Greve dos Técnicos Sup. de Diagnóstico e Terapêutica do Amadora/Sintra - 16 e 17/7

Os profissionais, que já estiveram em greve no passado dia 27 de junho, exigem a revisão da tabela salarial do Acordo Empresa e a adesão ao Acordo Col
Imagem representando os Técnicos Superiores de Diagnóstico e Terapêutica.

Pela revisão da tabela salarial do Acordo Empresa e a adesão ao Acordo Coletivo de Trabalho


Concentração  
16 julho, 10h00/13h00 
Em frente ao Hospital Professor Doutor Fernando da Fonseca


Nos dias 16 e 17 de julho, os Técnicos Superiores de Diagnóstico e Terapêutica, a trabalhar na Unidade Local de Saúde Amadora/Sintra vão estar novamente em greve, uma vez que continuam sem respostas concretas às suas reivindicações, nomeadamente, no que diz respeito à revisão da tabela salarial. Para o primeiro dia de greve está, ainda, agendada uma concentração em frente ao Hospital Professor Doutor Fernando da Fonseca, entre as 10h00 e as 13h00. 

Os profissionais, que já estiveram em greve no passado dia 27 de junho, exigem a revisão da tabela salarial do Acordo Empresa e a adesão ao Acordo Coletivo de Trabalho entre o Centro Hospitalar Barreiro Montijo, EPE e outros e o Sindicato Nacional dos Técnicos Superiores de Saúde nas Áreas de Diagnóstico e Terapêutica e outros publicado no BTE n. 23 de 22/06/2018, para a possibilidade dos TSDT em regime de contrato individual de trabalho a exercer funções na ULS de Amadora/Sintra, EPE poderem optar pelo ACT. 

Recorde-se que na reunião com a ULS Amadora/Sintra, no passado dia 24 de junho, os sindicatos foram informados que tinha sido obtida uma nova autorização para iniciar a negociação de adesão aos ACT das carreiras que ainda não têm, como é o caso da carreira dos TSDT. No entanto, que não têm autorização para rever a tabela salarial do Acordo de Empresa, nem pretendem fazê-lo, uma vez que o despacho que obtiveram do Governo foi no sentido de reiterar o despacho do anterior Governo. Situação que o Presidente do STSS, Luís Dupont considera inadmissível: “é inaceitável a separação das matérias. É urgente iniciar um processo negocial que tenha as duas matérias e não simplesmente uma”. “E, por isso, vamos continuar em protesto. Estando também já prevista uma nova paralisação para os dias 25 e 26 de julho” reforça. 

Com esta paralisação podem não se realizar diversos exames complementares de diagnóstico, tais como, análises clínicas, ecografias, raio X, entre outros, bem como atividades nas áreas da terapêutica, nomeadamente, farmácias hospitalares, fisioterapia, terapia da fala ou terapia ocupacional.      
Enviar um comentário

Comentários