ROBERTOLOGIA EM DESTAQUE

1/28/2011

Duplo fã do Ringo Star










Por: Carlos Alberto Alves
jornalistaalves@hotmail.com
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Quase a completar (20 de Agosto) sete anos em que cheguei ao Brasil. Como se diz em relação ao Toyota, veio para ficar e ficou mesmo. Não é bem assim, mas por lá perto. Seriam três meses de visita e, quiçá inesperadamente (?), acabei por me arraigar a este país, actualmente com o estatuto de residente permanente. Esperei 29 meses pela minha carteira de identidade. Mas, como sempre ouço, “isto é Brasil”. Vou aqui seguir a linha do Datena, na Band: “Ó presidente Lula, muda este estado de coisas. Quase 30 meses à espera de uma carteira de identidade, é brincadeira”. Na altura, era o presidente Lula, agora é a presidente Dilma. Penso que apenas houve mudança em termos de sexo, mas com a particularidade de, pela primeira vez, o país ser presidido por uma mulher.


Deixando este descontentamento para trás das costas, optei, para este período simbólico (tem a ver com o aproximar da data em que assinalo 47 anos de jornalismo) por falar do Ring Star, um dos componentes da ex-banda Beatles. Bem vistas as coisas, em termos musicais, não foi tão famoso como o John Lennon, o Harrison, o Paul McCartney. Mas, por outro lado, acabou por ser um duplo fã de muita gente, eu incluindo, quando, há muitos anos atrás, foi protagonista do filme “Candy”, por sinal o primeiro filme erótico a que eu assisti, no teatro número 2 do Estacionamento Americano da Base Aérea das Lajes. Era eu muito jovem e presenciar um filme daquela génese foi, digamos, um maná. Recordo-me que a principal figura do filme era uma jovem de 19 anos, atraente q.b. e que gostava muito de sexo.

No filme, a moça teve a sua primeira experiência num bar, em plena tarde, juntando-se a um grupo (creio que cinco) de jovens irrequietos e que tinham como chefe o próprio Ringo Star. Moral da estória: o Ringo pegou na dita cuja, deitou-a em cima de um bilhar de snooker e lá fez o serviço da ordem sob os olhares atentos e cobiçosos dos companheiros que estavam na fila para continuar a festa. Quer dizer com isto, que os cinco aviaram aquela loira que estava ávida por sexo. Mas, com Ringo Star, por ser uma figura conhecida, membro do grupo Beatles, os espectadores vibraram. Com o teatro literalmente cheio (pudera!), os gritos da jovem quase que rebentaram com a sonora do filme. É por isso que, ainda hoje, gosto de recordar Ringo Star, por se tratar da minha iniciação em filmes eróticos, naturalmente como espectador de películas na tela. E quando vejo um bilhar de snooker, fica logo baptizado por... Ringo Star!

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