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sexta-feira, julho 09, 2021

OWERÁ (Kunumi MC) e ALOK se encontram para registrar músicas em parceria

Conforme anunciado há alguns dias, Alok está registrando o seu primeiro álbum, que terá influências de sonoridades indígenas de diferentes povos do Brasil, como os Huni Kuin, os Yawanawa, os Kariri Xocó e os Guaranis, incluindo o músico OWERÁ, que ficou conhecido como Kunumi MC, mas agora está em processo de mudança de nome.


Canções estarão no álbum de estreia do DJ


Conforme anunciado há alguns dias, Alok está registrando o seu primeiro álbum, que terá influências de sonoridades indígenas de diferentes povos do Brasil, como os Huni Kuin, os Yawanawa, os Kariri Xocó e os Guaranis, incluindo o músico OWERÁ, que ficou conhecido como Kunumi MC, mas agora está em processo de mudança de nome.


OWERÁ, que está gravando o seu segundo disco, deu um intervalo nas produções para passar 10 dias no estúdio Sonastério, em Minas Gerais. Durante este período, ele e Alok vão produzir uma canção para o primeiro álbum do DJ, além de um disco com canções sagradas Guaranis, com músicos nativos. Owerá comenta sobre a experiência que está vivenciando: “está sendo um momento de muita aprendizagem para mim e para o meu povo, que está aqui presente. Uma maravilha”. E ainda revela um pouquinho sobre a faixa que vem aí: “vamos trazer a força da natureza com seres ancestrais da mata”. 


E, ao conhecer Alok, Werá chama a atenção da opinião pública em um momento que o Brasil se depara com questões delicadas e de grande prejuízo para o seu povo. Alok tem uma ligação de grande admiração e respeito pelos indígenas, há mais de sete anos criou um vínculo com a cultura e musicalidade, a partir de sua experiência com os Yawanawa. Desde então, sua música ganhou outro propósito e significado.


Sobre OWERÁ


OWERÁ é Werá Mirim, que ficou conhecido como o indígena que abriu a faixa “Demarcação Já” na abertura da Copa do Mundo de 2014, minutos antes de Brasil e Croácia começarem o jogo. Depois deste feito, apesar da grande mídia não ter noticiado no Brasil, o nome de Werá ganhou força na imprensa internacional, que depois procurou saber quem era aquele indígena e o que aquela faixa significava. 


Desde então, ele estrelou o documentário My Blood Is Red (Prime Video) com Criolo e Sônia Guajajara, lançou um EP, My Blood Is Red, um disco, Todo Dia É Dia de Índio e alguns singles, como Demarcação Já - Terra Ar Mar, feat Criolo, Xondaro Ka’aguy Reguá e Jaguatá Tenondé, representou o Brasil na comemoração dos 50 anos do Dia dos Direitos Humanos, em 2020, no evento da ONU da América Latina, ao lado de Daniela Mercury, ganhou destaque no site da The White Feather Foundation, fundação de Julian Lennon, que apoia comunidades indígenas pelo mundo, além de outros importantes feitos para um jovem de apenas 20 anos. A grande bandeira do artista é usar a música para lutar pelo respeito aos indígenas e pela demarcação das terras, além de levar mensagens de força ao seu povo.


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