Por: Carlos Alberto Alves jornalistaalves@hotmail.com
PADRE BATISTA – E quem não se lembra dele com o seu típico boné e sua inseparável bandeira com as cores alvi-negras do Sport Club Vilanovense. Foi, ao cabo, uma das figuras mais contagiantes que passou pelo futebol regional, acompanhando quase sempre o clube da sua freguesia e, também, ipso fato, o grande mentor da claque, nomeadamente nos jogos disputados na Vila Nova (freguesia localizada na ilha Terceira, Açores, Portugal). Pela sua postura como padre e por estar ligado ao futebol com a sua habitual presença aos domingos (só lá não estava quando tinha algum casamento coincidente com o horário do próprio jogo), não restam dúvidas de que foi uma figura muito querida na freguesia. Se estou errado, desde já me penitencio perante as gentes da Vila Nova.
Hoje, quanto sei, o padre Batista está numa paróquia da ilha do Pico (Açores). E mais não posso acrescentar por falta de real informação. Será que deixou de gostar do futebol? Não creio, mas, no caso afirmativo, tudo tem o seu tempo próprio. E o tempo do padre Batista como fervoroso adepto do ainda desporto-rei, passou claramente pela Vila Nova.
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PADRE BATISTA – E quem não se lembra dele com o seu típico boné e sua inseparável bandeira com as cores alvi-negras do Sport Club Vilanovense. Foi, ao cabo, uma das figuras mais contagiantes que passou pelo futebol regional, acompanhando quase sempre o clube da sua freguesia e, também, ipso fato, o grande mentor da claque, nomeadamente nos jogos disputados na Vila Nova (freguesia localizada na ilha Terceira, Açores, Portugal). Pela sua postura como padre e por estar ligado ao futebol com a sua habitual presença aos domingos (só lá não estava quando tinha algum casamento coincidente com o horário do próprio jogo), não restam dúvidas de que foi uma figura muito querida na freguesia. Se estou errado, desde já me penitencio perante as gentes da Vila Nova.
Hoje, quanto sei, o padre Batista está numa paróquia da ilha do Pico (Açores). E mais não posso acrescentar por falta de real informação. Será que deixou de gostar do futebol? Não creio, mas, no caso afirmativo, tudo tem o seu tempo próprio. E o tempo do padre Batista como fervoroso adepto do ainda desporto-rei, passou claramente pela Vila Nova.
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