Pasionaria > LA VERONAL companhia de dança contemporânea de Marcos Morau - CCB Lisboa 11 e 12/2

La Veronal, companhia de dança contemporânea de Marcos Morau, estreia-se em Lisboa. O projeto artístico de Morau reside na busca constante de novos suportes expressivos e de referências culturais como o cinema, a literatura e a fotografia que dão corpo a uma linguagem narrativa surpreendente.


«Nesta peça claustrofóbica com laivos kubrickianos, Morau coloca, 
não sem sentido de humor, questões sobre o futuro da humanidade,
 cada vez mais dependenteda tecnologia.» 
El Periodico, Valèria Gaillard, 16/03/2019

PASIONARIA
La Veronal
Ideia e direção artística Marcos Morau
Coreografia Marcos Morau em colaboração com os intérpretes
Assistente de coreografia Lorena Nogal
Apoio artístico e dramatúrgico Roberto Fratini, Celso Giménez
Intérpretes Àngela Boix, Jon Lopez, Richard Mascherin, Ariadna Montfort, Núria Navarra, Lorena Nogal, Marina Rodríguez, Sau-Ching Wong Cenografia Ma Glaenzel

CCB . sexta, 11 fev., 21h00 . sábado, 12 fev., 19h00 . Grande Auditório

«[Pasionaria é] uma fantástica composição de imagens feitas de luz e sombras (…), de referências ao cinema e à pintura e é, sobretudo, uma obra verdadeiramente impressionante desenvolvida pelos oito bailarinos da La Veronal.» 
Diario de Sevilla, Rosalía Gómez, 27/04/2019

«O aspeto mais fascinante da coreografia [de Marcos Morau] é o fantástico trabalho desenvolvido pelos oito bailarinos, que dominam a surpreendente linguagem Kova, um movimento entre os passos agitados de um C-3PO da Guerra das Estrelas e a inconsistência do Espantalho d’O Feiticeiro de Oz. Impactante!» 
El Periodico, Valèria Gaillard, 16/03/2019

La Veronal, companhia de dança contemporânea de Marcos Morau, estreia-se em Lisboa. O projeto artístico de Morau reside na busca constante de novos suportes expressivos e de referências culturais como o cinema, a literatura e a fotografia que dão corpo a uma linguagem narrativa surpreendente.

Pasionaria é o nome de um lugar imaginário habitado por seres semelhantes a nós, mas desenhados para nos imitarem e que não passam de simulacros do humano. Pasionaria questiona o desapego emocional dos nossos dias e propõe uma reflexão sobre a ideia de progresso que nos é imposta, lançando-nos para o individualismo e a cobardia moral que vai tornando o mundo num lugar de adultos indefesos. 
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