ROBERTOLOGIA EM DESTAQUE

4/24/2011

Todos virados para o mesmo horizonte



Por: Carlos Alberto Alves
jornalistaalves@hotmail.com
Portal Splish Splash


Nestes 47 anos de carreira, obviamente que transporto comigo uma lata experiência jornalística, para mais que, para além de correspondente de grandes jornais, também passei pelo sector de chefia e editor por inerência. Infere-se, desde logo, que convivi com muitos colegas de redacção e com colaboradores dos jornais por onde passei ao nível regional, nomeadamente A União, Diário Insular e Açoriano Oriental, o mais antigo jornal do país e creio que o quarto à escala europeia. Em outro patamar, a minha passagem por “A Bola” (20 anos), Record (8) e uma colaboração esporádica em “O Jogo”, jornal do norte do país que, hoje, subiu alguns furos em termos de apresentação, uma vez que a sua distância era grande para “A Bola” e o “Record”.

Nestas coisas do jornalismo, tais como em outras áreas, existem sempre as rivalidades pessoais. Umas por se querer ser o melhor, outras por inveja, o que, no meu entender, constitui uma gritante falta de profissionalismo e, sobretudo, uma falta de preparação que, pelo próprio facto, cria no seio de uma redacção um mal-estar. Conheci muitos casos em que alguns só estavam “realizados” quando criticavam o trabalho dos companheiros. Como eu sempre classifiquei, os tais que, ao longo do tempo, marcaram passo. Como se diz na gíria militar, não passaram de primeiros cabos. Por ali ficaram até ao dia da aposentação, se bem que, na sequência desse demérito (igual a falta de valores, profissionais e humanos), alguns viram a sua carreira terminar muito cedo. E porquê? É comezinho de se atentar que, nestes casos, pesou a falta de credibilidade. Estas situações também se constatam nas rádios e nas televisões. Incorporei-me (editor e colaborador) em algumas rádios e deparei com o mesmo cenário.

Ora, vem isto a talho de foice num paralelismo que faço (portanto, uma opinião meramente pessoal, sujeira a discórdia, como aquelas que relato no corpo deste artigo) entre o Splish Splash e os sites que também divulgam as actividades do Rei Roberto Carlos. Em Pernambuco, Tadeu Prado, que é radialista, tem o Portal Além do Horizonte e, na sequência do trilho que se percorre com o mesmo objectivo, Diego Bachini e Henri Ross. E porque passa este objectivo? Nem mais do que todos virados para o mesmo destino, isto é, ao lado do Rei Roberto Carlos, identicamente ao que se verifica em torno do Splish Splash. Por brincadeira, entre nós e no nosso próprio espaço, dizemos que é o “melhor Portal do mundo”. Os outros três companheiros, por certo, pensarão o mesmo no que concerne aos posts dos seus sites. Até aqui nada de anormal e creio ser interessante se pensarem do mesmo modo. Mas, o melhor de todo este conteúdo robertocarlístico (como nós dizemos) incide no facto de, entre nós e os companheiros dos sites dirigidos superiormente pelos colegas acima mencionados, não existir a mínima rivalidade. Temos um objectivo comum que é, indubitavelmente, servir o Rei com os nossos artigos, as nossas reportagens, as nossas notícias. Aqui estamos de mãos-dadas, despidos (ninguém fica nu) dessas rivalidades e invejas que não nos levam a parte alguma.

Agora foi Tadeu Prado que veio ao encontro do Splish Splash, à semelhança de outros. Mas aqui a nossa camisola (no Brasil diz-se camisa) é só uma: o Rei Roberto Carlos, independentemente do conceito que ele possa ter em relação ao que por aqui fazemos, quer no Splish Splash quer nos Portais referenciados. Para o Rei a nossa resposta é sempre esta: és venerado por nós nos bons e maus momentos.

PS – Enquanto não verificar que existe uniformidade de critério no que respeita à nova ortografia, continuo a escrever “à-portuguesa”.

2 comentários:

  1. Valeu Carlos Alberto! Falou e disse.
    Ótima como sempre a sua crônica.

    Um abraço,
    Carmen Augusta

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  2. Escrever é para poucos que tem o dom. Sem dúvida o Carlos Alberto o tem e de forma maestral. Obrigado pela citação ao Portal Roberto Carlos. Parabéns pelo belo texto.

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