzeiro, 802 - Barra Funda, São Paulo - SP
Sábado 30/04
Abertura do espaço 19h
Inicio dos shows – 20:30h
Fernando Velazquez
Erica Alves + Lívia Massei
FAVELOST (Fausto Fawcett & Furio + VJ Jodele Larcher)
Domingo 1o/05
Abertura do espaço 19h
Inicio dos shows – 20:30h
VJ Le Pantoja + Saskia
VJ Spetto + CRACA
Chineladaaa
Capacidade: 150 pessoas por dia
Ingressos: R$ 40,00 (antecipados) e R$ 60,00 (na porta)
Apoio: ON Projeções
Informações: felipebrait@gmail.com  (11) 989 616 713

SOBRE CANVAS AUDIOVISUAIS
CANVAS Audiovisuais é um label de arte e tecnologia operante desde 2010 no cenário nacional, em um formato de plataforma colaborativa. Ao longo desses 12 anos de trabalho mais de 60 artistas puderam se apresentar em 20 edições públicas do projeto em formatos modulares variados. A Modularidade do projeto permitiu que, no curso de suas atividades, o CANVAS AV pudesse experimentar e compartilhar processos artísticos em distintas fases de desenvolvimento. O campo educacional e de trocas sempre esteve conectado a área do LAB e dos GAMES, enquanto os momentos imersivos junto ao público sempre se dão junto aos LIVES (performances ao vivo) e EXPO. A ideia do projeto sempre foi gerar um campo de imersão onde o público possa ter contato com iniciativas autorais de artistas brasileiros no campo da arte e tecnologia. Desse modo, o projeto circulou entre instituições culturais públicas e privadas e também em grandes eventos como a Virada Cultural de 2016.

Curadoria, gestão e coordenação
Felipe Brait, é curador independente, produtor cultural e artista plástico. Desde 2001 desenvolve projetos de intervenção urbana a partir de pesquisa e investigação do espaço público, atuando sobre campos como corpo, tecnologia e política. É fundador dos coletivos RADIOATIVIDADE e EIA - Experiência Imersiva Ambiental e membro da FRENTE 3 DE FEVEREIRO. No campo da curadoria, ganha destaque sua atuação junto a plataforma CANVAS Audiovisuais desde 2010, a cartografia coletiva ECOSSISTEMA TROPICAL 2.0 e a mostra URBE de Arte Pública na qual foi curador das 3 edições: 2012, 2016 e 2108.

Sobre o organizador
Felipe Brait, é curador independente, produtor cultural e artista plástico. Desde 2001 desenvolve projetos de intervenção urbana a partir de pesquisa e investigação do espaço público, atuando sobre campos como corpo, tecnologia e política.

ARTÍSTICO
Camille Laurent
Camille é formada em arquitetura pela Ecole Nationale Supérieure d’Architecture Paris Val de Seine - França e pela USP - Brasil.

Colaborou com o escritório francês de Lighting design Distylight - Paris, de 2008 até 2013 no qual terá seu primeiro contato com o universo da iluminação.
Desde 2015 se dedica a sua maior paixão, a luz, e trabalha em várias áreas do lighting design, exposição, arte, teatro e shows. Colaborou com o Guilherme Bonfantti, do Teatro da Vertigem, a Alexandra Domingues em projeto de luz expositiva, em 2017 integrou o Teatro Oficina na recriação da peça Bacantes e vem criando apresentações audiovisuais em parceria com a Stefanie Egedy pesquisando interações entre luz e som em ambiente performático.
Em 2019 no auge da pandemia lança uma coleção de escultura de luz, sampa, trazendo luzes coloridas para nossas casas.

Em seus projetos, Camille busca trabalhar a luz como uma forma de apreensão sensorial e expressão do sensível. Ela pensa a luz como matéria de transformações espaciais.

Chineladaaa
Chineladaaa é uma dupla de live audiovisual que une poesia experimental e eletrofunk com uma pegada sensual e critica, formada pelo pesquisador musical e DJ paulistano Will Robson (POVO do B.E.M.) e o escritor e performer Pedro Guimarães (Frente 3 de fevereiro e Projeto Matilha). Com uma linha sonora baseada no bass, no eletro e no funk o projeto se utiliza de elementos vintage da cinematografia da pornochanchada brasileira mixada a samples visuais de desenhos anime japoneses da década de 80 e 90. Já logo no primeiro ano de estréia o projeto arranca em 2016 uma série de apresentações em espaços independentes, teatros alternativos e eventos culturais. Enquanto o DJ/VJ Will dispara os beats e mixa as imagens sensuais e divertidas, no microfone, Pedrão Guimarães destila sua poesia social, performando de maneira inspirada nas atuações dos MC's funkeiros.

