O Rei Roberto Carlos contou exclusivamente a esta
coluna que estuda com seu empresário Dody Sirena a transferência para
2014 do projeto Emoções na Itália, previsto para setembro de 2013. A
exemplo do show em Jerusalém, em 2011,Roberto cantará no Teatro Grego de
Taormina, na Sicília, e passa por outras cidades. “A agenda de shows está muito
apertada. A ideia seria transferir para 2014”, disse o Rei, durante o
velório de Hebe Camargo.Por hora, tudo está mantido para 2013.
ROBERTO CARLOS E O FUNERAL DE HEBE CAMARGO
O Rei chegara cedo ao Palácio dos Bandeirantes, às 19h36, e
de lá partiu perto das 23h, depois de se aproximar mais uma vez do corpo de
Hebe Camargo, fazer as últimas orações, segurar a mão da apresentadora e
beijar-lhe a testa. Na chegada ao velório, Roberto Carlos chorou diante da
rainha da tevê. “Hebe representa muito para o País. Ela é um símbolo de alegria
e vai ficar no coração de todos nós. Viva Hebe”, declarou.
Durante quase três horas em que passou no velório, na área reservada aos
parentes e amigos, Roberto esteve perto do amigo Tom Cavalcante e
sua mulher, Patrícia, e de Suzana Lamounier, braço direito do cantor e sogra do
humorista. Recebido pela família de Hebe e pelo governador
Geraldo Alckmin, ele também conversou com o apresentador Serginho Groisman, a
atriz Bruna Lombardi, Ronie Von e a atriz Lolita Rodrigues.
Foi carinhoso e gentil com o público que se despedia de Hebe na fila vagarosa
que cruzava o salão do Palácio em torno do caixão. Ao vê-lo ali – tão real e
sempre majestoso – as senhorinhas de Hebe o saudavam amorosamente. Algumas
passaram por baixo do cordão de isolamento para abraçá-lo. Uma delas, ao vê-lo
conversando com Ronie Von, correu para um abraço: “Vocês são meus amores!”
Roberto retribuiu.
CARRO QUE FEZ SUCESSO MUSICAL
Tudo começou com o “O Calhambeque” do ainda roqueiro com
pinta de rebelde Roberto Carlos. A música feita na década de 1960 contava a
história de um rapaz que levou o seu Cadillac ao conserto e, para não ficar a
pé, recebeu da oficina um calhambeque. No início, o rapaz se sentia
envergonhado por dirigir um carro “antiquado”, mas os “brotinhos” ficaram
encantados com o modelo. O rapaz passou então a curtir o seu “carango” e acabou
trocando seu Cadillac pelo calhambeque, bip, bip.
AQUELA CASA SIMPLES (Bottary)
Naquela casa simples
Você falou pra mim
Que eu tivesse cuidado
E não sofresse com as coisas desse mundo
Que eu fosse um bom menino
Que eu trabalhasse muito
Que o nome do meu pai soubesse honrar
E nunca fosse um vagabundo
Ainda não era dia e você me dizia:
Deus te abençoe, te guarde,
Se mantenha sempre em sua companhia.
E eu te olhei nos olhos, eu te beijei a mão
Eu disse amém
E o meu abraço fez você ouvir meu coração
Vida minha, vida minha
E andando pela rua
Meu pai bem junto a mim
Olhava com ternura
A lágrima molhar meu paletó de brim
Toda a minha bagagem
Num banco da estação
Era de amor, coragem
As bênçãos do meu pai, a fé e um violão
E na cidade grande
Tristeza e alegria
Uma saudade imensa
E a solidão que eu ainda não conhecia
E o tempo foi passando
E então eu compreendi
Cada palavra sua
Naquela manhã do dia em que eu parti
Vida minha, vida minha
Vida minha, vida minha
E veio a primavera
E as flores do jardim
Enchiam de perfume
As cartas que chegavam de você pra mim
Mas hoje com sorrisos
Podemos recordar
Mas sempre que me lembro
A emoção e dá vontade de chorar
Vida minha, vida minha
Vida minha, vida minha
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Durante quase três horas em que passou no velório, na área reservada aos parentes e amigos, Roberto esteve perto do amigo Tom Cavalcante e
sua mulher, Patrícia, e de Suzana Lamounier, braço direito do cantor e sogra do humorista. Recebido pela família de Hebe e pelo governador
Geraldo Alckmin, ele também conversou com o apresentador Serginho Groisman, a atriz Bruna Lombardi, Ronie Von e a atriz Lolita Rodrigues.
Foi carinhoso e gentil com o público que se despedia de Hebe na fila vagarosa que cruzava o salão do Palácio em torno do caixão. Ao vê-lo ali – tão real e sempre majestoso – as senhorinhas de Hebe o saudavam amorosamente. Algumas passaram por baixo do cordão de isolamento para abraçá-lo. Uma delas, ao vê-lo conversando com Ronie Von, correu para um abraço: “Vocês são meus amores!” Roberto retribuiu.
Você falou pra mim
Que eu tivesse cuidado
E não sofresse com as coisas desse mundo
Que eu fosse um bom menino
Que eu trabalhasse muito
Que o nome do meu pai soubesse honrar
E nunca fosse um vagabundo
Ainda não era dia e você me dizia:
Deus te abençoe, te guarde,
Se mantenha sempre em sua companhia.
E eu te olhei nos olhos, eu te beijei a mão
Eu disse amém
E o meu abraço fez você ouvir meu coração
Vida minha, vida minha
E andando pela rua
Meu pai bem junto a mim
Olhava com ternura
A lágrima molhar meu paletó de brim
Toda a minha bagagem
Num banco da estação
Era de amor, coragem
As bênçãos do meu pai, a fé e um violão
E na cidade grande
Tristeza e alegria
Uma saudade imensa
E a solidão que eu ainda não conhecia
E o tempo foi passando
E então eu compreendi
Cada palavra sua
Naquela manhã do dia em que eu parti
Vida minha, vida minha
Vida minha, vida minha
E veio a primavera
E as flores do jardim
Enchiam de perfume
As cartas que chegavam de você pra mim
Mas hoje com sorrisos
Podemos recordar
Mas sempre que me lembro
A emoção e dá vontade de chorar
Vida minha, vida minha
Vida minha, vida minha
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