ROBERTOLOGIA EM DESTAQUE

8/30/2013

10.º Bate-papo entre Roberto Carlos e eu – O prometido é devido




 
Por: Armindo Guimarães
Doutorado em Robertologia Aplicada e Ciências Afins
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O PROMETIDO É DEVIDO


Finalmente, passados que foram dois meses depois do nosso último bate-papo, quando eu já estava a ficar impaciente por tanta espera, o nosso Roberto telefonou-me. É claro que pusemos a conversa em dia e, por isso, previno os estimados leitores para o texto demasiado extenso que ora apresento.

É que, para além de o bate-papo ter sido interrompido e depois reiniciado pelo facto da bateria do meu telemóvel se ter finado, ainda por cima o Roberto, notando que o bate-papo já ia longo, decide fazer um curto intervalo para fazer xixi e para nos passarmos para o MSN continuando a nossa interessante conversa, em que falamos de tudo um pouco e que eu aqui vou tentar escrever o melhor possível para contar como foi.

- Da mania que ele agora tem de querer falar à portuga pra pegar com os seus amigos e de até já ter pegado essa mania ao seu Amigão Erasmo Carlos;

- Da sua idade e do tal documento contraditório quanto à data de nascimento;

- Do facto de desde o nosso 1º bate-papo nós termos selado compromisso no sentido de que para todos os efeitos tudo o que aqui escrevo acerca dos nossos bate-papos é fictício;

- Da minha surpresa por mais uma vez constatar que o Roberto é um gajo do carago, pois pensa em tudo, ainda que me diga que não;

- Da excitação dele por eu me ter esquecido do nome de uma membro do Portal e ainda por entender que eu sou o grande culpado por toda a malta do Portal Clube do Rei há muito tempo ter a certeza de que, afinal, os nossos bate-papos são verdadeiros, por eu, quando os passo para o papel para que todo o mundo os possa ler, ter a mania de no final acrescentar que “a ficção revela verdades que a realidade omite”, citando Jassemin West que o Roberto teima em chamar de Jasmim Best;

- Da preocupação que ele sempre tem em saber coisas do Portal Clube do Rei, pese embora o facto de eu saber que ele quando pode está lá batido dando uma olhada por tudo quanto é sitio e que até sabe que eu sei que ele sabe que eu sei desta sua particularidade escondida;

- Do momento particularmente único em que o Roberto, a propósito de eu e outro membro do Portal prometermos e não cumprirmos, me obrigou a cantar uma canção de um célebre cantor/compositor portuga, e de que como ele gostou tanto e por isso a cantamos em duo - ele em brasuca e eu em portuga;

- Da ameaça que ele me fez por eu ter dito que me sentia no direito de cobrar honorários a uma fã peruana membro do Portal, pelo facto de ela insistir em ter-me como seu professor de português;

- De um outro momento único, em que pela primeira vez falamos de sexo a propósito da entrevista que Roberto deu a Luciano no programa televisivo “O Caldeirão do Huck”;

- Da minha opinião sobre um tópico que esteve quente no Portal, sob o título “Voto Latino”, e do raspanete que do Roberto recebi por eu não ter dado grande importância ao voto.

- Do muito que Roberto sabe sobre o “Planeta Rei” e da emoção que sentiu ao falarmos sobre as emissões daquele importante, atractivo e sui generis programa radiofónico semanal, de Fortaleza;

- De ele ter concluído que, por minha causa, o TOC que o persegue há anos está finalmente a desaparecer, mas que em contrapartida sente que, também por minha causa, está a ficar maluco;

12 de Maio de 2006, sexta-feira, 22,00h.
O meu telemóvel vibra.
Trrrrrr, trrrrrr, trrrrrr... Chamada anónima.
E eu atendo.

