O que se disse do Rei (7)






(período de 3 a 10 de junho de 2012)

Por: Carlos Alberto Alves
jornalistaalves@bol.com.br

REI REFUTA APOSENTADORIA

O cantor Roberto Carlos assegurou nesta segunda-feira que ainda não pensa na aposentadoria, já que ainda busca "sua melhor canção de amor", em entrevista coletiva em Miami, onde também falou de seu novo álbum, "Roberto Carlos em Jerusalém".
"Não penso em me aposentar. Nunca pensei", assegurou o "Rei" na entrevista realizada em Miami Beach, na qual se descreveu como um amante à moda antiga.

"Tenho novas canções que já foram gravadas em português e que gravarei em espanhol", indicou o cantor, de 71 anos, que em cinco décadas de carreira já vendeu cerca de 120 milhões de álbuns.
O artista destacou a felicidade que sentiu ao gravar seu novo disco durante o show realizado em setembro de 2011 em Jerusalém, no qual esteve acompanhado por sua habitual orquestra de mais de 20 músicos.
"Foi uma ideia fantástica cantar em Jerusalém. Foi inexplicável, maravilhoso", lembrou.
O show, realizado nas Piscinas do Sultão - um espaço aos pés da antiga cidadela amuralhada de Jerusalém - e tido no Brasil como "histórico", foi transmitido para 115 países.

MÍDIA LATINO AMERICANA EM MIAMI

A Sony Music, promoveu o encontro de Roberto Carlos com a nata da mídia latino americana no Fountainebleau Hotel em Miami Beach para falar sobre sua atual turnê que iniciou no sábado dia 2 de junho em Miami e sobre o lançamento do CD do show gravado em Jerusalém.
Como a grande maioria da mídia presente falava espanhol Roberto, educadamente pediu licença as perguntas feitas em português perguntando se poderia responde-las em espanhol, para que todas as pessoas ali presentes pudessem entender.
Várias perguntas foram feitas ao Roberto, desde perguntas sobre as grandes perdas em sua vida, o que ele gosta de fazer nos horários livres, porque parou de pescar, sobre sexo, sobre roupas escuras, e até que tipo de sorvete ele mais gosta.
Perguntamos sobre as emoção do show de Miami, o show que deu inicio a atual turnê de 10 shows em Junho (dia2 Miami FL, 6 San Juan Porto Rico, 8 newark NJ, 9 Boston MA, 10 Chicago IL, 12 McAllenTX, 13 Huston TX, 15 San Jose CA, 16 Los Angeles CA e dia 17 El Paso TX.
O Cd e DVD foram lançados no Brasil em abril de 2012 e agora está sendo lançado aqui nos Estados Unidos somente a versão em CD. Já está em pré-venda dês do dia 29 de maio o CD “Roberto Carlos em Jerusalém”, traz o registro do histórico show do Rei na Terra Santa, em setembro de 2011
Este CD é um album duplo formado por 11 canções em cada um dos CDs. 

SHOW DE ROBERTO CARLOS EM MIAMI

Com a promoção AMIGO VIP onde o vencedor ganharia hospedagem no Hotel Intercontinental e convites VIP para assistir ao show do Roberto Carlos em Miami, feito em uma ação patrocinada pelo Hotel Intercontinental, pela divulgação do vôo de Miami direto para Manaus da American Airlines e o Acontece. A sorteada Iolanda Monteiro de Boca Raton não economizou emoções em suas mensagens de satisfação ao saber que havia sido sorteada.
Foram “tantas emoções” com o número de pessoas que se cadastraram para a promoção que a Equipe Acontece decidiu incorporar à promoção mais 100 ingressos fazendo muitos AMIGOS VIPs da nossa comunidade felizes.
No show Roberto mostrou por que é conhecido como Rei, pois acompanhado de sua banda e usando seu carisma, ele regeu como um maestro um tremendo coral composto por cerca de 8mil pessoal. Sucessos de uma trajetória de 50 anos, ora em português e ora em espanhol, fez aflorar nas pessoas arrepios, choros, e memórias como nenhum outro cantor brasileiro jamais fez em terra americanas para um público de maioria não brasileiro.
Roberto agradece ao público; “Obrigado por terem vindo, cada vez que venho tenho vontade de perguntar porque vieram, mas é melhor cantar”. Abriu a noite com Que será de ti, e seguiu com Detalhes, lembrou de sua mãe que morreu em 2010 e foi imortalizada pela música Lady Laura e diz “Eu escrevi esta música com muita alegria e amor, agora a canto com mais amor e menos alegria”.

