Passaporte para Sustentabilidade Global

Livro relata viagem por 30 países e propõe reflexão prática sobre sustentabilidade e futuro do planeta em 530 dias
Capa do livro Passaporte para a Sustentabilidade e foto da autora Giuliana Preziosi

Livro relata viagem real e propõe reflexão prática sobre o futuro do planeta


Uma viagem pode mudar o mundo — ou pelo menos a forma como o vemos

"O futuro começa nas escolhas de cada um, todos os dias."
Alba Fraga Bittencourt

Num mundo cada vez mais pressionado por crises ambientais, sociais e económicas, o livro Passaporte para a Sustentabilidade, de Giuliana Preziosi, surge como um convite direto — e necessário — à reflexão com os pés bem assentes na realidade.

Publicado pela Literare Books International, o livro vai muito além das ideias abstratas. Ao longo de 530 dias e mais de 30 países, a autora trocou relatórios por experiências reais, transformando a sustentabilidade num exercício vivido — com pessoas, culturas e desafios concretos.

Com mais de 26 anos de percurso na área da sustentabilidade corporativa, Giuliana decidiu fazer aquilo que muitos defendem, mas poucos concretizam: sair da teoria e mergulhar no mundo. O resultado é uma narrativa envolvente que cruza relato de viagem, análise crítica e reflexão pessoal, criando uma ponte entre o indivíduo e os grandes temas globais.

A pergunta que atravessa toda a obra é simples, mas incómoda: como lidar com o impacto que estamos a causar no planeta? E a resposta, longe de ser simplista, constrói-se ao longo das páginas — mostrando que a sustentabilidade não vive apenas em relatórios empresariais ou conferências internacionais, mas nas decisões do dia a dia.

Ao percorrer países da Europa, África, Ásia e Américas, a autora apresenta um verdadeiro “raio-X” da sustentabilidade na prática. Entre iniciativas inspiradoras e contradições inevitáveis, o livro expõe como diferentes sociedades enfrentam problemas comuns como desigualdade, consumo excessivo, alterações climáticas e cooperação social.

Mais do que destinos, encontramos histórias. Mais do que respostas, surgem perguntas — e isso é, talvez, o maior mérito da obra.

O leitor é conduzido por experiências que vão de projetos sociais a reflexões sobre modelos económicos e comportamento humano. Há um olhar crítico, mas também humano — daqueles que não apontam apenas o problema, mas tentam perceber o porquê.

E há uma mensagem clara: os desafios são globais, mas as soluções começam no indivíduo. Sem rodeios.

Pensado para um público amplo, Passaporte para a Sustentabilidade fala tanto com curiosos como com profissionais ligados ao ESG, viajantes inquietos ou leitores à procura de propósito. Funciona como um empurrão discreto, mas firme, para transformar inquietações em ação concreta.

Num tempo marcado por excesso de informação e ansiedade constante, o livro oferece algo raro: pausa. Não para fugir da realidade, mas para a encarar com mais consciência.

Sobre a autora
Giuliana Preziosi é uma referência na área da sustentabilidade corporativa no Brasil, com mais de 26 anos de experiência. Ao longo da sua carreira, colaborou com mais de 70 empresas e mobilizou mais de 15 mil pessoas em projetos ligados ao tema. Atua como palestrante, consultora e especialista em engajamento social, com foco na relação entre sustentabilidade, comportamento e transformação coletiva.

Sobre o livro
Título: Passaporte para a Sustentabilidade
Subtítulo: Uma volta ao mundo em 530 dias em busca de futuros possíveis
Editora: Literare Books International – 1ª edição, 2026
Idioma: Português
Páginas: 344
Preço de capa: R$ 79,90
Dimensões: 15,8 x 23 cm
Categoria: Não Ficção
ISBN: 978-85-9455-503-8 (físico) | 978-85-9455-502-1 (digital)
Disponível em: Amazon, livrarias físicas e plataformas digitais

Nota do Editor - Portal Splish Splash
Num tempo em que a palavra “sustentabilidade” já começa a gastar-se de tanto uso, este livro faz o favor de a devolver ao seu lugar: a vida real. Sem discursos vazios nem fórmulas mágicas, Giuliana Preziosi mostra que mudar o mundo não começa em conferências — começa em nós. E isso, convenhamos, é bem mais difícil… mas também muito mais honesto. 
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