Roberto Carlos Braga, o Rei, o maior cantor da América do Sul e um dos maiores à escala mundial, completou, neste dia 19 de abril corrente, os seus 71 anos de idade. Felizmente, e ao invés do que se constatou na mesma data no ano transacto, sem enfrentar problemas que afetassem a comemoração de mais um aniversário. Também é uma data sempre lembrada pela esmagadora maioria dos fãs de Roberto Carlos e com as devidas referências nos vários sites, blogs e claro no Portal Splish Splash. Nesse sentido, a Carmen Augusta está sempre atenta, o mesmo se dizendo em relação ao Armindo Guimarães.
No sábado, 14, assisti a um show de Elba Ramalho e, naturalmente, quando entrou nos destaques a colegas de profissão, o nome de Roberto Carlos não foi esquecido. E outra coisa não era de esperar. Rei é sempre Rei. E Elba Ramalho já leva 30 anos de carreira. Vejamos um pouco da sua biografia:
“Filha do sertão nordestino, dona de um timbre inconfundível e de uma energia eletrizante, Elba Ramalho mantém a verve de iniciante e continua a contagiar o público por onde passa e a levar seu canto agridoce para as mais diversas platéias nacionais. Com três décadas de carreira, a Ave de Prata continua a dar um banho de musicalidade.
São mais de 30 anos de uma carreira iniciada no final da década de 70, quando, após integrar o elenco da montagem original da peça “A ópera do malandro”, de Chico Buarque, surpreendeu o país com o LP “Ave de Prata”, inspirado na composição homônima de Zé Ramalho. O disco já incluía canções de compositores nordestinos, uma das marcas da cantora ao longo da carreira, além da faixa “Não sonho mais”, de Chico Buarque.
Filha do nordeste brasileiro, nascida no alto sertão da Paraíba, sob o signo de Leão, cercada de religiosidade e fé,Elba herdou a musicalidade de seu pai, que a despertou cedo para a mais sublime das formas de comunicação; a música. Foi também rodeada pelo solo seco e vegetação árida que a cantora se familiarizou cedo com os mais diversos ritmos da região: baião, maracatu, xote, frevo, pastoril, caboclinhos e forrós. Géneros que preservam a pureza de uma cultura eminentemente popular”.
Por outro lado, ficamos altamente sensibilizados quando, no domingo, dia 15, no programa do Faustão, TV Globo, Luan Santana, a um pergunta de Fausto Silva, revelou que Roberto Carlos era a sua grande referência. Tratando-se de um jovem da nova fornada de grandes artistas que despontaram no Brasil, não esperávamos esta confidência, tão clara e pronunciada com todo o seu ênfase. Por isso, o próprio Fausto Silva respondeu:“Rei é Rei e está tudo dito”. Nem mais. O nosso Rei Roberto Carlos continua a ser ídolo dos mais jovens artistas, isto para não falarmos daqueles que, em relação ao próprio tempo, fazem parte do mesmo trajeto.
Roberto Carlos, com os seus 71 anos de idade, está por nós comparado ao Vinho do Porto, cujo slogan é este: “quanto mais velho melhor”. Agora, quer o Rei, em termos de fisionomia, sempre sedutor para as suas fãs.
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