Brasil avança na vacinação contra tuberculose

Recomendada pelo Ministério da Saúde, a dose deve ser administrada na maternidade ou, caso necessário, na primeira visita à Unidade Básica de Saúde. A
Desenhos representativos da vacina contra a tuberculose, como a seringa, a professora e alunos e viagens de avião.

A tuberculose não se restringe aos pulmões. Pode afetar também ossos, rins e meninges


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No Brasil, a vacina BCG marca o início da jornada de imunização dos recém-nascidos, oferecendo proteção crucial contra formas graves de tuberculose. E segundo dados do Programa Nacional de Imunizações, a cobertura vacinal atingiu 75,3% nos primeiros seis meses de 2024, e já está próximo do índice total registrado no ano passo, que foi de 79,1%.

A tuberculose não se restringe aos pulmões. Pode afetar também ossos, rins e meninges, com sintomas como tosse com sangue, falta de ar, dor no peito e febre. A vacina BCG, aplicada idealmente logo após o nascimento, é crucial para prevenir essas complicações.

Recomendada pelo Ministério da Saúde, a dose deve ser administrada na maternidade ou, caso necessário, na primeira visita à Unidade Básica de Saúde. Após a aplicação, uma pequena ferida evolui para a cicatriz característica no braço direito, sinalizando a eficácia do imunizante.

Graças à vacinação, a Organização Mundial da Saúde estima que mais de 40 mil casos anuais de meningite tuberculosa são evitados em países onde a doença é endêmica. Além das crianças, a vacina é essencial para quem convive com portadores de hanseníase e estrangeiros menores de cinco anos que chegam ao Brasil sem imunização prévia.

Reportagem, Janary Damacena


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