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ROBERTOLOGIA EM DESTAQUE

5/21/2020

3 empresas que são cases de sucesso durante a pandemia


Algumas empresas aproveitaram o momento de crise global para aumentar o faturamento


Por: Gabriel Mecca  

As notícias mais comuns que são mostradas nos noticiários são sobre coronavírus, número de mortos, crise financeira e as mudanças investimentos, como por exemplo capital markets, depois da pandemia. Mas esse é apenas um lado do atual momento que o mundo está passando. Existem empresas que estão passando por essa fase de maneira exemplar e se tornando cases de sucesso. 

Durante essa crise, alguns setores do mercado foram muito afetados, como o turismo. Companhias aéreas, agências de viagens e hotéis estão calculando prejuízo e vendo se vão sobreviver até o final da pandemia. Mas alguns setores que tinham um papel mediano na sociedade, passaram a ser muito requisitados e se tornaram verdadeiros protagonistas. 

Desse grupo de sucesso, foram selecionados três empresas. Será mostrado como elas aproveitaram o cenário e fizeram o negócio um verdadeiro sucesso. Ao contrário da maioria, eles sairão bem maiores depois que a quarentena acabar. 

Confira abaixo os três cases de sucesso durante esse período de crise sanitária e econômica em todo mundo. 

1- Purell 

A primeira medida para prevenir o coronavírus é a limpeza das mãos com sabão ou com álcool gel. Com a doença saindo da China e invadindo todos os continentes do mundo, a primeira medida da maioria das pessoas foi comprar um frasco de álcool gel. Foi aí que a Purell entrou com destaque no mercado. 

Antes da pandemia, apenas algumas pessoas andavam com um frasco na mala ou na bolsa. Passavam uma vez ou outra durante o dia e pronto. Com a pandemia, foi os primeiros produtos a sumir das prateleiras dos supermercados. Só em fevereiro, a venda de desinfetantes para as mãos cresceu 54%. Nos Estados Unidos, não se encontrava o produto nos hipermercados, como o Wallmart e Target. 

No Brasil, a última vez que o uso do álcool gel foi usado em massa pela população foi durante a crise do H1N1, que não chegou nem aos pés da atual pandemia. Desde 2009 não se vendia tanto Purell nos mercados. 

2- Zoom 

Se antes da quarentena, as pessoas usavam o Skype ou Google Hangouts para fazer uma chamada de vez em quando, com a pandemia isso se tornou rotina na vida de muitos trabalhadores. O aplicativo que ofereceu o que o mercado mais precisava foi o Zoom. Reunião com diversas pessoas simultaneamente e de graça. Muitas empresas não titubearam e passaram a usar diariamente. 

As receitas do Zoom cresceram 78% em comparação com o mesmo período no ano passado. São mais de 81 mil clientes. Além de muitas empresas adotarem a ferramenta, ela passou a ser comum em encontros entre amigos durante o período que todos ficam em casa. 

Com o aumento do número de reuniões acontecendo por vídeo, a esperança da empresa é que isso se torne uma tendência no mercado mesmo depois que a quarentena se encerrar. 

3- Peloton 

Um dos setores que mais sofrem com o coronavírus são as academias. Por ser um lugar com altas chances de contágio da doença (dividir aparelhos e ficar num lugar fechado com diversas pessoas), foi um dos primeiros locais a fechar e será um dos últimos a reabrir. 

Muitas pessoas por uma maneira de manter se manter saudável e fazendo atividades físicas mesmo em casa. Uma das alternativas que mais fizeram sucesso foram as bicicletas estacionárias para exercícios em casa da Peloton. Uma maneira de se manter ativo sem sair de casa. 

Com a pandemia causada pelo coronavírus, o número de vendas aumentou, influenciando diretamente no preço das ações da Peloton, que subiram exponencialmente. Além das vendas de bicicletas estacionárias, também cresceu o número de downloads do aplicativo da marca, que marcam a produtividade dos exercícios. 

A tendência é esse produto continuar em alta mesmo depois que a quarentena acabar e o comércio reabrir. Muitas pessoas vão ficar receosas de retornar as academias logo após o governo permitir. 

Esses são apenas três empresas que conseguiram fazer sucesso durante a quarentena. Algumas conseguiram encontrar soluções por motivos óbvios. Mas para outros, foi uma oportunidade de mercado. E eles não deixaram passar.

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