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ROBERTOLOGIA EM DESTAQUE

2/07/2020

Fábrica das Artes | ciclo Pharmácia Amália > CCB Lisboa 13/02 a 04/04

Pharmácia Amália é uma programação da Fábrica das Artes, para todas as idades, que celebra o centenário do nascimento de Amália Rodrigues

Pharmácia Amália é uma programação da Fábrica das Artes, para todas as idades, que celebra o centenário do nascimento de Amália Rodrigues e a presença do seu legado no nosso património cultural comum.


ciclo Pharmácia Amália

CCB ▪ 13 fev a 4 abril ▪ Espaço Fábrica das Artes
INSTALAÇÃO / OFICINAS / VISITAS PERFORMATIVAS / MÚSICA / CONVERSAS COM MÚSICA

Fadista Amália Rodrigues

Pharmácia Amália > Instalação - 13 a 23 fevereiro, 27 fevereiro a 4 abril (3.ª a domingo)

Oficina de História Amália > Oficina - 15 fevereiro e 8 março

No Tempo das Cerejas > Visitas performativas -  16 fevereiro a 3 abril

Sou Filha das Ervas – Cantigas para o Coração > Música - 22 fevereiro, 1 março e 4 abril

Assim devera eu ser > Música - 11 a 15 março

Chá na Pharmácia > Conversas com música - 28 março e 4 abril

A instalação com o mesmo nome, concebida por Teresa Gentil, permite-nos explorar o impacto emocional que a música de Amália nos oferece, fazer um itinerário pela sua vida e pelos contextos históricos em que ela decorreu e marcar encontro com os poetas que, pela sua mão e de Alain Oulman (responsável por uma revolução na carreira de Amália Rodrigues), entraram no mundo do fado e o revolucionaram. Da instalação Pharmácia Amália desdobram-se inúmeras propostas que acontecem no interior ou em relação com ela:

Visitas guiadas autónomas e visitas performativas No Tempo das Cerejas, criadas e conduzidas por cinco atores: Vasco Batista, Sofia Fialho, Isabel Costa, Catarina Rabaça e José Leite. Este grupo de atores apresenta ainda uma performance coletiva, que resulta da agregação dos materiais artísticos explorados nas respetivas visitas performativas num espetáculo único.

Em Chá na Pharmácia – Conversas com música, partilha-se o gosto de Amália pelo chá, os mistérios da sua voz e as paixões que desencadeia. Teresa Gentil conversa com Maja, uma fadista da Bósnia que aprendeu português para poder cantar o fado, e com Frederico Santiago, que é «uma espécie de arqueólogo» da voz de Amália.

O professor Bernardo Salgado conduz-nos pela história de Portugal na Oficina de História Amália, na qual os participantes serão detetives do passado para construir uma cronologia que resulta dos cruzamentos entre História, as histórias de Amália e as histórias quotidianas das vidas das famílias participantes.

E música, claro. Com o título inspirado na célebre Formiga Bossa Nova, o espetáculo Assim devera eu ser é uma encomenda do CCB/Fábrica das Artes a Catarina Moura, com as vozes e instrumentos de Celina da Piedade, Sara Vidal e Ricardo Silva e ilustrações e animação de Cátia Vidinhas.

Por fim, teremos o grupo A Monda Teatro-Música com Sou Filha das Ervas – Cantigas para o Coração, um espetáculo criado a partir de canções originais de Amélia Muge, fados e poemas escritos por Amália Rodrigues.

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