DO TEXTO:
Sensível e emocionante, a história publicada em mais de 25 países se passa em um hospital em Glasgow, na Escócia.
Romance de estreia de Marianne Cronin trata de temas como juventude, amadurecimento, espiritualidade, luto, finitude e resiliência
Como uma amizade pode florescer em situações e em gerações improváveis? Depois de comover milhares de assinantes da TAG Livros, Os cem anos de Lenni e Margot chega agora às lojas pela editora Planeta. O romance de estreia da escritora inglesa Marianne Cronin também está em processo de adaptação para um longa-metragem pela Columbia Pictures, com distribuição da Sony.
Sensível e emocionante, a história publicada em mais de 25 países se passa em um hospital em Glasgow, na Escócia. A protagonista é Lenni, uma adolescente sueca de 17 anos, encantadora, verdadeira e divertida, que está com câncer em estágio terminal. Para preencher os dias, em meio às restrições, passa a frequentar aulas de arte terapêutica.
Nesta circunstância improvável ela conhece Margot, uma doce senhora de 83 anos. Em meio a uma conexão intensa e imediata, elas se dão conta de que, juntas, têm um século de vida. Para celebrar o centenário, decidem montar uma exposição de cem pinturas. Cada uma das obras, retrata uma memória importante dos anos que viveram e, assim, relembram os amores e dissabores da vida.
“Então vamos fazer uma pintura para cada ano em que estivemos vivas. Cem pinturas para cem anos. E, mesmo que todas acabem indo para o lixo, o faxineiro que as colocar lá vai pensar: nossa, são muitas pinturas. E teremos contado nossa história, pintando cem quadros com a intenção de dizer: Lenni e Margot estiveram aqui” (Os cem anos de Lenni e Margot, p. 70)
Indicado aos leitores de Tillie Cole, John Green, Rachel Joyce e Jojo Moyes, Os cem anos de Lenni e Margot é um testemunho sobre a importância de viver cada dia intensamente. Uma história de paixão, juventude, amadurecimento, alegria, espiritualidade, legado, arte e afeto, mas também de luto, finitude e resiliência.
Sobre a autora:Marianne Cronin nasceu em 1990, na Inglaterra. Formou-se em Inglês e Escrita Criativa pela Universidade de Lancaster, chegando depois ao Ph.D. em Linguística Aplicada na Universidade de Birmingham. Hoje em dia, ela passa a maior parte de seu tempo escrevendo, ao lado de seu gato. Quando não está em sua escrivaninha, dedica-se ao teatro de improviso em West Midlands, onde vive. Os cem anos de Lenni e Margot é seu romance de estreia e está sendo adaptado para o cinema. Instagram: @itsmariannecronin
Como uma amizade pode florescer em situações e em gerações improváveis? Depois de comover milhares de assinantes da TAG Livros, Os cem anos de Lenni e Margot chega agora às lojas pela editora Planeta. O romance de estreia da escritora inglesa Marianne Cronin também está em processo de adaptação para um longa-metragem pela Columbia Pictures, com distribuição da Sony.
Sensível e emocionante, a história publicada em mais de 25 países se passa em um hospital em Glasgow, na Escócia. A protagonista é Lenni, uma adolescente sueca de 17 anos, encantadora, verdadeira e divertida, que está com câncer em estágio terminal. Para preencher os dias, em meio às restrições, passa a frequentar aulas de arte terapêutica.
Nesta circunstância improvável ela conhece Margot, uma doce senhora de 83 anos. Em meio a uma conexão intensa e imediata, elas se dão conta de que, juntas, têm um século de vida. Para celebrar o centenário, decidem montar uma exposição de cem pinturas. Cada uma das obras, retrata uma memória importante dos anos que viveram e, assim, relembram os amores e dissabores da vida.
“Então vamos fazer uma pintura para cada ano em que estivemos vivas. Cem pinturas para cem anos. E, mesmo que todas acabem indo para o lixo, o faxineiro que as colocar lá vai pensar: nossa, são muitas pinturas. E teremos contado nossa história, pintando cem quadros com a intenção de dizer: Lenni e Margot estiveram aqui” (Os cem anos de Lenni e Margot, p. 70)
Indicado aos leitores de Tillie Cole, John Green, Rachel Joyce e Jojo Moyes, Os cem anos de Lenni e Margot é um testemunho sobre a importância de viver cada dia intensamente. Uma história de paixão, juventude, amadurecimento, alegria, espiritualidade, legado, arte e afeto, mas também de luto, finitude e resiliência.
Gostou do post ou tem sugestões?
✍️ Deixe aqui a sua opiniãoComentários
Enviar um comentário
🌟Copie um emoji e cole no comentário: Clique aqui para ver os emojis