Educação em Cena transforma celulares em ferramentas de criação

Projeto Educação em Cena reúne 180 participantes de Uberlândia em oficinas de audiovisual, produção de curtas e uso criativo das redes sociais.
Composição de fotos do projeto Educação em Cena, com jovens e participantes em oficinas de audiovisual em Uberlândia

Projeto leva oficinas de audiovisual a 180 participantes de Uberlândia


Audiovisual na prática: participantes aprendem roteiro, gravação e edição


O celular já faz parte do quotidiano de praticamente todas as pessoas. Mas e se, em vez de apenas consumir vídeos e navegar pelas redes sociais, fosse também utilizado para contar histórias, desenvolver ideias e criar conteúdos?

É essa experiência que o projeto Educação em Cena está a proporcionar a crianças, jovens, adultos e idosos de Uberlândia, em Minas Gerais. Em 2026, a iniciativa reúne 180 participantes de oito instituições, distribuídos por nove turmas, em oficinas de roteiro, gravação e edição de vídeos, além de atividades dedicadas ao uso consciente, educativo e criativo das redes sociais.

Durante as oficinas, os participantes envolvem-se em todas as etapas da produção de um curta-metragem. A partir da definição dos temas, desenvolvem os roteiros, participam das gravações e aprendem a editar utilizando ferramentas disponíveis no próprio telemóvel.

Treze curtas-metragens serão produzidos em 2026 


Ao todo, serão produzidos 13 curtas-metragens ao longo de 2026.

Mais do que aprender técnicas de audiovisual, os participantes têm a oportunidade de deixar o papel de espetadores para assumir o protagonismo na criação dos próprios conteúdos. Eles participam das decisões, constroem narrativas e descobrem novas formas de expressar ideias, experiências e diferentes perspetivas sobre a realidade.

A proposta também amplia a perceção sobre as possibilidades de utilização da tecnologia. O telemóvel, já presente no quotidiano, passa a ser utilizado como câmara, ferramenta de aprendizagem e instrumento de expressão, permitindo registar e partilhar histórias e experiências.

Audiovisual como ferramenta de transformação 


O Educação em Cena tem como público crianças e jovens, além de adultos e idosos. A iniciativa aposta em ferramentas acessíveis para aproximar o audiovisual de pessoas que, muitas vezes, não teriam contacto com equipamentos profissionais ou cursos específicos na área.

A programação inclui ainda palestras com profissionais do audiovisual e das plataformas digitais. Entre os temas abordados está Educação e Redes Sociais, que apresenta possibilidades de utilização das plataformas de forma consciente, educativa e criativa.

Para além da aprendizagem técnica, as atividades estimulam competências como criatividade, pesquisa, comunicação, autonomia e trabalho em equipa.

No final das atividades, os curtas-metragens serão exibidos nas próprias instituições e também numa mostra que reunirá as produções realizadas ao longo do projeto.

O Educação em Cena é viabilizado com o patrocínio do Instituto Algar e do Sistema Martins, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais (LEIC), e conta também com fomento do Programa Municipal de Incentivo à Cultura da Prefeitura de Uberlândia (PMIC), além do apoio da Close Comunicação e da Sociedade Médica de Uberlândia.

Como e onde acontece o Educação em Cena 


O projeto é desenvolvido em diferentes instituições de Uberlândia, abrangendo participantes de várias faixas etárias através de atividades realizadas em encontros semanais.

Pela LEIC, são realizados 20 encontros, que totalizam 40 horas-aula em cada instituição.

No Centro de Formação Ticote, no bairro Tibery, participa uma turma de crianças dos 9 aos 12 anos, às terças-feiras, das 14h40 às 16h20.

No Sesc Uberlândia, no bairro Aparecida, as atividades destinam-se a pessoas com 60 anos ou mais, às quartas-feiras, das 14h às 16h.

No Lar Espírita Maria Lobato de Freitas, no bairro Laranjeiras, participa uma turma de crianças dos 9 aos 12 anos, às quintas-feiras, das 9h às 10h40.

Já no Grupo Assistencial Caminheiros da Luz, no bairro Morada Nova, as oficinas são dirigidas a adolescentes dos 10 aos 15 anos, às terças-feiras, das 15h às 17h.

Por meio do PMIC, são realizados oito encontros por instituição, num total de 16 horas-aula.

Nas Creches Comunitárias Associadas de Uberlândia, no bairro Planalto, participam crianças dos 9 aos 13 anos, às segundas-feiras, das 9h às 11h.

Na Missão Esperança, no bairro Jardim Brasília, as atividades são destinadas a crianças dos 9 aos 12 anos, às quartas-feiras, das 9h às 11h.

A Associação Desenvolvendo Vida e Missão (ADVEM), no bairro Jardim Califórnia, recebe uma turma de adultos e idosos às quintas-feiras, das 13h às 15h, e uma turma de crianças dos 10 aos 12 anos às sextas-feiras, das 13h15 às 15h15.

Na Ação Moradia, no bairro Morumbi, participam crianças e jovens dos 9 aos 16 anos, às sextas-feiras, das 8h45 às 11h.

Desta forma, o projeto amplia o seu alcance por diferentes regiões de Uberlândia e envolve públicos de várias gerações, utilizando o audiovisual como instrumento de aprendizagem, criação e expressão.

Acompanhe o Educação em Cena 


Para conhecer melhor o projeto e acompanhar o seu dia a dia, consulte o site oficial e o perfil no Instagram

Equipa do projeto
Idealizadora e Direção Geral: Ady Torres
Assessoria de Imprensa: Cristiane Guimarães
Oficineiro: Danilo Henriques
Editor e Oficineiro: Danilo Vieira
Oficineiro: Jack Allek
Gestão de Comunicação e Palestrante: Janaina Moura
Oficineiro e Palestrante: Leandro Teixeira
Oficineiro e Palestrante: Marco Paraná
Produção e Oficineira: Mari Lourenço
Oficineira e Palestrante: Nara Sbreebow
Consultora em Acessibilidade: Priscila Gadelha
Direção de Arte e Designer: Rafael Malucelli
Coordenadora das oficinas e Oficineira: Taísa Machado
Editora e Oficineira: Thaneressa Lima
Social Media e Redator: Vizu [separador]
NOTA DO EDITOR - PORTAL SPLISH SPLASH
O projeto Educação em Cena mostra como uma ferramenta tão presente no quotidiano como o telemóvel pode ultrapassar o simples consumo de conteúdos e transformar-se num instrumento de criação, aprendizagem e expressão. Ao aproximar o audiovisual de diferentes gerações e realidades sociais, a iniciativa valoriza o protagonismo dos participantes e demonstra
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