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7/25/2019

Eduardo Climachauska pela primeira vez em Belo Horizonte


Finalmente o publico belo-horizontino poderá ver de perto (e levar para casa, por que não?) as obras do multiartista paulista Eduardo Climachauska, um dos principais nomes da arte contemporanea brasileira. A partir de agora, Climachauska é representado pela galeria Celma Albuquerque, que trouxe para seu acervo obras de grande representatividade da carreira do artista. Todas elas estão disponíveis para visitação na sede da galeria na Savassi.

Formado pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, em 1980, Eduardo Climachauska é artista visual , cineasta e compositor. Produz trabalhos em diversas linguagens: instalação, fotografia, desenho, pintura e esculturas ou estruturas que lidam com a força motriz.

Climachauska vem realizando exposições em importantes museus, instituições culturais e galerias de arte no Brasil e no exterior. Já realizou exposições no Museu de Arte Moderna de São Paulo - MAM, no Museu de Arte de São Paulo - MASP, no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo - MAC USP, no Centro Universitário Mariantonia, no Centro Cultural São Paulo - CCBB, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM-RJ, Mostravídeo Itaú Cultural , Marcantônio Vilaça, Instituto Tomie Otake, duas edições da Bienal de São Paulo  e em galerias, como a Sycomore Art em Paris, entre outras. Tem produzido filmes e vídeos experimentais de curta e média metragem, exibidos em mostras e festivais de várias capitais, como Outono de Bashô (1994), em parceria com Guto Araujo; Bólide-Filme (1995); Exposto nº 2 (1997); The Right Number (2001), com Guto Araujo; Três Caras e um Matagal(2001), com Alexandre Boechat e Guto Araujo; Luz Negra (2001), com Nuno Ramos; Pensamento Selvagem (2002), com Alexandre Boechat; Duas Horas (2003), com Nuno Ramos e Casco (2004), com Nuno Ramos e Gustavo Moura.

Sobre a Celma Albuquerque

Desde sua fundação, em 1998, a galeria Celma Albuqueruqe mantém um calendário regular de exposições de arte contemporânea, principalmente de artistas brasileiros. Os sócios Flavia e Lucio Albuquerque dão continuidade ao trabalho de sua mãe, Celma Albuquerque, colecionadora e fundadora da galeria que leva seu nome. “Ela sempre foi respeitada e atuante no cenário artístico nacional. O Lucio e eu, como segunda geração, continuamos fazendo o possível para darmos sequencia ao seu legado”, explica Flávia.

Da combinação bem sucedida entre uma expertise curatorial arrojada com uma sólida e fundamentada visão da arte como empreendimento, resulta uma singular apresentação de obras e artistas contemporâneos, permanentemente atenta à polissemia de suas linguagens, suportes e configurações.

“A galeria tem como um de seus objetivos principais a divulgação de novos artistas e suas propostas, bem como contribuir para a formação de novas coleções”, conta Flávia.

Projetada para abrigar os mais variados tipos de projetos artísticos, como debates, bate-papos com artistas, críticos e curadores, além de mostras e exposições que contemplam amplamente o resultado de um empreendimento artístico e, frequentemente, também as etapas e pormenores de sua realização – possui espaços expositivos independentes, o que permite efetuar exposições simultâneas. A galeria possui ainda uma equipe é preparada para atender aos visitantes e suas demandas, sejam elas relacionadas a arte ou ao mercado.

Serviço
Galeria Celma Albuquerque
Rua Antonio de Albuquerque 885
Segunda a Sexta – 09:00 às 19:00
Sábado – 09:30 às 13:00
31 3227 6494
31 99872 1683 ( whatsapp )
@celma_albuquerque
www.galeriaca.com

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