Chegou a hora de pular fogueira nas festas juninas
Junho é um mês de festas no calendário cristão: dia 13, de Santo Antônio; dia 24, São João Batista; dia 29, São Pedro e São Paulo e dia 30, São Marçal. No Brasil, as festas de inverno, as juninas, acontecem mais nas zonas rurais. Já nas áreas mais urbanas predominam as festas do verão como as Natalinas, as festas do Divino, dos Reis e o Carnaval.
Foi no período pré-gregoriano que surgiram essas comemorações, eram celebrações pagãs em homenagem à grande fertilidade da terra e às boas colheitas, época denominada de solstício de verão. A Igreja Católica acabou por absorver estas datas. Como junho era a época da colheita do milho, as festas eram fartas de comidas feitas à base desse cereal. Curau, pamonha, canjica, bolo, pipoca são alguns dos pratos típicos.
Festa de São João em Portugal
A tradição de se comemorar o dia de São João veio inicialmente de Portugal, onde as festas são conhecidas pelos nomes de santos populares e correspondem a diversos feriados municipais, como:
Santo Antônio em Lisboa; São Pedro em Seixal; São João no Porto, em Braga e em Almada.
Com a colonização do Brasil, os portugueses trouxeram a cultura destas festas para cá. Negros e índios não tiveram dificuldade em se adaptar. O imenso território nacional era basicamente agrícola, com muitas comunidades isoladas das áreas urbanas e vivendo nas fazendas, engenhos e roçados. Eram unidos pela religiosidade.
No nordeste, com suas imensas unidades produtoras, foi onde as festas juninas mais se enraizaram, fortalecendo a cultura regional.
O Rio de Janeiro como capital, desde 1565, herdou dos franceses, que aqui permaneceram por dez anos, traços de sua cultura.
A quadrilha junina tem origem francesa, nas contradanças de salão do século XVII. Em pares, os dançarinos faziam uma sequência coreografada de movimentos alegres.
O estilo chegou ao Brasil no século XIX, trazido pelos nobres portugueses. Aos poucos, as quadrilhas deixaram os salões da elite e foram se tornando cada vez mais populares, conquistando todo o Brasil, principalmente o meio rural. Com o tempo, outros símbolos foram sendo incorporados nestas festas, o que as tornaram mais enriquecedoras. Como as festas juninas acontecem no mês de inverno, a fogueira está sempre presente, além de diversas brincadeiras como o pau de sebo, correio amoroso, fogos de artifício, casamento na roça e outros.
O local da festa passou a ser chamado de Arraiá, onde ficam barracas com algumas iguarias da culinária local. A organização do Arraiá pode ter a iniciativa institucional e ou da iniciativa privada e comunitária. É comum achar em diversos bairros a montagem de pequenos Arraiás promovidos por quadrilhas juninas ou moradores festeiros.
Santo Antônio em Lisboa;
São Pedro em Seixal;
São João no Porto, em Braga e em Almada.
Com a colonização do Brasil, os portugueses trouxeram a cultura destas festas para cá. Negros e índios não tiveram dificuldade em se adaptar. O imenso território nacional era basicamente agrícola, com muitas comunidades isoladas das áreas urbanas e vivendo nas fazendas, engenhos e roçados. Eram unidos pela religiosidade.
No nordeste, com suas imensas unidades produtoras, foi onde as festas juninas mais se enraizaram, fortalecendo a cultura regional.
A quadrilha junina tem origem francesa, nas contradanças de salão do século XVII. Em pares, os dançarinos faziam uma sequência coreografada de movimentos alegres.
Com o tempo, outros símbolos foram sendo incorporados nestas festas, o que as tornaram mais enriquecedoras. Como as festas juninas acontecem no mês de inverno, a fogueira está sempre presente, além de diversas brincadeiras como o pau de sebo, correio amoroso, fogos de artifício, casamento na roça e outros.
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Redatora Permanente do luso-brasileiro Portal Splish Splash. Uma sonhadora que acredita no verdadeiro amor, no romantismo e na felicidade, que carrega a fé em cada detalhe da vida. VER PERFIL
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