AMIGO NÃO CHORE POR ELA (Bottary)

Amigo, não chore por ela
Ela não merece esse pranto sofrido
Ela não parou pra pensar um momento
Pouco se importou com o seu sentimento
Amigo, refaça a sua vida
Que ela em outros braços tem outro carinho
Ninguém traz de volta o passado chorando
Num canto sozinho
Ai, ai, ai, ai, ai, ai
Não negue a realidade
Se alimentando de lembranças
E sofrendo de saudade
Ai, ai, ai, ai, ai, ai
Se aquele sonho se desfez
A vida continua, o que passou
Esqueça de uma vez
Amigo, quando a gente ama
Finge que não houve e não acredita
Não gosta de ouvir nem por bem certas coisas
Da mulher amada, só coisas bonitas
Por isso perdoa o que eu falo
Se você não gosta de ouvir o que eu digo
Mas como evitar te dizer as verdades
Se sou seu amigo

REI DESAFIADO POR JORNALISTA CUBANO

Os fãs brasileiros de Roberto Carlos (71) já decoraram que o Rei não gosta das cores mais escuras, mas o TOC (Transtorno Obsesseivo Compulsivo) do cantor é novidade para seu público internacional. Em coletiva realizada em Miami, nessa segunda-feira, 4, o cantor foi abordado sobre sua rejeição aos tons escuros e acabou sendo desafiado por Kary Bernal, uma famosa jornalista cubana.
Kary perguntou ao Rei se, caso ela se aproximasse dele pedindo um abraço, mesmo usando um colete preto, ele iria atender ao seu pedido. Simpático, Roberto disse que sim. A jornalista não perdeu tempo e foi abraçar o cantor.
Roberto está em turnê para divulgar o CD Roberto Carlos em Jerusalém. Ele se apresenta em Boston, Chicago, Huston, Los Angeles e em outras cidades nos Estados Unidos nos próximos dias.


EM RITMO DE AVENTURA (Danilo Bezerra)

Anos 60. Sem dúvidas essa época marcou muita gente, seja pelas inquietações políticas, pelas lambretas, carrões, amores ao pé do portão, o rock roll, Jovem Guarda... anos onde a simplicidade dos amores estava alinhada com a ingenuidade destes. Nosso Roberto Carlos estava embalado com o ritmo da Jovem Guarda mas já se mostrava um amante maduro em seus pensamentos e canções.
O que 1967 traria para a carreira do nosso Rei? Sem dúvidas este ano foi marco para a carreira dele, nesse ano seria lançado o álbum "Em Ritmo de Aventura", disco este considerado um dos melhores álbuns da carreira de Roberto Carlos segundo pesquisa realizada por jornais brasileiros. Esse álbum fez tanto sucesso que nomeou o primeiro filme do Rei, o "Roberto Carlos em Ritmo de Aventura" e entraria para a história da discografia e cinema do Brasil.
O long play deste ano trazia doze faixas e trazia desde amores não correspondidos, "diretas" para fim de namoros, aparências e muito do que a juventude queria dizer, cantar e viver. Logo na primeira faixa, Só vou gostar de quem gosta de mim, com uma batida que lembrava a Jovem Guarda, vemos um amor reprimido devido a indiferença da mulher amada. Mas em contra partida, com muitas guitarras, gaita e um tom mais forte na fala vinha a faixa Eu sou terrível e que entrou para os jargões da época, fizeram o imaginário juvenil e entrou para os topos da paradas nacionais.
"Se você estivesse ao meu lado não correria (...) por isso eu corro demais, sofro demais, só para te ver meu bem", essa faixa que trazia uma melodia mais lenta aparentando ser um desabafo seria chamada de Por isso corro demais e não seria a única que trazia quase que um "desabafo", esse disco traria Folhas de outono e com uma instrumentalização mais pesada mas não tão distante desse desse tema vinha De que vale tudo isso. A faixa Quandotambém tinha traços dessa temática mas vinha como um tom mais despojado e mais alinhado com o frescor da juventude e fez parte por um bom tempo do repertório dos shows da época.

