ROBERTOLOGIA EM DESTAQUE

2/01/2011

Da Gama ou da Cama?




Carlos Alberto Alves
jornalistaalves@hotmail.com
Portal Splish Splash


Eu, o King Roberto Carlos, o Armindo Guimarães e “tutti quanti” afectos à Cruz de Malta, aparentam uma desilusão plausível, isto em função da campanha do Clube de Regatas Vasco da Gama no início da presente temporada futebolística. Nem um pontinho conquistado até agora e, para agravar a situação, despediram o treinador, quiçá com o intuito de taparem o sol com a peneira. Aliás, é sempre o treinador a vítima dos maus resultados. É mais fácil mandar um embora do que um lote de jogadores que não se esforçam, que nada querem. Apenas ofício de corpo presente em campo, sem sentirem o peso da camisola do Vasco da Gama, um clube com vastas tradições no âmbito do futebol brasileiro. Temos um presidente dinamite, mas que não explode nada em relação a alguns craques. E assim vai a nau vascaína, sem um verdadeiro timoneiro.


Pretendeu o elenco diretivo do Vasco a contratação do técnico português Carlos Queiroz, mas em vão os seus intentos, porque, na verdade, e apesar de ter sido contestado como treinador da selecção de Portugal, Queiroz nada tem de bobo para rumar até ao Brasil, sabendo, de antemão, que a política interna do Vasco da Gama não se coaduna com a sua forma de estar no futebol. Devo confessar, e agora revelar, que nunca acreditei que Carlos Queiroz optasse por um clube que lhe daria poucas possibilidades de atingir um desiderato. O Vasco da Gama há uns anos a esta parte, com Eurico Miranda, e agora com Roberto Dinamite, anda na mó de baixo. Nada ganha e, para piorar a situação, até os clubes pequenos, fazem a barba ao Vasco da Gama. Quem diria. Mas, contra factos não há argumentos. O Vasco da Gama parece um “Vasco da Cama”, com a maioria dos jogadores dormindo em campo. Assim não pode ser, assim não se ganha nada, assim a torcida tem toda a razão em protestar veementemente. Acordem meus amigos, acordem porque está na hora do despertar. Acordem porque está na hora de ganhar jogos. Ou querem transformar o Vasco da Gama em “bombo de festa”?

2 comentários:

  1. Carlos Alberto,

    antes de mais nada, tens o mesmo nome de um dos jogadores contratados como estrela do Vasco e que não está a corresponder. Carlos Alberto (este mesmo, o que atuou pelo Porto) teve decisiva participação nas partidas da Série B do Brasileiro mas, desde 2010, na volta à elite, se destacou mais pelo tempo que ficou no departamento médico. Tanto ele quanto o outro jogador considerado estrela (o meia Felipe) decepcionaram por um futebol muito aquém do que a torcida esperava.

    Também não acreditei que Carlos Queiroz viesse - nem que, se viesse, fosse uma boa, pois ele não tem conhecimento de futebol da América do Sul - e sou da parte crítica da atuação da seleção de Portugal na Copa do Mundo. Acredito que o Vasco precise de um treinador que motive os jogadores, e lhes diga que quando o gol adversário vem a partida ainda não está perdida.

    Bom, vamos ver no que dá. Porque a situação está complicada...

    Saudações vascaínas,

    Vinícius Faustini

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  2. Ao invés, do outro CA, eu, modésia à-parte, sou uma "estrela" que tem correspondido por todos os times por onde tenho passado, o mais recente este Splish Splash. Sempre tenho amor à camisola, à profissão, e mesmo "machucado" digo sempre que estou apto para entrar em jogo e dar tudo-por-tudo. Porque sempre fui assim, morrerei da mesma forma.
    Um grande abraço
    Carlos Alberto Alves

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