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11/13/2020

CCB/Museu do Fado | AMÁLIA - A VOZ MAIOR DO QUE O FADO com encenação de João Botelho - 26 e 27/11

Centenário Amália Rodrigues no CCB Lisboa 26 e 27/11

Amália Rodrigues

Fotografia de Silva Nogueira, década de 1950 - Coleção Museu do Fado




Há Fado no Cais

AMÁLIA - A VOZ MAIOR DO QUE O FADO

Centenário Amália Rodrigues



Encenação João Botelho

Com Ana Quintans, Camané, Carlos Manuel Proença, Gaspar Varela, José Manuel Neto, Luz Casal, Mário Laginha, Paulo Paz, Quarteto de Cordas (Ana Pereira, Joana Cipriano, Nuno Abreu e Tomás Soares), Ricardo Ribeiro


CCB | 26 e 27 nov | quinta e sexta | 19h00 (novo horário) | Grande Auditório


FICHA TÉCNICA


Encenação João Botelho

Arranjos musicais Daniel Bernardes

Desenho de luz Rui Seabra

Desenho de vídeo Eduardo Cunha

Coordenação de figurinos Blue


Narrador Pedro Inês


Com Ana Quintans, Camané, Carlos Manuel Proença, Gaspar Varela, José Manuel Neto,

Luz Casal, Mário Laginha, Paulo Paz, Quarteto de Cordas (Ana Pereira, Joana Cipriano, Nuno Abreu e Tomás Soares), Ricardo Ribeiro.


Apoio DGPC – entidade colaboradora


Amália: «pancada alta, braço peludo, pelo na venta, lume no olho, era o que se dizia da mítica Severa. Eu não era nada assim!» E nunca foi. «Exprimir a Alma Nacional, eu? Eu só exprimo a minha Alma.»

Das ruas estreitas aos grandes palcos para seduzir o mundo inteiro. O preto e os olhos fechados, para que se ouvisse aquela Voz. Emoção pura. Fados tradicionais, cantora ibérica, mezzo-soprano e actriz dramática. Grandes poetas. Ela própria, Homem de Mello, Mourão Ferreira, Alegre, O’Neill,  Camões. E os  filhos que ela deixou! Alguns deles estarão aqui hoje para prolongar «a universalidade do seu grito e do seu sorriso». O CCB convidou-me para organizar as luzes e as sombras deste espectáculo. Era o que faltava eu dizer não.

– João Botelho

O autor escreve segundo a antiga ortografia

Alguns sucessos de Amália Rodrigues

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