ARMINDO – Estou!
ROBERTO – Então, pá?! Tudo fixe contigo?
ARMINDO – Quem é que fala?
ROBERTO – Sou eu, carago!
ARMINDO – És tu a falar à portuga e à tripeiro, que o mesmo é dizer à portuense, Roberto? (risos)
ROBERTO – Como você viu que era eu, bicho? Falei sem jeito à portuga, Mindo?
ARMINDO – Não, Berto. Até falaste bem, pá. Só que tu podes enganar qualquer um passando por portuga, como aconteceu com aquele taxista da última vez que estiveste em Lisboa, mas a mim nunca, pois já conheço a tua voz há 500 anos. (risos)
ROBERTO – (risos) Como vai você, cara?
ARMINDO – Tá tudo porreiro, pá. E tu?
ROBERTO – Tudo legal. Hoje ganhei um tempinho e me lembrei de bater um papo com você.
ARMINDO – E ainda bem que te lembraste pois já andava a ficar lixado contigo. Dois anos à espera é muito tempo, carago.
ROBERTO – Dois anos?!
ARMINDO – Ó Berto, foram dois meses, mas sabes que para mim sempre representam dois anos, pá! E, por falar em anos, o teu aniversário correu bem?
ROBERTO – Sim. Mais velho um ano, né? (risos).
ARMINDO – Lá no Portal há um tópico que deu que falar. Afinal, quantos anos fizeste, carago?
ROBERTO – Fiz 65, bicho!
ARMINDO – Pois. Mas acontece que existe documentação contraditória, pá.
ROBERTO – Cê sabe como era antigamente quando alguém era registrado. Às vezes é bom a gente ter algo enigmático em nossa vida, né?! Eu não sabia era que minha idade tinha sido motivo de papo lá no Portal, mora!
ARMINDO – Sabes como é, pá. A malta lá no Portal fala de tudo sobre ti, e há membros que se for preciso até inventam, como por exemplo eu com estes bate- papos entre ti e eu (risos).
ROBERTO – (risos) Cê tem razão, cara. Nós combinamos desde o 1º bate-papo tudo ser fictício e aí então tudo que cê escreve sobre nossas conversas são invenção sua. (risos)
ARMINDO – Pois. E tu estás a rir-te porque foges com o rabo à seringa com uma pinta do carago e eu que me lixe, pois a malta do Portal já não vai em histórias minhas como nos primeiros bate-papos. Agora quase todos têm a certeza que, afinal, tudo é verdade e até ficam pior do que estragados se eu em cada bate-papo contigo não falar deles. Há dias, até houve uma membro que disse que me dava um doce se eu te falasse sobre ela.
ROBERTO – Olhe, aí, bicho. Não bote culpa pra mim, viu? Cê faz bagunça e eu é que pago? E quem é essa membro?
ARMINDO – Já não me lembro do nome dela. Eu faço bagunça?
ROBERTO – Então você esquece assim de seus amigos do Portal? Sim, cara! Fui eu que mandei você pôr no final dos bate papo que “a ficção revela verdades que a realidade omite” dum tal Jasmim Best? Você se precipita e fica pagando, né!?
ARMINDO – Ó Berto, não te excites, carago! Já reparaste que estamos a falar de duas coisas ao mesmo tempo? Que confusão do carago que tu estás prá qui a arranjar, pá!
ROBERTO – Támos falando de duas coisas?
ARMINDO – Sim, pá! Estávamos a falar da tal membro que queria que eu te falasse dela, e também estávamos a falar da frase daquele gajo que se chama Jassemin West e não Jasmim Best como tu disseste (risos).
ROBERTO – Eu o chamei de Jasmim? (risos).
ARMINDO – (risos) Sabes? A partir deste bate-papo vou deixar de, no final, acrescentar a tal frase. Pensando bem, tu tens razão, pá.
ROBERTO – Cê vai deixar? Nem pense nisso, Mindo! Aí é que todo mundo iria pensar que você tava desejando que ninguém pensasse o que já pensou. E aí, então, se agora alguns ainda duvidam, depois todos iriam ter certeza que nossos bate-papos são verdadeiros, né?
ARMINDO – Ó Berto, na verdade tu és um gajo do baril que só me surpreendes, pá! Pensas em tudo, carago!
ROBERTO – Eu não penso em tudo, não, cara. Só que…

(interrupção do bate papo em virtude de a bateria do meu telemóvel ter dado o berro com fome. Como estava em casa, dei-lhe de comer enquanto esperava que o Roberto me ligasse novamente o que aconteceu passados três minutos).

O meu telemóvel vibra.
Trrrrr, trrrrrr, trrrrrr... Chamada anónima.
E eu vibro pensando: é ele, carago!
E atendo.