"De maneira divertida fazemos uma crítica ao individualismo, aos ícones de massa e a celebrização do senso comum”, diz Pedro Guimarães.

Craca Beat
Craca Beat, pseudônimo de Felipe Julián, é músico, produtor musical e artista visual. Em seu trabalho, substitui instrumentos tradicionais por criações eletrônicas experimentais e protótipos. Já experimentou fazer música com joysticks de videogame, gestos para webcam e interfaces MIDI caseiras. É o criador do “dispositivo Tralha”, controlador musical no qual realiza diversas funções simultâneas com todos os dedos das mãos. Craca também cria cenas visuais, através da técnica de video mapping.

Érica Alves
Érica Alves, ou apenas Érica, é cantora, produtora musical e DJ atuante da cena de música eletrônica brasileira desde 2010.

Conhecida por ser pioneira do formato live act no Brasil, começando com o trio de house music The Drone Lovers, e depois seu projeto solo, Érica já se apresentou nos principais eventos do gênero no Brasil, além de contar com lançamentos fonográficos por selos como Skol Music, In Their Feelings e Get Physical.
Fez parte de residências como o Red Bull Music Academy Montréal 2016, Oi Futuro Programa A.S.A. 2018, e mais recentemente no AMPLIFY D.A.I. 2022 do MUTEK, Oi Futuro e British Council, em que põe em prática sua pesquisa em composição e processo criativo, a Imaginação Criativa, a qual é aplicada no WAVE Live Act. Foi indicada duas vezes Melhor Produtora Musical pelo @womensmusicevent

Desde 2017, Érica também dedica ao selo @baphyphynaa com lançamentos próprios e de outros artistas nacionais de música eletrônica e experimental, e vem ganhando prêmios e editais públicos de cultura como PROAC SP Aldir Blanc, Prêmio Érika Ferreira e Ativos Culturais de Niterói, e Retomada Cultural 2 da SECEC-RJ para fomentar seus diversos projetos focados em incentivar a música eletrônica brasileira.

FAVELOST O BAILE
Há spoken word, a literatura falada que, frequentemente, se beneficia de acompanhamento musical, seja jazzy, funky, eletrônico, reggae... Há o cyberpunk, a literatura que teve forte impacto na música pré e pós-punk, reciclando influências das vanguardas já em meados dos anos 1970 e anos 1980 adentro, já em seu ápice (rock industrial). E há Fausto Fawcett, que tem a ver com tudo isso. 
Foi naquela fabulosa brecha aberta no Brasil dos anos 80, que combinou o final da ditadura, uma liberação de energia criativa quase sem precedentes e uma espécie de sincronização inédita do país com o mundo. Produzido por um ex-Mutante transformado Liminha, um dos hits mais espetaculares da década, “Katia Flávia”, a Godiva do Irajá, puxava o álbum de estreia de Fausto Fawcett e os Robôs Efêmeros. Combinando crônica policial, provocação sexual e funk eletrônico tropical, a faixa onipresente (foi parar até na trilha do filme Lua de Fel, de Roman Polanski, que a ouviu numa passagem pelo país. O texto originalíssimo de Fausto, numa espécie de pêndulo entre o olhar para o subúrbio e para Copacabana e a ficção científica, rendeu ainda um segundo disco naquela década, Império dos Sentidos, com a atriz Silvia Pfeiffer na capa inaugurando uma galeria de musas (é o aspecto gainsbourguiano de Fausto). No terceiro e derradeiro álbum (para além de colaborações com figuras como Fernanda Abreu e Rogério Skylab), chamado Básico Instinto, de 1993, a voltagem sexual subiu ainda mais. Esse rendeu um espetáculo sensacional, uma espécie de teatro de revista encenado dentro de uma caixa preta, com uma superbanda (Dado Villa-Lobos da Legião, Dé do Barão, Barone dos Paralamas, Ary Dias da Cor do Som, e Laufer, dos Robôs Efêmeros) e textos de seus livros Santa Clara Poltergeist e o homônimo Básico Instinto. Foi quando Fausto resolveu se dedicar só à carreira literária, com mais três livros (há mais um em preparação). E cinco peças de teatro, entre 1985 (as primeiras com Hamilton Vaz Pereira, vindo do Asdrúbal Trouxe o Trombone) e 2016.

