Labirintos do caos: futuros em colisão humana

Livro de contos distópicos de Maria Félix Fontele explora futuro, memória e IA em 14 histórias sobre sociedade e transformação.
Capa do livro “Labirintos do caos” e fotografia da autora Maria Félix Fontele em retrato promocional

Contos de Maria Félix Fontele cruzam tecnologia, memória e sociedade em transformação acelerada


O futuro já não é distante — está a acontecer dentro das escolhas do presente


A fronteira entre o humano e o artificial dissolve-se em “Labirintos do caos”, obra de Maria Félix Fontele que reúne 14 contos de ficção especulativa marcados por cenários distópicos e inquietações contemporâneas. As narrativas percorrem futuros possíveis onde a tecnologia, a memória e as transformações sociais redefinem a condição humana.

Em diferentes histórias, personagens comuns enfrentam realidades em mutação acelerada, onde o quotidiano se cruza com avanços tecnológicos que alteram perceções, relações e identidades. O livro constrói um mosaico narrativo que reflete tanto o desencanto como a resistência emocional perante um mundo em constante reconfiguração.

A autora sublinha que o conceito de caos não se limita à destruição, mas inclui também o nascimento do inesperado e do ainda indefinido. A escrita do livro, iniciada durante um período de instabilidade global, surge como resposta criativa a um tempo de incerteza e tensão coletiva.

Entre os contos, destacam-se histórias que abordam a manipulação da memória, a criação de realidades holográficas e relações afetivas mediadas por tecnologia. Em cenários como 2041, o impacto das corporações e da inteligência artificial levanta questões éticas profundas sobre identidade e verdade.

A obra integra ainda ilustrações que introduzem cada narrativa, reforçando a imersão no universo literário proposto. Publicado pela Mondru Editora, o livro conta com projeto gráfico de Jeferson Barbosa e Gabriele Oliveira, e prefácio de Luigi Ricciardi, académico e investigador de literatura.
NOTA DO EDITOR - PORTAL SPLISH SPLASH
A obra “Labirintos do caos”, de Maria Félix Fontele, propõe uma leitura crítica do presente através de narrativas distópicas que exploram os impactos da tecnologia, da memória e das transformações sociais. Ao reunir 14 contos, o livro convida o leitor a refletir sobre os limites entre o humano e o artificial, num mundo em constante redefinição.
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