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ROBERTOLOGIA EM DESTAQUE

6/10/2020

Descargas atmosféricas geram perdas milionárias para a mineração no Brasil

Raios-SineTamer-Divulgação

Empresários do setor têm resolvido o problema através da instalação de supressores de surtos e transientes de tensão


A exploração e a produção são etapas cruciais para o setor de mineração e exigem que toda linha de trabalho esteja funcionando em sua plenitude e em sincronia. Quando um sistema nesta cadeia produtiva se danifica,o processo pode ser interrompido parcial ou integralmente, gerando grandes transtornos e perdas financeiras para as empresas. 

A maior parte desses distúrbios costuma ser causada por descargas atmosféricas. São registradas, no Brasil cerca de 77,8 milhões descargas elétricas por ano, de acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Este número coloca o país na liderança de incidência de raios no mundo. E o setor de mineração é um dos mais afetados por estes fenômenos naturais.

Alguns dos danos mais frequentes causados pelas descargas elétricas são queimas de equipamentos. Na exploração, é comum ocorrer avarias em componentes essenciais, como máquinas de sondagem, sistemas de aspersão e motobombas. Quando a queima atinge retificadores, que fazem a proteção dos minerodutos, ocorrem vazamentos e rupturas, gerados pela oxidação da tubulação. 

Já na fase de produção, descargas elétricas costumam afetar equipamentos como bancos de baterias, nobreaks, e outros sistemas eletrônicos dedicados. Uma das maiores dores de cabeça causadas pelos surtos de tensão nas fábricas é a soltura das chapas por não atuação dos eletroímãs, o que implica, necessariamente, em um retrabalho e em risco de acidentes..  

Em todos os casos, há necessidade de substituição de equipamentos, chegando a custar mais de R$ 50 milhões por ano para as mineradoras. Felizmente, já existem soluções para os surtos e transientes de tensão no mercado brasileiro. Muitas empresas têm optado pela instalação de supressores de surto, obtendo um rápido retorno sobre o valor investido. 

“Temos tido uma experiência muito exitosa com a instalação de supressores de surto em todos os nossos clientes. Em um caso recente, por exemplo, retorno sobre o investimento se deu em apenas cinco minutos!”, afirmou Lucas Magalhães, gerente de produto da Sidrasul. 

Os supressores de surto e transientes são uma tecnologia relativamente nova no Brasil. Atuando há seis anos no país, a empresa norte-americana SineTamer, líder mundial na fabricação deste tipo de equipamento, com larga atuação em diversos grupos de mineração, elegeu o país como um dos seus principais mercados alvo. 

“O Brasil é um gigante mundial da mineração. Mas muitos empresários do setor ainda desconhecem as soluções para os transtornos financeiros e operacionais causados pelas descargas atmosféricas. Vemos um enorme potencial para a SineTamer no setor brasileiro de mineração, gerando ganhos substantivos para os nossos clientes”, explicou André Raitz, gerente da empresa no Brasil.  

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