Da nostalgia à tristeza




Por: Carlos Alberto Alves
jornalistaalves@bol.com.br

Domingo, logo pela manhã, e mantendo um velho hábito, sentei-me no sofá com a televisão sintonizada na GLOBO, para mais que tive conhecimento de que apresentaria uma reportagem sobre o falecido “Mané” Garrincha, o meu grande ídolo. Sempre disse, e ainda hoje mantenho essa afirmação, que o “homem das pernas tortas” foi mais jogador do que o Pelé. Discutível ou não, esta é a minha opinião e, como diz o velho ditado popular, daqui não saio daqui ninguém me tira. Foram momentos de nostalgia com as imagens passadas pela GLOBO. Seu “Mané Garrincha” ao seu melhor nível, até chegar ao momento em que foi vencido pelo álcool.

Na segunda-feira, veio a tristeza com a morte de Whitney Houston, uma das minhas cantoras preferidas. E não me causou admiração de espécie alguma que muitos fãs tenham chorado pela sua morte, de todo inesperada. Houston foi encontrada morta no banheiro do hotel onde se encontrava. Uma foto mostra uma bandeja com sanduíche de peru e jalapenos, um tipo de pimenta mexicana. Segundo o relato de pessoas de família, ela comeu o hambúrguer e a batata frita na mesa e que planeava comer o sanduíche de peru com jalapenos no banheiro, depois do banho. Esta a versão de familiares. Por outro lado, há quem diga que Whitney ingeriu álcool. Poderá ser mistério ou talvez não.

No espaço de 48 horas, da nostalgia à tristeza. Longe do meu pensamento que iria ser confrontado com o triste desaparecimento de Whitney Houston. O corpo da cantora foi levado de Los Angeles para Atlanta, nos Estados Unidos, em um jato particular de Tyler Perry, ator roteirista americano. Ele teria sido um dos primeiros a chegar ao hospital, após as notícias da morte de Houston.

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Tributo a Whitney Houston



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