A REALIZAÇÃO DE UM SONHO (James Lima)

Hoje é dia 8 de junho, e nesse mesmo dia, há 3 anos, realizei o maior sonho da minha vida até então. Conhecer Roberto Carlos. O texto a seguir, escrevi no dia seguinte ao encontro. A narração completa está disponível no nosso blog.http://www.robertocarlosbraga.com.br/2009/06/realizacao-de-um-sonho-o-meu-encontro.html
Naquele dia, ocupei-me de comprar um presente para o Rei. Comprei uma escultura relacionada à Serra da Capivara, situado no meu estado, o Piauí, e que atrai turistas do mundo inteiro, atrás de evidências que comprovem a presença do antigo homem americano aqui.
Depois da compra do presente, ocupou-me a ideia de escrever algo para Roberto Carlos. Escrevi dois parágrafos, falando do quanto era seu fã, e ocupei o restante com a Carta Aberta A Roberto Carlos Braga, a qual tive o prazer de escrever no dia do aniversário do Rei, e publicar aqui no Blog. Estavam prontos o presente e a carta que eu entregaria a ele, na beira do palco, na hora das rosas.
Chego ao local do show, e a esperança de estar no camarim é sempre a mesma. Já reconheço algumas pessoas da Equipe. Genival Barros, Cláudia Schembri, Guto Romano, Suzana Lamounier... Estavam todos ali, correndo, de um lado para outro. Falei apenas com a Claudinha Schembri, com quem tirei fotos, e com o Genival. Talvez, se eu pedisse pra ele me levar ao camarim, ele dar-me-ia atenção, mas não levar-me-ia pra lá, por já não haver mais pulseiras.
Observei o Guto Romano, assessor de Roberto, distribuindo as pulseirinhas. Fiquei louco. Queria falar com ele, mas a resposta era certa: "Não ! Todas as pulseiras já tem donos !". Fiquei triste, até que uma moça chegou pra mim, e disse que eu ia entrar. Não posso dar mais detalhes sobre essa parte, a não ser que chorei bastante, na hora que recebi a pulseira. Mamãe, que estava na mesa conosco, também chorou. Papai segurava as lágrimas, e meu irmão era o menos emocionado da mesa, mas também demonstrava muita emoção. Era o maior sonho de minha vida, e ali estava, prester a realizar-se ! Eu não precisaria pôr a escultura ao perigo de quebrar, na beira do palco, na hora das rosas. Eu entregaria sim, nas mãos dele, e falaria pra ele o quanto eu o amava.
O show começou, e eu ainda chorava. Meu Pequeno Cachoeiro, a Abertura Instrumental e Emoções foram regadas por lágrimas minhas. Percebi que papai estava preocupado com o fato de eu passar mal, ou qualquer coisa do tipo. Não, isso não aconteceu.
Assisti ao show, que foi descrito na matéria anterior, com uma alegria de criança. Do show, poupo comentários, que foram feitos em demasia e com riqueza de detalhes anteriormente. Eis que o show acaba, e ali estou, na frente do palco, dando tchau para Roberto Carlos e, sem mentiras ou hipérboles, molhado, molhado de suor. O suor escorria o corpo todo.
Fui ao banheiro. Aproveitei pra tentar melhorar meu visual e secar o suor. A moça que me dera a pulseirinha antes do show disse para eu estar na fila que dava acesso ao camarim, quando o show acabasse, mas eu já estava há uns 5 minutos no banheiro. Passei todo aquele tempo rezando e agradecendo a Deus pelo que estava prestes a acontecer.
Dirigi-me, com minha família, ao local que dava acesso ao camarim de Roberto Carlos. Passei pelas grades, nas quais estavam pessoas gritando desesperadamente o nome do Guto Romano, e de um outro rapaz, do qual não recordo o nome, que também tinha pulseiras na mão. Algumas ainda não tinham dono. Eu também já estive naquela situação, daquelas pessoas. O segurança insistia para ver minha pulseira, e a multidão não deixava. Era raivosa, e nem permitia com que eu me aproximasse do local que dava acesso àquele sonhado local. Eis que consigo entrar.
Ao entrar no espaço onde estavam os assessores, as pessoas que também entrariam no camarim, os seguranças de Roberto Carlos (e não mais os do Atlantic City), o carro de Roberto Carlos, o Genival e a Claudinha Schembri, ia devagar, com medo de fazer algo errado. Fui repreendido pelo segurança oficial de Roberto Carlos, que não recordo o nome. Ele e o Afonso trabalham há muito tempo com o Roberto, mas o Afonso estava lá dentro de uma salinha, que conseguíamos ver, e que estava depois do carro do Roberto. O carro estava entre nós e a salinha. Na salinha era possível ver a Rose e a Carminha. Ouvi um rapaz da equipe (que estava toda de camisa azul escura, e o logotipo do RC 50 Anos de música) dizendo que o Roberto tava apressado. Chamei-o para saber mais detalhes, e ele me disse que a equipe tinha voo marcado para 4 da manhã, e todo mundo estava muito apressado.
Meus pais me viam na fila, e vez por outra acenavam-me, dando força. Eles deram-me um beijo antes de entrar, e meu irmão, igual. Agora estavam ali, esperando a realização do meu sonho. Logo, chegou uma grande amiga minha, daqui do Piauí, a Conceição. Ela também seria agraciada com tal proeza: Também entraria no camarim ! Ficamos juntos, na fila. E, logo, ficamos frente a frente com os seguranças. Guto Romano chegou e nos organizou em um grupo de 6 pessoas. Eu, Conceição e a sua família. Ficamos mais algum tempo ali.
