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11/17/2020

Rede Minas exibe especial com os selecionados no 1º Prêmio da Música Popular Mineira, promovido pela Rádio Inconfidência

Rádio Inconfidência apresenta o “1º Prêmio da Música Popular Mineira”: uma premiação criada para valorizar, reconhecer e chancelar talentos da música mineira.


Intitulado "Arte Salva", a nova iniciativa da Rádio Inconfidência foi criada para fomentar, incentivar e chancelar a cena musical mineira, premiando 11 artistas que foram selecionados via Edital, em 9 categorias. O resultado da premiação poderá ser assistido no dia 21 de novembro em um Especial televisivo coproduzido, gravado e veiculado na Rede Minas, além de estar disponível em 5 programas radiofônicos especiais no site da Rádio Inconfidência.


Rádio Inconfidência apresenta o 1º Prêmio da Música Popular Mineira


Há 82 anos no ar, a Rádio Inconfidência (AM-FM) tem produzido uma programação radiofônica pautada na promoção da cultura, cidadania, informação, educação, esporte e prestação de serviços para os cidadãos mineiros. Reafirmando seu espaço como um constante incentivador da cena cultural e artística no estado, a Rádio Inconfidência apresenta o “1º Prêmio da Música Popular Mineira”: uma premiação criada para valorizar, reconhecer e chancelar talentos da música mineira. O Prêmio busca estabelecer uma sinergia contínua entre os talentosos artistas do estado e o público ouvinte de música no Brasil, além de fortalecer a cadeia produtiva visto que mais que valorizar autores e intérpretes, a premiação ajudará na divulgação e promoção de trabalhos artísticos e da cena musical regional.


No próximo dia 21 de novembro, às 22h15, o público poderá acompanhar de forma inédita o resultado do “1º Prêmio da Música Popular Mineira” um Especial televisivo gravado e produzido junto a Rede Minas, além de 05 programas radiofônicos disponíveis no site da Rádio Inconfidência. Ao longo de 1 hora de programa, comandado por Waleska Falci (apresentadora dos programas “Almanaque” e “Aquarela Brasileira”, da Rádio Inconfidência) o especial trará a apresentação dos vencedores nas 4 áreas ofertadas pelo prêmio, além de uma condecoração especial. São elas: “MPB, Samba, Pagode, Choro e Forró”, “Pop, Rock, Eletrônico, Blues, Jazz, Reggae, indie, Funk, Soul e Rap”, “Música Instrumental, “Música Regional” e a categoria de “Prêmio Especial - Obra Infantil”.


A seleção dos participantes se deu por meio de Edital aberto para artistas, compositores, músicos e intérpretes de qualquer idade, iniciantes ou profissionais, desde que nascidos ou residentes em território do estado de Minas Gerais há pelo menos 3 meses. A primeira edição do prêmio contou com quase 400 inscritos, o que criou dificuldades para o júri selecionar os vencedores das cinco categorias. O corpo de jurados foi formado pelos cantores Flávio Renegado, Marina Machado e Luiz Carlos Sá; o jornalista Kiko Ferreira e o produtor cultural Gegê Lara. O Edital tem como valor total R$63 mil reais, sendo que os vencedores de cada categoria receberam R$7 mil reais.


O Prêmio da Música Popular Mineira é um projeto criado em 2017, ainda sob a gestão de Flávio Henrique Alves de Oliveira, ex-presidente da Rede Minas e da Rádio Inconfidência à época de estruturação do prêmio. Flávio Henrique era músico, produtor, compositor e um ativo agente fomentador da cultura e cena musical mineira que se dedicou a construir o escopo do Prêmio da Música Popular Mineira como uma forma de chancelar e seguir incentivando o crescimento do segmento no estado. É em memória de sua atuação e seguindo este compromisso que a premiação tem sua 1ª edição realizada em 2020.


ESPECIAL VENCEDORES DO PRÊMIO


O “Especial Televisivo do 1º Prêmio da Música Popular Mineira” contará com performances dos vencedores que apresentarão seus trabalhos e composições conta com a apresentação dos vencedores das categorias de “Melhor Disco” e “Melhor Interprete” em cada uma das 4 áreas, além do contemplado pelo “Prêmio Especial – Obra Infantil”.