ARMINDO – Ó Berto, desculpa lá, pá! O meu telemóvel ficou sem bateria, carago…
ROBERTO – Tudo bem, bicho. Essas coisas sempre acontecem, né?!
ARMINDO – Só não acontece a ti, pá! O teu telemóvel deve ser especial. Tem sempre bateria.
ROBERTO – Não tem sempre, não, bicho! Eu apenas me previno sempre que telefono pra você.
ARMINDO – E dizes tu que não pensas em tudo… (risos)
ROBERTO – Que nada, rapaz. Eu apenas faço o que você devia fazer: pensar antes de falar ou de escrever, né? (risos)
ARMINDO – Ó Berto, já reparaste que nunca perdes uma oportunidade para me lixares, pá?
ROBERTO – Se deixe de se fazer de vítima e me diga logo que mais se passa lá no Portal, mora!
ARMINDO – Cada vez com mais membros, pá. Os que umas vezes mais, outras vezes menos, colaboram no fórum, continuam a ser aqueles que conheces. Porém, sempre entram novos que uma vez caindo lá nunca mais conseguem sair (risos). Nesta coisa de nomes eu tenho sempre receio de falhar algum, mas estou a lembrar-me de uns quantos, por exemplo: o JSLúcio (Jorge, que está sempre na onda), o Lipe (Filipe), o Jessica (Jean-Baptiste, de França), a Cleinha (que tão bem conheces e que está no fórum dia-sim dia-sim – hora-a-hora), o Jeleal (também de França), a Rebeca (Francisca), o Inácio Renato, a Cezarlene, o Jamesrc (James Lima), a Zeze (Maria José), a Ottito (de Espanha e que foi a Guimarães ver o teu concerto), a Veraluz, o Derbson Frota (que sabe anedotas de carago sobre portugas), a Con (Conceição, que tem a mania que tu és só dela e as outras fãs que se lixem), a Rosangela, o Gilsoninternet (que tem um site digno de ser visto porque dedicado à Roldónia), a Ajcoliv (uma brasuca a viver há anos em Portugal), a Pser (Paula, de Portugal), e outros que agora não me lembro.
ROBERTO – Legal, cara. Tô vendo que o Clube do Rei tá em grande, Mindo.
ARMINDO – Mais ou menos, pá! A coisa nunca rola como a malta gostaria, mas sabes como é… são fases e nada é perfeito. Há dias, estive no MSN com o Marlos e ele estava triste por pensar que tu até não davas valor nenhum ao Portal e que se calhar até querias que o Clube do Rei deixasse de existir.
ROBERTO – Que ideia essa do Marlos, bicho! Cê disse bem, cara! Nada é perfeito. Dou até pra você o exemplo do meu site. Tem gente que gosta e tem gente que diz que podia ser melhor, por isto e por aquilo. Então, cê vê que tudo é relativo, né?! Diga isso pro Marlos, viu?
ARMINDO – Tá bem, pá, eu digo-lhe.
ROBERTO – Se ele ler este nosso bate papo, bem que você nem precisa lhe dizer, né? (risos).
ARMINDO – Pois é, pá. (risos).
ROBERTO – E como vai sua secretaria Tina Gaspar, de Leiria, lá na Terrinha?
ARMINDO – Sabes? Ela não tem frequentado o Portal como antes, porque mudou de profissão que não lhe permite ter o tempo que antes disponha.
ROBERTO – E que profissão é a dela, bicho?
ARMINDO – É taxista, pá! Por isso…
ROBERTO – Por isso, eu lhe dedico “Taxista”, né?
ARMINDO – Ela vai gostar de saber que lhe dedicas essa, pá!
ROBERTO – Me diga mais do Portal, mora!
ARMINDO – Aquela membro de que te falei há pouco, a Pser (Paula), é uma portuga e é uma gaja do carago, pá.
ROBERTO – Uma gaja do carago?
ARMINDO – Sim, Berto! Ela apareceu no Portal há pouco tempo e vou-te dizer que estou contente pela sua entrada, não só por ser uma portuga que tal como eu te admira, como ainda pelo facto de participar no fórum, escrevendo coisas interessantes a teu respeito. É o que se chama uma fã ferrenha, pá.
ROBERTO – Que bom saber isso, bicho. Que idade ela tem?
ARMINDO – Sei, lá, pá! Não sei nem nunca me preocupou saber. Só sei que é uma membro cinco estrelas que, penso, veio para ficar. Pode até ter 80, 50, 40, 30, 20 ou até mesmo 11 anos como um novo membro que também citei atrás, e a quem alguns chamam “Mascote do Portal”.
ROBERTO – Pére aí, pére aí, bicho. Quem é esse cara?
ARMINDO – É um tal Jamesrc (James Lima), que para a idade que tem é um gajo fora de série. Escreve para o fórum e até tem flog e tudo. Vê lá tu que o gajo até sabe a diferença entre amor e paixão!
ROBERTO – Puxa vida! E pensar que quando tínhamos a idade dele nem ao menos sabíamos o que era ir lá (risos).
ARMINDO – Ir lá!? Lá, aonde, carago?
ROBERTO – Se deixe de bancar o desentendido. Cê sabe que essa expressão “ir lá” é sua. Aí, eu…(risos)
ARMINDO – Ah! Não me digas que fixaste essa, Berto? (risos)
ROBERTO – Essa e outras, né? Ainda ontem, falando com Erasmo perguntei a ele há quanto tempo não ia lá, e ele, me perguntando onde, eu lhe respondi: “às coisas malcriadas”. Ele me olhou pensando eu estar biruta. (risos) Tudo por causa de você me influenciando sempre com seus ditos que são, como você também costuma dizer, o delírio. (risos)
ARMINDO – (risos) Ó Berto, essa é do baril, carago! E o Tremendão que respondeu?
ROBERTO – Me perguntou se eu agora andava transando uma de portuga com frases esquisitas, e eu respondi pra ele que o culpado de tudo era você. Aí, ele me disse que também gostava de saber algumas de suas saídas para entrar numa de portuga com seus camaradas. (risos)
ARMINDO – Tá boa essa, Berto!
ROBERTO – Tá boa, não, Mindo! Eu bem que podia saber mais gíria portuga se você e Everaldo (Evefrc), botassem mãos à obra naquele vosso dicionário de termos e frases da gíria luso-brasileira. Cês se esquecem que o prometido é devido?
ARMINDO – Ó Berto, eu não tenho culpa, carago! O Everaldo é que nunca mais ligou patavina pro assunto, pá! E eu, sozinho, não posso fazer as duas coisas, pois ficou combinado eu fazer a parte portuga e ele a parte brasuca, e até hoje, o gajo, nada. O gajo só pensa é no Portal, pá! Tá sempre lá batido. Mas descansa que eu vou falar-lhe no assunto, pois como tu muito bem dizes, o prometido é devido. A propósito, conheces o portuga Rui Veloso?
ROBERTO – Já ouvi falar nesse cara, mas não me estou lembrando do quê, bicho!
ARMINDO – É um compositor/cantor dos mais conceituados em Portugal. Uma das suas músicas tem por título “O prometido é devido”. Vou cantá-la um pouco:
ROBERTO – Um pouco não. Canta toda, Mindo.
ARMINDO – Toda? Tá bem, pá. A letra é do Carlos Tê e a música do Rui Veloso. Ouve:

Naquele trilho secreto
Com palavras santo e senha
Eu fui língua e tu dialecto
Eu fui lume e tu foste lenha
Fomos guerras e alianças
Tratados de paz e péssangas
Fomos sardas, pele e tranças
Popelina, seda e ganga
Recordo aquele acordo
Bem claro e assumido
Eu trepava um eucalipto
E tu tiravas o vestido
Dessa vez tu não cumpriste
E faltaste ao prometido
Eu fiquei sentido e triste
Olha que isso não se faz
Disseste que se eu fosse audaz
Tu tiravas o vestido
E o prometido é devido
Rompi eu as minhas calças
Esfolei mãos e joelhos
E tu reduziste o acordo
A um montão de cacos velhos
Eu que vinha de tão longe
(Do outro lado da rua)
Fazia o que quisesses
Só para te poder ver nua
Quero já os almanaques
Do fantasma e do patinhas
Os falcões e os mandrakes
Tão cedo não terás novas minhas
Disseste que se eu fosse audaz
Tu tiravas o vestido
E o prometido é devido

ARMINDO – Que tal, pá? Ainda estás aí ou fugiste assustado comigo a cantar? (risos)
ROBERTO – Não, Mindo. Cê bem que cantou com emoção e eu adorei. Me diga mais desse cara Rui Veloso, bicho.
ARMINDO – Nasceu em Lisboa em 1957 e aos três meses de idade mudou-se com a família para o Porto. É o pai do rock português. Vai estar no Rock in Rio em Lisboa 2006. O gajo tem uma com o título “O baile da paróquia” que me faz lembrar a tua “O baile da fazenda”.*
ROBERTO – Muito interessante, esse cara… E o tal de Carlos Tê, autor da letra, me faz lembrar meu amigo de fé, meu irmão camarada, Erasmo.
ARMINDO – É isso, Berto. Se quiseres saber mais sobre o Rui Veloso, podes pesquisar no site www.ruiveloso.net
ROBERTO – Legal. Logo mais eu irei visitar o site dele, viu?
ARMINDO – Ó Berto, e se nós cantássemos em duo o refrão, pá?
ROBERTO – Nós cantarmos o refrão? Cê tem cada ideia, bicho!!!
ARMINDO – Ó pá, é só pra vermos como fica a duas vozes, uma brasuca e a outra portuga. Deve ficar do baril, pá!
ROBERTO – (risos) Vamos nessa, cara!
ARMINDO – Ok, pá! Vamos começar: Um, dois, três!
        - Você falou qui si eu fossi audaiz, que tirava o véstido e o prómetido é divido.
ROBERTO/ARMINDO
        - Disseste que se eu fosse audaz, tu tiravas o vestido e o prometido é devido.
ARMINDO – Ó Berto, vai-te lixar, pá! Canta à brasuca mas respeita a letra, carago!!!
ROBERTO – Mê dê a letra, cara!
ARMINDO – Tens papel e esferográfica ou queres que te empreste?
ROBERTO – (risos) Tá tudo pronto, bicho.
ARMINDO – Escreve aí: - “Disseste que se eu fosse audaz, tu tiravas o vestido e o prometido é devido”.
ROBERTO – Tudo bem, Mindo. Podemos começar.
ARMINDO – Um, dois, três!
        - Dissesti qui si eu fossi audaiz, tu tiravas o véstido e o prómetido é divido.
ROBERTO/ARMINDO
        - Disseste que se eu fosse audaz, tu tiravas o vestido e o prometido é devido.
ARMINDO – Grande Roberto!
ROBERTO – Cê gostou, Mindo?
ARMINDO – Impressionante! O Rui Veloso, se nos tivesse ouvido delirava, pá.
ROBERTO – (risos) Experiência linda, né? (risos) Você é incrível, bicho! Sinto até que por sua causa estou melhorando de meu TOC** mas em contrapartida estou ficando maluco como você. (risos) Tô saindo duma e me metendo em outra, né?! (risos) Mindo, tô pensando a gente parar um tempo nosso bate-papo. Eu tenho de ir no banheiro fazendo xixi e então…
ARMINDO – És um mijão do carago, pá! No último bate-papo também interrompeste por causa disso (risos).
ROBERTO – Cê não faz xixi, não? (risos)
ARMINDO – Pensando bem, também estou a precisar, carago!
ROBERTO – Então, fazemos o seguinte: paramos por momentos e logo mais nos ligamos no MSN. Cê tá em casa, cara?
ARMINDO – Estou, pá! Até estou com o computador ligado à net. No Portal Clube do Rei, é claro! (risos)
ROBERTO – Então, nos encontramos logo no MSN, tá?
ARMINDO – Ok, Berto. Até já, pá!
ROBERTO – Até logo mais, bicho!

