Leilão do Cidades Invisíveis mobiliza São Paulo

Leilão beneficente do Cidades Invisíveis reúne arte, celebridades e apoiadores para fortalecer projetos sociais em comunidades vulneráveis.
 Leilão beneficente do Cidades Invisíveis em São Paulo reúne arte, celebridades e apoio a projetos sociais em comunidades vulneráveis.

Evento une arte, entretenimento e solidariedade para ampliar projetos sociais em comunidades vulneráveis do Brasil


Celebridades, empresários e apoiadores unidos por uma causa comum


O Cidades Invisíveis realizou, na quarta-feira (10), a oitava edição do seu tradicional Leilão Beneficente no Hotel Rosewood, em São Paulo. O encontro reuniu cerca de 500 convidados entre artistas, empresários, influenciadores, colecionadores e apoiadores da organização, consolidando-se como um dos principais eventos de mobilização em torno da causa social promovida pelo instituto.

A iniciativa tem como objetivo fortalecer e ampliar projetos desenvolvidos em comunidades vulneráveis do Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Mais do que uma noite de arrecadação, o leilão se transformou em um espaço de encontro entre cultura, solidariedade e compromisso com a transformação social.

Arte, música e engajamento social

A programação da noite foi conduzida pelo ator Gabriel Louchard e contou com show de Dudu Nobre e set da DJ Naaja. Entre os convidados estiveram Thaila Ayala, madrinha do instituto e co-realizadora do leilão, Renato Góes, Jade Picon, Léo Picon, Julia Faria, Isabella Santoni e Pyong Lee, além de empresários e parceiros da organização.

Segundo Thaila Ayala, o evento evidencia a força da mobilização coletiva em torno de uma causa comum.

“O leilão mostra a força da mobilização em torno de uma causa comum. Ver artistas, empresários, parceiros e apoiadores reunidos pelo propósito do Cidades Invisíveis demonstra como a solidariedade pode ampliar oportunidades e gerar impacto social em diferentes comunidades do país.”

Obras de destaque no leilão

O leilão reuniu trabalhos de nomes relevantes da arte contemporânea brasileira. A obra Desconectados, de Beto Gatti, recebeu o maior lance da noite. Também integraram a seleção Castelinho de Areia, de Adriana Varejão, Um Nós, de Prado Neto, e Corazón Sagrado, de Cainã.

A presença dessas obras reforçou a conexão do Cidades Invisíveis com o circuito artístico nacional e ajudou a aproximar arte e impacto social em uma mesma iniciativa.

Projetos que seguem crescendo

Os recursos arrecadados contribuem para fortalecer projetos de educação, cultura, esporte e desenvolvimento humano em comunidades periféricas atendidas pelo instituto. Entre as principais ações estão os espaços Bonsai, criados para fortalecer vínculos comunitários e ampliar oportunidades para crianças, jovens e famílias em situação de vulnerabilidade social.

A expansão dessas unidades está entre as prioridades para 2026. Os espaços oferecem gratuitamente atividades como boxe, jiu-jitsu, yoga, informática, costura, arte e dança.

“Chegar à oitava edição do Leilão Beneficente mostra a força da rede de pessoas que acredita no trabalho do Cidades Invisíveis. Mais do que uma noite de encontros, o leilão fortalece projetos que geram oportunidades e ampliam o impacto que buscamos construir diariamente nas comunidades onde atuamos”, afirma Samuel dos Santos, fundador e CEO do instituto.

Sobre o Cidades Invisíveis

Criado em 2012, em Florianópolis (SC), o Cidades Invisíveis atua na transformação de realidades e na redução da pobreza e da desigualdade em suas múltiplas dimensões. A organização desenvolve projetos em parceria com artistas locais e nacionais e destina parte da renda arrecadada para ações de impacto social em comunidades de Santa Catarina, Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul.

Ao longo de mais de treze anos de atuação, o instituto já destinou mais de R$ 8 milhões a projetos sociais e impactou mais de 140 mil vidas. A organização também atua alinhada à Agenda 2030 da ONU e é signatária do Movimento Nacional dos Objetivos de
NOTA DO EDITOR - PORTAL SPLISH SPLASH
O oitavo Leilão Beneficente do Cidades Invisíveis reafirma o papel da sociedade civil organizada na construção de soluções para a desigualdade social. Ao unir arte, entretenimento e filantropia, o evento amplia a visibilidade de iniciativas que geram oportunidades concretas em comunidades periféricas e demonstra como diferentes setores podem colaborar em torno de um propósito comum.
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