Jazz Proibidão une jazz e funk no Rio

Jazz Proibidão regressa ao Rio de Janeiro com MC Carol, Josiel Konrad e convidados numa celebração da fusão entre jazz e funk carioca.
MC Carol e Josiel Konrad são destaques da 8.ª edição do Jazz Proibidão na quadra da São Clemente, no Rio de Janeiro.

8.ª edição do Jazz Proibidão celebra a força do jazz e do funk carioca na São Clemente


MC Carol junta-se a Josiel Konrad numa noite de música, identidade e experimentação


O Jazz Proibidão regressa ao Rio de Janeiro para a sua 8.ª edição, consolidando-se como um dos eventos mais originais da cena musical carioca. Depois de reunir mais de 10 mil participantes ao longo das edições anteriores, o movimento idealizado pelo trombonista, cantor e compositor Josiel Konrad estreia-se na quadra da G.R.E.S. São Clemente, na Cidade Nova, no próximo 7 de agosto, sexta-feira, a partir das 20h30.

Reconhecido por romper barreiras entre géneros musicais, o Jazz Proibidão transforma a fusão entre jazz e funk carioca numa experiência artística que valoriza as raízes populares e aproxima diferentes gerações através da música.

MC Carol e convidados reforçam um cartaz de excelência 


Além de Josiel Konrad, a nova edição contará com a participação da icónica MC Carol, do prestigiado trio vocal Soul de Brasileiro, do consagrado baixista Ney Conceição, considerado uma referência internacional do instrumento, dos DJs May e Wagner Rasta, responsáveis pela animação da pista, e da apresentadora Negrita, que conduzirá o evento.

O alinhamento evidencia a diversidade sonora que caracteriza o Jazz Proibidão, onde convivem jazz, soul, funk, hip-hop e outras expressões da música negra contemporânea.


Um movimento artístico que nasceu das raízes 


O Jazz Proibidão surgiu a partir do álbum "Boca no Trombone", lançado mundialmente por Josiel Konrad em 2023 e posteriormente editado em vinil, tornando-se uma referência entre apreciadores do formato.

Segundo o músico, o projecto nasceu da necessidade de reencontrar as suas origens e demonstrar que o jazz nunca pertenceu exclusivamente aos circuitos mais elitizados.

"O álbum partiu da urgência que eu senti de me comunicar com as minhas origens. Percebi que estava me distanciando das minhas raízes a cada dia que passava. (...) Quando criei esse movimento, quis mostrar que o jazz não está preso aos circuitos elitizados, mas pode e deve dialogar com a força bruta e a inventividade das periferias."

Para Josiel Konrad, o Jazz Proibidão representa um verdadeiro espaço de liberdade criativa, onde diferentes linguagens musicais se encontram de forma natural.

"O Jazz Proibidão nasceu de uma certeza: o jazz nunca deixou de ser do povo, só foi afastado dele. Aqui, jazz e funk carioca não se fundem por modismo, encontram-se porque sempre vieram do mesmo lugar."

Josiel Konrad leva a Baixada Fluminense para o centro da criação musical


Natural da Baixada Fluminense, Josiel Konrad construiu uma carreira marcada pela valorização das periferias e pela capacidade de cruzar influências do jazz, samba, funk, soul e da música negra internacional.

A sua abordagem artística rompe com os modelos tradicionais do jazz brasileiro, transformando o trombone num instrumento capaz de dialogar com a energia do funk, os graves do hip-hop e a riqueza rítmica da música urbana contemporânea.

O resultado é uma linguagem própria, que desafia classificações e reforça o papel da cultura popular como motor de inovação artística.

SERVIÇO:
Evento: Jazz Proibidão – 8.ª edição
Data: 7 de agosto (sexta-feira)
Hora: 20h30
Local: G.R.E.S. São Clemente – Avenida Presidente Vargas, 3.102, Cidade Nova, Rio de Janeiro (RJ)
Ingressos: entre R$ 45 e R$ 65, com vendas através da plataforma Sympla.
Assessoria de imprensa: Carlos Pinho
Rede social: Instagram oficial de Josiel Konrad [separador]
NOTA DO EDITOR - PORTAL SPLISH SPLASH
O Portal Splish Splash acompanha iniciativas que promovem a diversidade cultural e a valorização da música em todas as suas expressões. O Jazz Proibidão destaca-se pela capacidade de aproximar o jazz das suas raízes populares, promovendo um diálogo criativo com o funk carioca e reafirmando o papel da cultura como espaço de inclusão, inovação e identidade.
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