Poucos minutos depois, no MSM…

ZUNGA diz:
Oi, bicho! Cê já tá aí?
MINDO diz:
Estou, pá! Cheguei agora mesmo.
ZUNGA diz:
Que é que cê tem mais pra me contar do Portal, cara?
MINDO diz:
Anda lá um tópico que abriu com o assunto “Bonequinho do Rei”, acabando noutro completamente diferente. Algumas gatinhas (como diz o malandro do Derbson Frota), estão preocupadas é em discutir aquela entrevista que deste ao Luciano do “Caldeirão do Huck”, em especial quando a dado passo ele te pergunta se tu achas que sexo depois do show atrapalha, e tu respondeste dizendo que achavas que não. Aí, ele perguntou-te: “e antes do show?”, e tu, rindo, deste a mesma resposta, acrescentando ainda: “isso não atrapalha em nada”.
ZUNGA diz:
Sim, é verdade. Mas isso que tem de especial pra nossas gatinhas se preocuparem, bicho?
MINDO diz:
Ó pá, eu também não vejo nada de especial na tua resposta, mas sabes como são as tuas fãs lá no Portal. Pegam por tudo e por nada. Pelos vistos, a Cleinha notou qualquer coisa na tua cara. E sabes que ela te conhece de ginjeira, pá. Por sua vez, a Rosangela, depois de ter visto a gravação da entrevista umas quinhentas vezes ao ponto de o seu computador pifar, garantiu a pés juntos que a tua cara era a mais normal possível e que por isso nada havia de especial. Por isso, embora eu pense que este assunto não interessa nem ao Menino Jesus, rrrrrsss o que é certo é que estou com pena delas e, como tal, queria dissipar as dúvidas que as apoquentam, pois elas merecem, fãs loucas que são por ti.
ZUNGA diz:
Ah! Estou me recordando, bicho. De fato, nesse momento eu estava pensando pra meus botões outra coisa que, entretanto, não disse a Luciano.
MINDO diz:
Ai sim, pá? E que foi que pensaste, carago?
ZUNGA diz:
Pensei o que você pensaria em meu lugar, cara!
MINDO diz:
No meu lugar?
ZUNGA diz:
Sim, bicho. Cê também não vai no palco fazendo seu show de mágico?
MINDO diz:
Ás vezes, pá!
ZUNGA diz:
Então, aí, se ponha em meu lugar e fica sabendo do que pensei, mora!
MINDO diz:
Já estou a topar a cena, pá! Tudo depende da maneira de ser de cada um. Conheço mágicos que não conseguem iniciar os seus shows sem antes comerem um bom bife, e outros há que nada comem antes, guardando o apetite para depois do final e então aí é o delírio. rrrrrsss Por exemplo, eu incluo-me nestes últimos. rrrrrsss
ZUNGA diz:
Oi, Mindo! Tavamos falando de “ir lá” e não de comer, né?
MINDO diz:
Tens razão, pá. Sem querer desviei o assunto para a gastronomia, mas olha que tudo se conjuga desde que, quer numa quer noutra situação, tudo se faça com prazer e de acordo com o que nos pede o corpo e, no caso concreto de “ir lá”, ainda segundo o que nos pede a alma e o coração.
ZUNGA diz:
É isso, aí, bicho! Eu não táva gostando de ver você misturar alhos com bugalhos, mas sua conclusão foi peremtória. Mas eu ainda acrescentaria que, ao contrário de você (e foi isso o que eu pensei e nada disse a Luciano), eu sempre tô a fim antes ou depois de meus concertos, desde que, como você muito bem disse, me peça o peito, o coração e a alma, né? E tem mais, Mindo: tá na cara que há coisas difíceis ou até mesmo impossíveis de acontecer, mas eu lhe digo que por amor até mesmo durante meu show eu iria lá, mora! eheheheheh
MINDO diz:
É isso, pá! Até pareces um filósofo, carago! Posso escrever esta tua confidência na publicação deste nosso bate-papo?
ZUNGA diz:
Pode e deve, bicho!
MINDO diz:
Se posso e devo, porque pensaste e nada disseste ao Luciano, carago?
ZUNGA diz:
Mindo, você me desculpe mas dá pra ver que você mesmo estando num bate-papo comigo, seu pensamento está lá no Portal, mora!
MINDO diz:
Claro, pá! Por isso a razão da minha pergunta, carago!
ZUNGA diz:
Cê devia saber que numa entrevista não devemos dizer tudo. Devemos deixar sempre qualquer coisa pairando no ar, algo por responder. Mas com você tudo é diferente, né?! Eu sempre lhe digo tudo o que penso, bicho! Além do mais, se lembre que o combinado foi você publicar nossos bate-papos com a condição de no final deixar referência de que tudo é fictício. Então, bem que você pode e deve lá pôr tudo que falamos, né?
MINDO diz:
Ó Berto, eu sempre ponho no final que tudo é fictício, pá!
ZUNGA diz:
Sim. Mas não precisa exagerar repetindo a frase em outros tópicos lá no Portal, mora!
MINDO diz:
Noutros tópicos?
ZUNGA diz:
Sim, cara! Ou você se esquece que eu podendo vou dar uma olhada lá no Portal? Então, topei aquele tópico do Pila “Movimento para melhoramento do fórum” e li você se referindo a nossos bate-papos dizendo serem ficção. Se você já diz isso em todo bate-papo que publica, não precisa ser repetitivo, né?
MINDO diz:
Ok, pá! Para a próxima, antes de mandar uma mensagem para o fórum, entrego à censura.
ZUNGA diz:
À censura? Quem?
MINDO diz:
Quem devia de ser, Berto? Tu, claro!
ZUNGA diz:
Se deixe de piada, e me conte mais novidades, mora!
MINDO diz:
Mas antes, gostava que me esclarecesses uma frase que disseste há pouco. Chamaste Pila ao Pilattis e quando eu mandar este nosso bate-papo para publicação, ponho lá a Pila? Ou melhor, ponho lá o nome Pila?
ZUNGA diz:
Se deixe de trocadilhos, bicho! Respondo pra você também com uma pergunta: só você é que pode chamar de Pila ao Pila, digo, ao Pilattis? rsrsrsrsr
MINDO diz:
Está bem, pá. Não te enerves, carago! Ó Berto, sabes o que é que eu estou a pensar, pá?
ZUNGA diz:
Me diga logo, viu? Se deixe de suspense.
