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7/06/2019

Estudo diz que seis em cada dez pessoas acham que homofobia deveria ser considerada crime


Pesquisa da Toluna ainda afirma que para 86% a orientação sexual é opção de cada um

A cidade de São Paulo celebra ano após ano a maior Parada do Orgulho LGBT do mundo, sendo que na edição de 2019, três milhões de pessoas foram para a avenida Paulista festejar e reivindicar mais direitos. As festividades servem também para dar voz à luta contra a homofobia, algo ainda muito presente no Brasil, o país onde mais se assassina homossexuais no mundo.

A Toluna, empresa fornecedora líder de insights do consumidor sob demanda, trouxe um estudo com 570 pessoas que mostra algumas percepções sobre a homossexualidade e como os casos de violência contra homossexuais devem ser julgados. Entre os entrevistados, 73% são favoráveis que a homofobia deveria ser considerada crime, contra 16% que não são favoráveis a essa medida.

A pesquisa também fez uma série de afirmações para conferir se os respondentes são favoráveis ou não a elas. A maioria das pessoas acreditar que casais gays tenham os mesmos direitos que os heterossexuais (68%) são favoráveis a questões como ações de inclusão sociais para os homossexuais (66%), adoção de crianças por casais gays (62%) e casamento gay (57%).

Cada um com sua opção

Quando perguntados como se sentem com relação aos homossexuais 86% dizem achar normal, pois a orientação sexual é uma opção de cada um, 9% respeitam mas, se sentem desconfortáveis em falar sobre o assunto, 4% também respeitam, mas não querem muita intimidade e 1% se sentem incomodados e preferem se manter longe de pessoas homossexuais.

Além disso, apenas 18% diz não ter ninguém homossexual próximo a eles (entre amigos e parentes) e 94% não se considera uma pessoa homofóbica.

Link para o estudo: http://tolu.na/l/Ej74Ata5M 
Rosemeire Barbosa- Estúdio Azul

Sobre a autora

Rosemeire Barbosa- Estúdio Azul - Natural e residente na cidade de Piracicaba, interior de São Paulo, formada em Magistério pela E.E.S.G. “Sud Mennucci” com habilitação para exercer a profissão de professora em 1996. Aprovada no Concurso Público de prova e Títulos para provimento de emprego de Professor do Ensino Fundamental em 14 de janeiro de 1999. Em 1 de fevereiro de 2001, foi contratada pela Prefeitura Municipal de Piracicaba, na pasta da Secretaria da Educação com habilitação para alunos do 1º ao 5º ano. Leia Mais sobre a autora...

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