MAR, TE VEJO DE TODAS AS JANELAS Infinitamente belo De singular formosura Por entre nuvens azuis E purpúreas. Entrego-me a vista do mar E sob o seu olhar Às vezes inquieto Sinto-me viva A viajar Nos acordes sonoros e à solta Mais que isso Em suas ondas Radiantes e lendárias Ao seu poder E em suas águas mágicas Deixo-me boiar E num mais que abandono Ondulo, durmo, sonho Nesta augusta viagem De rainha Em galhardos abraços A navegar excelsa… Envolta por um cetim Acordo-me De volta às gaivotas Pouco a pouco De eflúvios e de graças Vejo-me na janela De onde estou A ver o mar Infinitamente belo… De singular formosura Por entre nuvens azuis E purpúreas. Maria de Fátima Batista Quadros In Eflúvio Poético – Chiado Editora
Maria de Fátima Batista Quadros, natural de São José dos Salgados, Minas Gerais, Brasil, é formada em Direito de Psicanálise, com especialização em Direito Público, e pós-graduações / coordenação em Criminologia, Psicologia e Criminologia Forenses; Política e Estratégia; Ciências da Religião; Iniciação ao Latim; Doutorado em Psicanálise e outros.
Autora de mais de vinte livros, nas áreas da Heráldica, Genealogia e do Teatro, é fundamentalmente escritora de Literatura Infantil, reconhecida e premiada no Brasil, Portugal e França.
Participa de mais de 15 antologias de contos e poesias publicadas no Brasil e em outros países.
Como poetisa, ganhou importantes prémios literários do país e exterior, mas “Eflúvio Poético” é seu primeiro livro publicado de poesias. Como escritora e por seu trabalho em defesa da cultura, foi homenageada por várias vezes.
É membro da Academia Divinopolitana de Letras (DL), Academia Municipalista de Letras de Minas Gerais (AMLMG).
MAR, TE VEJO DE TODAS AS JANELAS
Infinitamente belo
De singular formosura
Por entre nuvens azuis
E purpúreas.
Entrego-me a vista do mar
E sob o seu olhar
Às vezes inquieto
Sinto-me viva
A viajar
Nos acordes sonoros e à solta
Mais que isso
Em suas ondas
Radiantes e lendárias
Ao seu poder
E em suas águas mágicas
Deixo-me boiar
E num mais que abandono
Ondulo, durmo, sonho
Nesta augusta viagem
De rainha
Em galhardos abraços
A navegar excelsa…
Envolta por um cetim
Acordo-me
De volta às gaivotas
Pouco a pouco
De eflúvios e de graças
Vejo-me na janela
De onde estou
A ver o mar
Infinitamente belo…
De singular formosura
Por entre nuvens azuis
E purpúreas.
Maria de Fátima Batista Quadros
In Eflúvio Poético – Chiado Editora
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