MINDO diz:
Este bate-papo está indo longo pra carago e por isso o melhor é eu, antes de o publicar, cortar algumas coisas que dissemos. Se não fizer alguns cortes, a malta lá no Portal vai ver-se lixada pra ler tanta coisa, pá!
ZUNGA diz:
Não ligue pra isso, bicho. Só lê quem quer, né? Depois, bem que você pode até mandar este nosso 10º Bate-papo por correio eletrônico a quem do Portal pedir a você, né?
MINDO diz:
É isso, pá! Como é que eu nunca tinha pensado nisso?
ZUNGA diz:
Fácil, bicho! Portuga, não pensa! Rrrrsss
MINDO diz:
rrrrrsss Ó Berto, agora até parecias o Derbson Frota, com as suas anedotas sobre portugas. Essa da censura, fui eu a pegar contigo, mas olha que pode ser uma das ideias para a melhoria do fórum. Ninguém gosta de censura, mas olha que às vezes…
ZUNGA diz:
Às vezes? Que queres dizer com isso, pá?
MINDO diz:
Que queres dizer com isso, pá?! rrrrrsss Lá estás tu a falar à portuga. Adoro quando falas assim, carago!
ZUNGA diz:
Cê sempre me influencia, bicho. rrrrrsss Mas, me diga: cê disse “às vezes”, porquê?
MINDO diz:
Ó pá, isto é cíclico. De vez em quando aparece alguém que põe o Portal em polvorosa e logo se vai pra mais tarde voltar novamente. Por estas e por outras é que há malta que receia que tu comeces a não gostar do Portal Clube do Rei.
ZUNGA diz:
Que nada, bicho! Cê sabe que eu não dou importância que me chamem de rei, mas agora vou utilizar pra você esse epíteto só pra lhe dizer que rei que se preze, tem de ser actualizado e minimamente um estudioso das coisas da vida e da alma, pra entender que questiúnculas existem desde os primórdios da humanidade. É próprio do ser humano, bicho! Não somos perfeitos, ainda! Pra mais, num sítio tão interativo como é o nosso Portal, né?
MINDO diz:
Ena, pá! Nem estou em mim, carago! Gostei dessa.
ZUNGA diz:
Dessa, qual?
MINDO diz:
De dizeres “o nosso Portal”.
ZUNGA diz:
Tá na cara, né?! Se é Portal Clube do Rei, é meu. E, se é meu, é nosso. rrrrrsss
MINDO diz:
Ó Berto, tu és duma raça do carago, pá! E pensar que a malta do Portal julga que tu não partes um prato…
ZUNGA diz:
Cê sabe como é, bicho! Raça latina, mora!
MINDO diz:
Há coisas do carago, pá! Por falares em raça latina, um recente tópico no fórum do Portal que deu que falar foi o do “Voto Latino”. Andava lá tudo (ou quase tudo) em pulgas pra que tu fosses o “Número Um”, pá! Eu votei umas quantas vezes (poucas), mas confesso que foi mais por influência que por convicção, pois penso que o voto latino a ti nem aquece nem arrefece, ou seja, que não te diz nada, certo?
ZUNGA diz:
Cê tá enganado, cara! Cê votou em mim poucas vezes, bicho? Aí se vê os amigos, mora!
MINDO diz:
Ó Berto, vai-te lixar, pá! Sabes bem que eu não sou um gajo de ideias fixas e que sempre tento ser flexível, mas põe-te no meu lugar, pá! Votar por quem há muito já está votado? Votar em quem há muito é considerado o Dinossauro da MPB? Vê bem, Berto: eu de ti não espero mais, a não ser aquilo que sempre se espera dos deuses: a continuidade da tua obra. E, se tu és um gajo do carago por quem o tempo não passa continuando a tua obra, é certo e sabido que voto latino é secundário, até mesmo para o incentivo de novos fãs que, penso, devem ser incentivados pelos teus mandamentos (obras) e não por um qualquer número de votos, sabe-se lá quantas vezes repetidos e como tal desvirtuados. Agora diz que portuga não pensa. rrrrrsss
ZUNGA diz:
Oi, Mindo. Você tem um grande defeito, bicho: uma vez começando a falar (neste caso a escrever, porque estamos no MSN), ninguém o pára e isso me desculpe, mas é sinónimo de pretensiosismo, pra não lhe dizer mais, mora!
MINDO diz:
Ó Berto, és f…, pá! Eu acabei de dizer que tu és um Dinossauro que já ganhaste tudo o que havia pra ganhar, e tu, em vez de dares o lugar a outros que ainda nem aos teus calcanhares chegaram, não me digas que estás a fim do raio do voto latino, carago? Só queria falecer!
ZUNGA diz:
Se deixe de falecimentos e se acalme, bicho! Eu tô com a galera lá do Portal em toda situação e neste caso em especial sobre o Voto Latino. Quer você queira, quer não, cê tem que entender que deus que não seja louvado, deixa de ser endeusado, né? Cê tá de acordo comigo, Mindo?
MINDO diz:
É uma verdade, pá! Faz tempo que já não vou à missa e se todos fizerem como eu…. rrrrrsss
ZUNGA diz:
É isso, aí, bicho! Você respondeu por mim, mora! Depois, você com seu velho egocentrismo, sempre gosta que dêem atenção a suas iniciativas, menosprezando as dos outros, né? Me diga que não!
MINDO diz:
Olha, ainda há dias um gajo do Portal escreveu que os nossos bate-papos, em comparação com o Voto Latino, não têm interesse nenhum. rrrrrsss Mas deixa que te lembre uma coisa, pá: se divulgo os nossos bate-papos é porque tu fazes questão disso.
ZUNGA diz:
Oi, Bicho! Vamos nos repetir na matéria? Falando de matéria, me lembro de língua portuguesa e por isso lhe pergunto como vai a nossa Inca.
MINDO diz:
A nossa Inca?
ZUNGA diz:
Tá claro, rapaz! Não é só sua, né? Falo da Iatrever (Isabel), aquela fã lá do Peru, cara!
MINDO diz:
Ah! Ó pá essa gaja é um amor e continua uma loucura por ti, pá! Passa a vida a mandar-te mensagens para a Sala “Cartas de amor”.
ZUNGA diz:
Tem certeza que é pra mim, bicho?
MINDO diz:
Claro! Pra mim é que não é de certeza, pá!
ZUNGA diz:
Tô entendendo.
MINDO diz:
Tas entendendo, o quê?
ZUNGA diz:
Nada, bicho! Continue…
