“Bent Out of Shape”: emoção e reinvenção musical-

Peter Manning Robinson lança “Bent Out of Shape”, um single emotivo com videoclipe artístico que antecipa o álbum neo-clássico Excursions.
Capa do single Bent Out of Shape de Peter Manning Robinson com estética artística e contemporânea


Novo single de Peter Manning Robinson une piano, cinema e emoção num registo profundamente humano


Uma viagem musical que cruza inovação, cinema e emoção pura

O pianista e compositor norte-americano Peter Manning Robinson apresenta o seu mais recente single e videoclipe, “Bent Out of Shape”, uma obra vibrante e luminosa que reafirma o seu talento singular na fusão entre música instrumental e narrativa emocional. Radicado em Los Angeles e distinguido com um prémio Emmy e múltiplos galardões BMI, o artista continua a explorar novas linguagens sonoras, oferecendo ao público uma experiência envolvente e profundamente sensorial.

Bent Out of Shape - Peter Manning Robinson


“Bent Out of Shape” revela-se como uma escuta leve e contagiante, marcada por notas caprichosas e uma energia otimista. Segundo o próprio músico, esta composição nasceu após meses de dificuldades pessoais e em resposta a acontecimentos globais desafiantes: “Precisava de uma experiência edificante… de alguma positividade. Esta é a beleza da música… expressamos emoções e resolvemos conflitos através da arte.” O resultado é uma peça que transforma inquietação em esperança, convidando o ouvinte a um percurso emocional de superação.

O videoclipe, realizado por Klaus Hoch, reforça essa dimensão narrativa ao contar a história de reconciliação de um casal através de uma viagem surreal pelas suas memórias partilhadas. Ambientado numa elegante mansão sobre o mar, o vídeo combina estética cinematográfica com simbolismo emocional, criando uma experiência visual tão envolvente quanto a música que acompanha.

Com mais de 1,2 milhões de reproduções acumuladas, Peter Manning Robinson tem construído uma carreira sólida e multifacetada. Nascido em Chicago e criado entre Vancouver e Los Angeles, começou a tocar piano aos três anos e aos doze já se apresentava profissionalmente. A sua formação inclui estudos na University of Southern California e no Berklee College of Music, além de colaborações com nomes de destaque do jazz como Ernie Watts, Phil Woods e Freddie Hubbard.

A sua carreira estende-se pelo cinema, televisão e performance ao vivo, com composições premiadas como Above and Below (KABC), distinguida com um Emmy, e o trabalho na série Without a Trace, que lhe valeu cinco prémios BMI. No entanto, um dos momentos mais marcantes da sua trajetória surgiu quando, ainda jovem, enfrentou uma grave tendinite que ameaçou pôr fim à sua carreira como intérprete. Esse obstáculo levou-o a reinventar completamente a sua técnica, num processo de reaprendizagem conduzido por Phil Cohen, resultando numa nova abordagem física e artística ao piano.

Dessa transformação nasceu o inovador Refractor Piano™, um instrumento acústico reinventado que permite a Robinson criar aquilo que denomina “música refratada” — performances ao vivo inteiramente acústicas, sem recurso a faixas pré-gravadas ou elementos digitais. Desde a sua estreia em 2016, em Santa Monica, o instrumento tem sido apresentado em espaços como o Vortex Dome e o Museum of Modern Art DTLA, consolidando a reputação do artista como um verdadeiro explorador sonoro.

Em paralelo, Robinson prepara o lançamento de Excursions, um álbum neo-clássico profundamente pessoal que marca o regresso ao piano acústico a solo. Criado ao longo de três anos, o disco percorre temas como o luto, a resiliência e a esperança, refletindo um arco emocional que vai da fragilidade à renovação. O single “Pure Heartbreak”, por exemplo, oferece uma meditação intensa sobre a dor da perda amorosa, enquanto “Bent Out of Shape” surge como contraponto luminoso, celebrando a capacidade de reconstrução emocional.

Com uma abordagem cinematográfica, aventureira e profundamente humana, Excursions confirma a visão artística de Peter Manning Robinson: a música instrumental pode, por si só, contar histórias, evocar imagens e tocar emoções para além das palavras. Como o próprio afirma, trata-se da obra de que mais se orgulha — um testemunho da sua jornada criativa e pessoal.

Peter Manning Robinson na web:
NOTA DO EDITOR - PORTAL SPLISH SPLASH
“Bent Out of Shape” reforça o lugar de Peter Manning Robinson como um dos mais criativos compositores contemporâneos, capaz de transformar adversidade em arte sensível e universal.
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