Passados alguns minutos, cortaram nossa pulseira azul, e passamos para a salinha, na qual eu tinha visto a Carminha sentada. A Claudinha Schembri, fotógrafa da turnê, estava sentada perto do porta e, ao que me lembro, desejou-me sorte. Agradeci. Entrei na salinha, e cumprimentei Afonso, o outro segurança do Roberto, que ali estava perto da porta pela qual nós entramos, e perto da porta da sala na qual estava Roberto Carlos. Do grupo de seis pessoas, todos sentaram-se no sofá preto que ali estava, apenas eu e Conceição ficamos em pé.
Vimos algumas pessoas saindo de uma salinha muito pequena. Ali estava Roberto Carlos. Quando eles saíram, o Guto disse: "Agora, chegou a vez de vocês." A Suzana Lamounier, a outra assessora do Roberto, virou-se para mim e tomou a escultura de minhas mãos, dizendo: "Mas isso você vai ter que deixar aqui". "Por favor, isso é um presente que eu trouxe para o Roberto." Ela fitou o presente, fitou meus olhos e perguntou: "Você não quer que eu entregue depois pra ele?". "Por favor..." Ela permitiu. Entramos numa salinha pequena, com cortinas azuis, em três de suas 4 faces. Um azul escuro, da cor da camisa da equipe. Ao centro da sala, Roberto Carlos, com camisa azul, de botão, abraçado a uma mocinha do nosso grupo, que era deficiente visual, e ouvindo o que ela lhe dizia, com cuidado, sussurrando, em seu ouvido. Suzana e Guto entraram junto com a gente, assim como o fotógrafo, que não era mais a Claudia Schembri.
Lá dentro, os 5 pularam para cima do Roberto, e o abordaram com perguntas e abraços. Com carinhos e gentilezas. Falavam que entenderam a mímica do Rei (ele fizera uma mímica, de cima do palco, dizendo que os outros 5 do meu grupo entrassem no camarim). Chamavam-no de lindo e, a filha da Conceição, mostrou seu celular pra ele. "Olha, Roberto". "Que foi, meu bem? Eu não sei mexer nisso não..." Eu fiquei parado, olhando. Olhando, olhando. Pensei em tudo o que eu queria dizer para ele. Pensei em tudo o que eu já vivi para ele, e por ele. Pensei em todas as coisas que ele já me fez passar, me fez sentir.
Enquanto eu pensava, Roberto abraçava os presentes, tirava fotos, sorria, era bastante atencioso. Suzana virou-se para mim: "Você tem certeza que não quer que eu entregue depois?". "Absoluta. Por Favor, deixe-me entregar." Quando todos tiraram fotos com ele, eu aproximei-me. Fui o último. A voz dele é impressionante, pessoalmente.
Toquei seu ombro direito, e disse: "Oi, Roberto. Esse é o momento mais importante da minha vida." Ele não ouviu. Estava com a cabeça voltada para o outro lado, conversando com Guto Romano. Depois virou-se para mim, e eu disse: "Olha, Roberto. Eu sei que você está apressado, mas eu vou ser breve. Eu trouxe esse presente pra você. É uma escultura relacionada à Serra da Capivara, aqui no Piauí". "Oh, rapaz, muito obrigado". "E, junto, trouxe essa carta. Sei que você não pode ler agora, mas espero que leia depois". "Obrigado, eu vou ler sim. Vamos fazer a foto?".
Abracei-o em frente ao fotógrafo, que estava muito apressado, assim como todos da Equipe. Quando já estava sorrindo pra tirar a foto, disse: "Roberto, esse é o momento mais importante da minha vida". "'Magina' querido, que é isso. É só uma foto". E saiu a primeira. Tentei dizer: "Não é só uma foto, é a realização de um sonho", mas quando abri a boca pra falar, o fotógrafo mexeu na lente, pra tirar a segunda.
Ao tirar a segunda, virei pro Roberto e disse: "Bicho, obrigado." "Obrigado você, querido", disse ele abraçando-me de frente e beijando minha face. "Obrigado por tudo, obrigado por existir", disse eu.
E saí da salinha. Ao sair, vi a Carminha segurando o presente que dei ao Roberto, e cochichando com alguém: "Deve ser algo regional".
"Carminha, posso te dar um abraço?". Ela me abraçou, com um pouco de receio. "Por que você quer me dar um abraço?" Já depois do abraço, respondi: "Porque eu sou muito fã de vocês, acompanho vocês muito de perto." Saí, ajudando uma senhora de seus 80 anos, mãe da Conceição, a caminhar. Virei-me para o Afonso e disse: "Obrigado por tudo, viu?" Ele, sorridente, disse: "Nada, que é isso. Ajuda a senhora aí a descer, ó!" Ajudei-a a descer e, no mesmo instante, encontrei o Genival sentado. "E aí, garoto? Falou com ele lá?" "Falei, Genival. Obrigado, querido." Na saída, avistei a Cláudia Schembri, sentada no mesmo lugar de antes. Ela me tocou, sem que eu houvesse visto ela antes. "E aí? Tudo certo lá?". "Ah, tudo certo meu bem. Olha, muuuito obrigado."
Ajudando a senhora a descer, avistei papai e mamãe. Acenei para eles, e levantei o braço, simbolizando uma vitória. Eles sorriram, beijaram-me, e fomos para casa.
Agradeci a Deus, e agradeço até agora. Obrigado, Senhor, por tão belo momento. — com Roberto Carlos.

