ROBERTOLOGIA EM DESTAQUE

8/03/2019

Eu e o rei Roberto Carlos


Eu e o rei Roberto Carlos

Mentiria se não reconhecesse que, escrever sobre o rei Roberto Carlos, foi uma mais-valia em termos curriculares. E tudo começou quando, em 2010, publiquei no Azores Digital um artigo sobre o falecimento de Lady Laura, mãe do Roberto Carlos. Nessa altura, Roberto Carlos estava em pleno show em Nova Iorque e só soube da morte de sua extremosa mãe após o termo do espetáculo. Através desse artigo, fui convidado pelo administrador do Portal Splish Splash, Armindo Guimarães, para colaborar. Aceitei de bom grado, passando depois a representante no Rio de Janeiro e, na sequência da minha regular colaboração, fazendo parte da redação, convite que também não declinei. Dentro do que sempre fiz, tenho mantido uma regular presença com a publicação dos mais diversos temas, maior incidência sobre a atividade do rei Roberto Carlos. O muito que publiquei neste Portal Splish Splash sobre tão ilustre figura, por certo que daria para publicar um livro avantajado.

Participei em duas Conferências de Imprensa englobadas nos respectivos Cruzeiros Emoções em Alto Mar (2011 e 2012), criei o (meu) HUMOR ROBERTOCARLÍSTICO e mantendo-me sempre atento ao que se passa em torno de Roberto Carlos, profissionalmente falando e não só.

Quando o rei completou 50 anos de carreira, elaborei um trabalho no qual englobei depoimentos de pessoas, dos Estados Unidos, Canadá, Brasil, Açores, Portugal Continental e outros, não esquecendo algumas entrevistas de fundo em que pretendi que os entrevistados falassem de Roberto Carlos.

Hoje, continuo a ser um fã presente e,  aquando das comemorações dos meus 50 anos de jornalismo (2014), não podia, de forma alguma, deixar de inserir parte do muito que escrevi sobre o maior cantor da América do Sul e dos melhores à escala mundial. Agora, com 55 anos de trajeto de índole jornalístico, esse espírito continua incólume.

Portanto, sinto-me orgulhado por ter, neste final de carreira (para quando, ainda não sei...) tido a oportunidade de escrevinhar sobre um dos maiores ídolos do Brasil e não só neste país. Penso que, para os brasileiros, Ayrtor Senna da Silva e Roberto Carlos serão eternos. Cada qual na sua área, muito divulgaram o Brasil por esse mundo afora. Roberto Carlos, felizmente, ainda continua nessa bonita encruzilhada, com o maestro Eduardo Lages, músicos competentes e um staff que tem correspondido a todas as exigências na montagem dos espetáculos. E aqui, em jeito de homenagem póstuma, não posso esquecer a saudosa Ivone Kassu, que durante cerca de trinta anos foi Assessora de Imprensa.

Roberto Carlos, obrigado por eu ter escrevinhado sobre um rei e do qual  também sou um fervoroso fã. VIVE LE ROI! Esta uma das frases que sempre gosto de encerrar um  texto relacionado com o maior cantor da América do Sul e não só. Mas, também teria todo o cabimento se dissesse que, para nós todos, os incondicionais fãs, Roberto Carlos será eterno.

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