E eis que duas figuras se inserem nessa história: o diretor e produtor Jodele Larcher, pioneiro do videoclipe no país, que atraiu Fausto para um novo projeto musical e multimídia, apresentando-o a Jarbas Agnelli, que também tem uma carreira notável, tanto no audiovisual quanto na música eletrônica. Eu diria dois profissionais que, ao mesmo tempo, mantêm a intuição pessoal e autoral afiadíssima. No estúdio AD, de Jarbas (o mesmo nome do grupo que o projetou na cena techno nacional), as bases eletrônicas surgidas de um arsenal digital e analógico, e as imagens das programações visuais, convergiram com o verbo jorrante de Fausto, numa “gruta imaginária, um bunker cabalista improvisado”, na definição de Jodele. Foram nove as faixas resultantes – inclusive uma derivada de uma partitura do avô de Jarbas, Furio, que construiu o órgão da Catedral da Sé. Essa virou “Ó, Coração de Jesus”. Nas outras há referências à ficção científica, ao colapso dançante da sex machine de James Brown, à urbe claustrofóbica de mães psicóticas, cultos midiáticos, “babando de solidariedade, babando de sentimento familiar, babando de ódio, babando de amor, babando de indignação, babando de metafísica”.

Outras nove vinhetas de pouco mais de um minuto são narrativas curtas, nas vozes de Fausto e de Carolina Meinerz, musa e colaboradora que dirigiu a adaptação dele para a peça Salomé, de Oscar Wilde. Favelost é esse turbilhão de informação – me vem à mente o termo infodemia, a pandemia, a saturação de informação, que o trio navega e propõe que naveguemos com a sua magia caótica.
O que é e o que não é real

Fernando Velázquez
Fernando Velázquez (Montevideo-Uruguai, 1970) é artista e curador. Possui mestrado em "Moda, Arte e Cultura" pelo Senac (2007) e pós-graduação em "Vídeo e Tecnologias on/offline" pelo Mecad (Barcelona, 2006) e em "Gestão Cultural Contemporânea" pelo Itaú Cultural (2019). Sua produção se desdobra em meios, da pintura às novas mídias. Em sua pesquisa explora os dispositivos técnicos como agentes de mediação. Participou de exposições no Brasil e no exterior com destaque para "The Matter of Photography in the Americas", Cantor Center for Arts (Stanford University), "Emoção Art.ficial" (Itaú Cultural), "Bienal do Mercosul", "Mapping Festival" (Suiça), "WRO Biennale" (Polônia), "Cyberland Festival" (Rússia) e "Pocket Film Festival" (Centre Pompidou, Paris). Recebeu, entre outros, o "Prêmio Sergio Motta de Arte e Tecnologia", "Arte.mov Locative Media" e os "Fondos Concursables para la Cultura" (Uruguai). Foi curador, entre outros, de "Adrenalina" (Red Bull Station, Brasil) e "Periscópio" (Espacio de Arte Contemporânea, Uruguai), publicou quatro livros e escreveu textos críticos para artistas e ensaios sobre imagem, cinema expandido e cultura digital. Entre 2015 e 2018 foi curador e diretor artístico da Red Bull Station. Coordena junto a Lucas Bambozzi o grupo de estudos Mola com foco em ciência, arte e tecnologia, incubado de 2015 a 2018 na Escola Entrópica do Instituto Tomie Ohtake, hoje atuando de maneira independente. Atualmente, é professor de Cultura Digital na pós-graduação em Gestão Cultural do Itaú Cultural e participa do GAIA - Grupo de Arte e Inteligência Artificial e Artificial incubado no Inova-USP. 

Lê Pantoja
Diretora e montadora de cinema por formação e VJ desde 2007, a artista visual Leticia Pantoja é uma das mulheres pioneiras no ofício de Video Jockey no Brasil. Nesses 15 anos de carreira como VJ profissional, já teve suas obras expostas não só em festas e em casas de espetáculo como nas ruas de cidades do Brasil e do mundo, como Rio, São Paulo e Barcelona. Marcou presença nos principais festivais de videoarte e mapping do Brasil, como o Amazônia Mapping numa ilha virtual 3D, o Mostra Museu na avenida Paulista e até o Cristo Redentor ela já cobriu com suas imagens.

Nos últimos anos seus trabalhos participaram de exposições em importantes museus do país, tais como o Museu do Amanhã 2018 e a Cidade das Artes 2019 (RJ). Dos diversos festivais de media art para os quais foi convidada, destacam-se o Rock the Mountain 2022 (RJ), o Mostra Museu 2021 (SP), SSA Mapping 2021 (BA), SP_Urban Arte Conecta 2020 (SP), MOV. Festival 2020 (RJ), Festival de Luzes de São Paulo 2019 (SP), Festival Visual Brasil 2019 (Espanha) e o Rio Mapping Festival 2014 (RJ).