AMIGOS, AMIGOS (Bottary)

Álbum: A Cigana - 1973

Nota do Bottary:

Tendo em vista o contrato mili-onário que fiz com o administrador deste que é o Maior Portal do Mundo e Arredores, estou novamente informando aos preclaros amigos seguidores, que faço aqui um trabalho de resgatar as inesquecíveis músicas do Rei Roberto Carlos, seguindo-as em ordem alfabética, dado que penso que é de suma importância para nosotros, que saibamo-las de A a Z; lembrando é claro que ainda estou na letra A. eheheh

______________
Amigos, Amigos
Composição: Isolda & Milton Carlos

Tanto tempo de nós dois
Não sei porque pouco depois
Não existe mais
Tantas cartas já escritas
Tantas noites mal dormidas
É o que aqui me traz
E você ainda insiste em pedir
Que eu continue a lhe ver
Na simples condição de amigos
Depois de tanto rabiscar
Em tudo, em qualquer lugar
Seu nome e o meu
Tudo que é seu está marcado
O seu retrato até molhado
Pelos beijos meus
Nosso mundo de promessas
De palavras de carinho
Vi cair no chão
E você quer a condição de amigos
Amigos, amigos
Não sei como, nem porque
Amigos, amigos
Amigos, só amigos nada mais
Seus cabelos, suas mãos
A sua voz com emoção
Guardo comigo
E a vontade que senti
De me enganar que te esqueci
Não fez sentido
A saudade não contada
Toda lágrima calada
Não posso guardar
E não podemos ficar amigos
Amigos, amigos
Não sei como, nem porque
Amigos, amigos
Amigos, amigos, só amigos, nada mais
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1 Comentários

Comentários

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  1. Lindo, simplesmente lindo falar de RC, e eu como fan apaixonada e amando tudo que ele faz fico radiante de alegria ver meu ídolo grande e eterno amor receber tanto carinho por toda parte do Brasil e do mundo. Eu humildemente agradeço á todos vcs.
    Mª Helena Milagres

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