Às Quintas-Feiras

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Por: Carlos Alberto Alves
jornalistaalves@hotmail.com
Twitter – jornalistaAlves

O Portugal-Espanha disputado ontem*, decisivo para as duas seleções no que concerne à continuidade na Eurocopa-2012, ou seja, a passagem à final da competição empolgou os portugueses que, bem no seu estilo peculiar, passaram do oito para o oitenta, isto é, após o desaire com a Alemanha e as exibições menos concebidas de Cristiano Ronaldo ante os mesmos alemães e dinamarqueses uma confrangedora descrença e, depois, face à vitória sobre a Holanda e a República Checa, uma desmedida euforia, que até concordamos pelo fato da nossa seleção merecer o incondicional apoio de todos, incluindo nós jornalistas que, na verdade, devemos estar sempre ao lado da formação lusa, mau grado o fato de terem surgido algumas vozes discordantes.

Portugal – Espanha, no que concerne a rivalidades, tem o mesmo peso em relação ao que se constata entre o Brasil e Argentina. Para, além disso, sempre se trata de um apetecido confronto Ibérico, este ainda mais especial por estarmos numa meia-final da Eurocopa.

Portanto, um Portugal – Espanha que foi aguardado com transcendente expectativa e em que os portugueses se uniram cada vez mais em torno da nossa seleção. Desta vez, sim, todos torcendo pelos “tugas”, inclusive alguma Comunicação Social que, no início da competição, foi demasiado rigorosa com Cristiano Ronaldo e seus companheiros.

* Escrevemos este artigo umas horas antes do início do jogo.
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