Na “área 1 – MPB, Samba, Pagode, Choro e Forró”, o Prêmio da Música Popular condecorou a parceria formada entre o cavaquinhista e compositor Warley Henrique e o letrista Rodrigo Brasileiro na categoria “Melhor Disco”, pelo trabalho realizado com o álbum “Memórias”, lançado em 2016. A coletânea marca o início da parceria entre o “Bruce Lee do Cavaquinho”, como Warley é popularmente conhecido, e Rodrigo. “Memórias” é resultado de uma parceria iniciada quando Rodrigo procurou Warley para ser seu professor de cavaquinho e, imediatamente, ambos perceberam uma sinergia que viria a ser prolífica e resultar nas composições apresentadas no disco.


Quem levou o prêmio na categoria “Melhor Intéprete” da área 1 foi o cantor Sergio Santos. Nascido em Varginha, no sul de Minas Gerais, Sergio Santos iniciou su carreira em 1982 como cantor do espetáculo “Missa dos Quilombos”, de Milton Nascimento. Alguns anos mais tarde, em 1996, lançou como solista seu primeiro disco “Aboio”, que foi finalista do prêmio Sharp. Um dos pontos altos da prolífica carreira de Sérgio Santos é o álbum “Áfrico”, de 2002, uma obra-prima que é utilizada muitas vezes como uma grande referência da música afro-brasileira nas escolas públicas. Além disso, Sérgio Santos pode orgulhar-se de ser o principal parceiro de Paulo Cesar Pinheiro, um dos maiores letristas da história da música popular brasileira. É por estes motivos, pela autoralidade e por sua voz suave e marcante, que Sergio Santos foi o contemplado pela categoria “Melhor Interprete”.


Na “área 2 – Pop, Rock, Eletrônico, Indie, Jazz, Blues, Reggae, Soul, Funk e Rap”, o vencedor da categoria “Melhor Disco” foi a banda Dolores 602 com a coletânea “Cartografia”, lançada em 2018. A banda Dolores 602 é um coletivo musical formado exclusivamente por mulheres que vem se firmando nos últimos anos como um dos destaques da cena pop indie mineira. O grupo premiado é formado por Débora Ventura (voz, violão e guitarra), Camila Menezes (baixo, ukulelê e voz), Isabella Figueira (bateria, gaita e escaleta) e Táskia Ferraz (guitarra e vocais). “Cartografia”, primeiro CD da banda, tem dez músicas autorais que misturam feminismo e poesia ao focar nas pequenas belezas da vida, apresentadas nas composições, melodias e letras de um grupo promissor de artistas talentosas.


Já na categoria “Melhor interprete” da área 2 - Pop, Rock, Eletrônico, Indie, Jazz, Blues, Reggae, Soul, Funk e Rap do “Prêmio da Música Popular Mineira”, quem ficou com o prêmio foi a banda Zimun. Criada em 2009, os músicos Fernando Castilho (voz), Matéria Prima (voz), Ravel Veiga (contrabaixo), Gabriel Bruce, Edgar Dedig (guitarra) e Matheus Ramos (bateria) tem se dedicado a experimentar com uma fusão de ritmos, seja no estúdio ou nos palcos, transitando do rap como origem, flutuando pelo jazz, pelo rock, pelo afrobeat e pela música brasileira.


A área 3 do “1º Prêmio da Música Popular Mineira” é dedicada à “Música Instrumental”. Na categoria “Melhor Disco”, Leonardo Brasilino leva o prêmio por seu trabalho em “Terra Brasilines”, de 2016. Brasilinio tem 30 anos de carreira musical e domina o trompete como poucos músicos contemporâneos, transitando do jazz ao instrumental, passando até mesmo por ritmos carnavalescos. O lançamento de “Terra Brasilines” marca o primeiro álbum autoral do trompetista, que também foi o responsável pela produção do disco.


O outro vencedor da área 3 – “Música Instrumental”, na categoria “Melhor Interprete”, foram a saxofonista Maria Bragança e a pianista Maria Teresa Madeira. “Duas Marias”, disco da dupla lançado em 2015, cria pontes entre a linguagem do erudito e do popular com planos sonoros de rítmica surpreendente, em um resultado de extrema originalidade.


