Já várias vezes aqui deixei expresso de ter sido nado e criado nos Açores, concretamente na cidade de Angra do Heroísmo, de Património Mundial.
Passei várias vezes pela diáspora em serviço de reportagem. Muito escrevi sobre os açorianos e portugueses em geral. Muito palmilhei para conseguir concretizar o que me propus nestas viagens (oito aos Estados Unidos e cinco ao Canadá), tendo em conta que, ao sair de Portugal, sempre levava as minhas agendas para o efeito. Óbvio que surgiram casos de circunstância que, jornalisticamente falando, não deixei passar ao lado. De Toronto e Estados Unidos (Massachusetts e New Jersey), guardo muitas e boas recordações dos emigrantes açorianos, afinal, gente da minha terra que me acolheu de braços abertos, com aquele sentimento de bem receber, para mais que, modéstia à-parte, fui (e, quiçá, ainda sou no momento) um açoriano que chegou a Lisboa (A Bola) e que, em função da sua desenvoltura de índole jornalística, chamou a si aquela velha máxima: veni, vidi, vici! Sou por tudo o que tenho feito ao longo de 48 anos de atividade, uma figura do meu povo. Não me comparo, no entanto, a outros grandes vultos da literatura açoriana. Mas uma coisa é certa: cheguei ao patamar superior, para mim o mais importante. De resto, e virando agulhas, também não deixou de ser importante para a minha pessoa o enfileirar o grupo de colaboradores do Portal Splish Splash. E fui descoberto pelo administrador quando publiquei no Azores Digital um artigo relacionado com a morte de Lady Laura, mãe do Rei Roberto Carlos.
Agora vou mantendo regularmente a minha atividade, mas sem aquele stress de antigamente, o que é lícito compreender. Tenho o Splish Splash, o jornal A União (duas a três vezes por semana), a minha página no facebook (https://www.facebook.com/pages/Carlos-alberto-alves/232262150206223) e, de quando em vez, colaboro, aos sábados, com a VOZ DE PORTUGAL do meu amigo e conterrâneo Euclides Álvares que, inclusivamente, já me concedeu uma interessante entrevista para o Splish Splash. E, como diz o outro, chega! É para manter até 10 de março de 2014. A partir desse dia, vamos ver o que acontece.
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