MINDO diz:
Ela, por tua causa, já sabe português de carago, mas quer aprender ainda mais e meteu-se-lhe na cabeça que eu sou o professor dela.
ZUNGA diz:
E então, Mindo? Cê até que consegue escrever com poucos erros, por isso, é melhor do que nada, né? rrrrrsss
MINDO diz:
Ó Berto, vai-te lixar, pá! Eu escrevo com poucos erros? Já sei que eu próprio tenho muito que aprender sobre a língua portuguesa, mas o meu problema nem é esse. O meu problema é que ela quer que eu lhe dê lições de borla.
ZUNGA diz:
De borla? Se explique…
MINDO diz:
Ó pá, de borla é mais um dos termos da gíria portuga, que significa, de graça, ou grátis, sem pagamento.
ZUNGA diz:
Eu tô entendendo bem? Cê quer exigir pagamento a uma minha fã? Essa não, cara!
MINDO diz:
Ó Berto, Sabes que hoje em dia ninguém trabalha sem receber, carago!
ZUNGA diz:
Tudo bem, Mindo. Você recebendo da nossa Inca eu jamais terei bate-papo com você.
MINDO diz:
Ó Berto, tem calma, pá! Esquece tudo o que disse. Mais ainda: eu até já estou a pensar em pagar à Iatrever para eu continuar a ser o professor de português dela. O que eu quero é que tu não deixes de bater papo comigo, pá! rrrrrsss
ZUNGA diz:
Você com suas respostas me deixa sempre numa outra dimensão, num outro planeta, mora! rrrrrsss
MINDO diz:
Por falar em planeta, estou a lembrar-me do programa radiofónico “Planeta Rei”, de Fortaleza, que vai para o ar aos sábados das 16,00h às 18,00h (hora de Brasília) e das 20,00h às 22,00h (hora de Lisboa), da autoria do nosso amigo e membro do Portal, Fabiano Cavalcante, com a colaboração especial do também nosso amigo e membro do Portal, Carlos Marley (o Nobre), não esquecendo a colaboração especialíssima do nosso amiguinho e queridinho Roberto Carlos Cavalcante, que tem apenas 8 anos de idade.
ZUNGA diz:
Sim. Que é que tem?
MINDO diz:
Que é que tem?
ZUNGA diz:
Sim. Para além de eu já saber que você lá no fórum classificou o programa de “delírio”, que mais novidades cê tem pra mim sobre programa radiofónico que eu podendo sempre tô a fim?
MINDO diz:
Ena, pá! Não contava com essa, carago! Tu costumas estar sintonizado com o “Planeta Rei”, pá?
ZUNGA diz:
Claro, bicho! Cê tava pensando o quê de mim, mora? Que eu não aprecio o que de melhor se faz a meu respeito?
MINDO diz:
Ó Berto, sabes bem que eu de ti só penso bem. Porém, sabendo dos teus afazeres, não ficaria admirado que nem sequer tivesses conhecimento de coisa tão importante…
ZUNGA diz:
Pois, não! Você e sua mania de egocentrismo, né?
MINDO diz:
Mais um insulto?
ZUNGA diz:
É que você tem sempre sua velha mania de julgar ser o centro do mundo, como se os outros não soubessem nada de nada. E então aí eu fico tramado, né?
MINDO diz:
Ó Berto, deixa-te de coisas, pá! É que eu, sobre o “Planeta Rei”, pouco sei, pois a primeira vez que me sintonizei com o programa via internet, foi no sábado passado e a segunda vez vai ser amanhã.
ZUNGA diz:
Então, fique sabendo que Planeta Rei existe desde 1 de Agosto de 1999. Sua primeira emissão ficou na memória por motivos óbvios. Depois desse dia, outros programas ficaram para a história. Me lembro do dia em que “Planeta Rei” recebeu o cantor Patrick Dimon, conhecido internacionalmente; Me lembro daquela sequência de programas com gincana para comemorarem meu aniversário; Me lembro daqueles flahs ao vivo no Recife, aquando de meu regresso aos palcos; E me lembro de muitos, muitos mais que agora não dá pra contar a você, emocionado que estou de tanta coisa linda.
MINDO diz:
(sem palavras)
ZUNGA diz:
Oi, Mindo! Onde cê tá, bicho? Cê leu tudo que eu escrevi pra você, cara?
MINDO diz:
Li, pá. E é por isso que estou sem saber o que dizer, pois, confesso, não esperava que dissesses tanta coisa sobre o Planeta Rei.
ZUNGA diz:
rrrrrsss
MINDO diz:
Não foste convidado para a inauguração, pá?
ZUNGA diz:
Sua pergunta não tem cabimento. Cê imagina não me terem convidado para ato tão significativo?
MINDO diz:
Claro que não, mas… Não pudeste ir?
ZUNGA diz:
Foi isso, aí. Fiquei até triste, mas as coisas às vezes não se proporcionam, né?
MINDO diz:
Pois é, Berto. Mas de 1999 para cá, bem que podias ter dado lá uma saltada ou, ao menos, telefonar ou mandar mensagem. Já fizeste alguma destas coisas?
ZUNGA diz:
(sem palavras)
MINDO diz:
Ó Berto, não dizes nada, carago!? Não me digas que foste outra vez dar uma mija e me deixaste a falar pró calhau!!!
ZUNGA diz:
Não é isso, Mindo. Ouvi tudo que cê disse, mas acontece que agora foi minha vez de ficar sem palavras, pois, na verdade, tenho de admitir meu descuido, bicho!
MINDO diz:
Ó Berto, não te preocupes, pá! A malta é compreensiva e, além disso, estás sempre a tempo de fazer uma surpresa ao Fabiano, ao CMarley, ao Robertinho e a todos aqueles que habitualmente sintonizam o “Planeta Rei”.
ZUNGA diz:
É mesmo, bicho! Obrigado por suas palavras, viu?
MINDO diz:
Ó Berto, começamos a bater papo às 22,00h de Portugal e neste momento são 02,20h, ou seja, iniciamos num dia e acabamos no dia seguinte! rrrrrsss
ZUNGA diz:
rrrrrsss Na verdade, desta vez, bem que exageramos, bicho! Mas não dei conta do tempo passar, não! Vamos sair do MSN, Mindo?
MINDO diz:
Ok, pá! Até à próxima e um abração.
ZUNGA diz:
Adeus, Mindo. Aquele abraço pra você e pra toda galera lá do Portal, viu?
MINDO diz:
Um abraço e até um dia, pá!
ZUNGA diz:
Um abração pra você e pra toda a galera lá do Portal Clube do Rei, viu?!

