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3/30/2019

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Já falei, por diversas vezes, nas minhas idas aos Estados Unidos e Canadá, onde pululam muitos emigrantes portugueses, nomeadamente açorianos. Porque a(s) minhas(s) presença(s) eram sempre noticiadas, quer pelas rádios e jornais, os meus amigos e conhecidos residentes na zona de Massachusets chegavam até à minha pessoa para um matar de saudades, sempre apetecível. Com muitos deles recordei belos momentos da infância, das nossas traquinices na escola . Aqui, os jogos de futebol entre o Liceu e a Escola Comercial (que grande rivalidade), enfim, o tempo da nossa inocência. Já falei, também, que esta vinda para o Brasil passou de um sonho à realidade. Por aqui, tenho feito algumas novas e boas amizades, sobretudo em Niterói, Rio de Janeiro Petrópolis, Divinópolis (MG) Lambari, João Pessoa, Cabedelo, Natal, Manaus, São Paulo, São José dos Campos, apenas para citar estas cidades, sem dúvida alguma as que registam, no sentido apontado, o maior número. Mas quando se encontra um conterrâneo emigrado (não faço parte dessa lista porque vim como turista, acabando por ficar pela sedução do bom que este país tem, as praias, etc., etc.), somos envolvidos numa dupla satisfação. Um motivo rejubilante. E foi  sempre assim que aconteceu quando encontrei algum amigo açoriano e, por outro lado, quando tomo conhecimento do paradeiro de outros radicados neste Brasil, situação que é viável através do facebook. E isso surge por vezes de forma surpreendente, como foi, e para citar apenas este caso, o filho do Nazário Fragoso (Labita) meu amigo de infância que rumou muito cedo para o Brasil onde acabaria por falecer. Nazário que foi hoquista e que adorava a quadra do Rei Momo.

Carlos Alberto Alves

Sobre o autor

Carlos Alberto Alves - Jornalista há mais de 50 anos com crónicas e reportagens na comunicação social desportiva e generalista. Redator do Portal Splish Splash e do site oficial da Confraria Cultural Brasil-Portugal. Colabora semanalmente no programa Rádio Face, da Rádio Ratel, dos Açores. Leia Mais sobre o autor...

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