Desde 2018 assina o vjing para o show ‘Amor Geral’ da cantora Fernanda Abreu, além de ter contribuído com seus visuais para os shows de outros artistas como: Marina Sena (Lollapalooza/ 22), Gilsons (turnê nacional/22), Anitta (turnê mundial/ 19), Elza Soares (Espaço Youtube- nov/17 e Meca Festival nov/18). Céu e Pato Fu (Festival Tropicália CCBB nov/17).

A artista vem desenvolvendo o conceito de ‘mapping poesia’ onde constrói suas narrativas visuais a partir do diálogo entre técnicas extremamente artesanais de recorte e colagem, com o mundo da computação gráfica, passando pelas artes cênicas e literárias, unindo performance e videomapping. Formando assim um imenso caldeirão sensorial cujo objetivo final é tocar o coração do público. Sua estética única aborda o sagrado feminino, o onírico e a ancestralidade.

Lívia Massei
Liv é artista audiovisual formada em cinema e apaixonada por música eletrônica desde os anos 90. 

Seus trabalhos incluem videoclipes, videoarte, curtas, videoperformances. Como DJ seus sets passeiam pelo experimentalismo, techno e pelas batidas quebradas, quase sempre em ambiências sombrias e atmosferas hipnotizantes.
Mantém um projeto chamado Papoula onde produz um programa de rádio e uma festa para buscar artistas e fomentar a cena em São Paulo.
Agora lança seu novo projeto autoral chamado Lilien, uma live AV onde mescla seu amor pela música e pelas imagens. 

Sua música é experimental, imersiva, visceral, um mergulho em texturas insólitas. Os visuais permeiam essa atmosfera lúdica e sombria.
Trabalha fazendo seus próprios sons com gravações de campo e com Ableton live, seus visuais são compostos de vídeos de sua autoria, como alguns de pesquisa, mixados no Resolume.

Matheus Leston
Músico, artista multimídia, creative technologist e desenvolvedor, Leston cria trabalhos que, a partir de uma perspectiva crítica, tensionam as relações entre arte e tecnologia e entre música e visualidade. É criador dos projetos audiovisuais Orquestra Vermelha, Moiré, Menos e Ré. Também fez parte da Patife Band e compôs diversas trilhas sonoras para séries e filmes.

Hoje se dedica a criação de obras de arte digitais através das séries Pedra Pássaro e 256x256x256x256, comercializadas também como NFTs, nas quais um mesmo sistema generativo cria infinitas possibilidades de imagens através de suas regras. Além disso, tem grande foco na produção de música eletrônica e sua forma de produção, usando um sistema modular integrado à programação, que permite que as lives sejam totalmente improvisadas..

Nascido em São Paulo, desenvolve também projetos de arte e tecnologia comissionados para outros artistas, marcas e eventos - no portfólio estão criações para o Red Bull Music Festival e as festas Folklore e Masterplano, além da programação para artistas como Hick Duarte, Fernando Velázquez e The Force, e o desenvolvimento do app que gera as imagens da identidade visual do bar Caracol. Também foi o diretor de criação do Juntxs, o Laboratório para Estudos de Empatia, Design e Tecnologia do Estúdio Guto Requena.

Saskia
Saskia é uma artista multipotente. No áudio e no visual, dialoga com as várias camadas da arte. No áudio: instrumentista, beatmaker, performer, cantora, compositora. No visual: diretora, roteirista, câmera, atriz, fotógrafa, desenhista. 
É integrante do coletivo Turmalina, faz curadoria na label de ghettotech ZonaExp e Projeto Anexo.  Desenvolve pesquisa com a Ciranda do Gatilho, junto com Bernardo Oliveira e Negro Leo.

Em 2020, Saskia mergulha no audiovisual de fato e entrega para o público a TV Salada, canal de conteúdos autorais, edições e readaptações. Destaque para os curtas “Outra Coisa.print” e “Agora Já”, que compõem o acervo do projeto IMS convida, do Instituto Moreira Salles (SP). Também colaborou na QTV (RJ) e com a Matrix Pirata.

No mesmo ano, transmitiu um set/peça visual para a coletividade Batekoo (BA), participou do projeto Fazedores de Beat, do SESC Interlagos e do festival Clubbers da Esquina do coletivo Masterplano (BH).

VJ Spetto
VJ pioneiro no Brasil, especialista em VideoMapping, VJing, Video Performance e Instalações Interativas. Atua a cerca de 18 anos no mundo artístico, tem passagens no Brasil e no Exterior dentro dos principais festivais de Arte Eletrônica. É considerado o mais influente e importante VJ do cenário nacional.

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