Na área 4 – “Música Regional”, o prêmio contemplou Sol Bueno na categoria “Melhor Disco” e Wilson Dias na categoria “Melhor Interprete”. Contemplada pelo trabalho em “Poeira Dançante”, álbum autoral de 2017, Sol Bueno é uma cantora e compositora brasileira, natural do estado de Minas Gerais, que retrata de forma apurada em seu trabalho musical as sutilezas do universo da cultura popular. Em “Poeira Dançante”, ela retrata paisagens sonoras que refletem personagens da cultura popular e do cerrado, sustentado na viola caipira e em sons incidentais.


Fechando a área 4 – “Música Regional”, Wilson Dias levou a categoria “Melhor Interprete”. Com 7 discos autorais lançados, o primeiro deles de 1997, Wilson Dias foi contemplado por sua voz potente, capaz de traduzir toda a emoção e sentimento que a música evoca, em um trabalho harmônico e sinérgico com as composições.


O prêmio ainda conta com uma categoria especial, dedicado a obras infantis. A vencedora da categoria de “Melhor Disco de Música Infantil” é a cantora Katia Peifer, com sua obra “No jardim das margaridas”. Com mais de 30 anos de carreira no segmento musical, Katia atua como cantora, compositora, professora, arte-educadora e escritora, tendo trabalhado com alunos de diversas escolas de Belo Horizonte, em todos os segmentos. É essa experiência diversificada com crianças que Peifer traduz musicalmente em “No jardim das Margaridas”, seu primeiro CD infantil, lançado em 2015, que acaba de lhe render a premiação.


Além da exibição no dia 21 de novembro, o público apreciador de música poderá assistir a reprise do especial televisivo do 1º Prêmio da Música Popular Mineira na terça-feira (24 de novembro), às 23h. Os programas radiofônicos especiais produzidos pela Rádio Inconfidência estão disponíveis na integra no site da Rádio (http://inconfidencia.com.br/modules/news/article.php?storyid=3828).


SOBRE A RÁDIO INCONFIDÊNCIA


Cultura, cidadania, informação, educação, esporte e prestação de serviços. E, claro, a diversidade musical brasileira. A Rádio Inconfidência é a rádio que chega até você, onde quer que você esteja. Operando nos canais AM 880, FM 100,9 e Ondas Curtas 6010, e disponível na Internet, a emissora é o ponto de encontro de quem se interessa pelo que acontece em Minas e com os mineiros. Com uma programação variada e atraente, baseada na interação constante com ouvintes, artistas, formadores de opinião e entidades civis organizadas, esta é uma rádio múltipla, que se comunica, cada vez mais e com mais qualidade, com você.


CONTEMPLADOS PELO PRÊMIO DA MÚSICA POPULAR


Área - MPB, Samba, Pagode, Choro e Forró:

"MELHOR DISCO" - WARLEY HENRIQUE e RODRIGO BRASILEIRO 

"MELHOR INTÉRPRETE" - SÉRGIO SANTOS 


Área - Pop, Rock, Eletrônico, Blues, Jazz, Reggae, Indie, Funk, Soul e Rap:

"MELHOR DISCO" – DOLORES 602 

"MELHOR INTÉRPRETE" – ZIMUN 


Área - Música Instrumental:

"MELHOR DISCO" – BRASILINO 

"MELHOR INTÉRPRETE" – MARIA BRAGANÇA e MARIA TERESA MADEIRA 


Área - Música Regional:

"MELHOR DISCO" – SOL BUENO 

"MELHOR INTÉRPRETE" – WILSON DIAS 

"PRÊMIO ESPECIAL – OBRA INFANTIL" – KÁTIA PEIFER 


SERVIÇO:

Exibição do Especial Televisivo “1º Prêmio da Música Popular Mineira”

Quando: 21 de novembro, às 22h15

Reprise: 24 de novembro (terça-feira), às 23h

Duração: 60 minutos.

Apresentação: Waleska Falci

Canal Rede Minas:

- Vivo: 9

- Oi TV Fibra: 9

- NETCLARO: 20 / 520 (HD)


Programas radiofônicos disponíveis na integra no site: http://inconfidencia.com.br/modules/news/article.php?storyid=3828




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