* TOC – Transtorno Obsessivo Compulsivo.

**NOTA DO A. em 30-8-2013: Ainda a propósito de Rui Veloso, o mesmo tem a particularidade de fazer lembrar o tempo em que o Roberto Carlos utilizava a harmónica (gaita de boca ou de beiços) nas suas canções, como se pode ver, por exemplo, no tema “Anel de Rubi” (ver vídeo no Youtube http://youtu.be/n64Dwkh4Jyo)
Outro caso curioso é que, tal como o Roberto que tinha o Erasmo, o Rui tem o Carlos Tê.
Ainda outro caso curioso é que o Rui Veloso e o Erasmo Carlos encontraram-se os dois pela primeira vez no Rock in Rio Lisboa 2012 onde cantaram juntos. Agora, para completar, só falta o Roberto encontrar-se com o Carlos Tê.


AVISO:

O texto que acabaram de ler é fictício.
Qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência.

A ficção revela verdades que a realidade omite
Jassemin West
Armindo Guimarães

Sobre o autor

Armindo Guimarães - Doutorado em Robertologia Aplicada e Ciências Afins e Escriva das coisas da Vida e da Alma. Administrador, Editor e Redator do Portal Splish Splash e do site oficial da Confraria Cultural Brasil-Portugal. Leia Mais sobre o autor...

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