ROBERTOLOGIA EM DESTAQUE

3/28/2011

O Rei foi esquecido?





Carlos Alberto Alves
Portal Splish Splash

A presença do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ao Brasil, motivou, neste país, uma enorme movimentação de políticos e, também, muita ansiedade por parte dos cidadãos comum que pretendia chegar até Obama, de acordo com uma programação que foi divulgada, mas que acabaria por ser alterada, facto que motivou uma enorme desilusão. Claro que muita gente gostaria de ver ao vivo o presidente do país mais poderoso do mundo. Eu, em tempos idos, ainda muito jovenzito, tive o privilégio de ver, bem perto de mim, o presidente Nixon, quando participou naquela cimeira realizada na ilha Terceira com o presidente da França e na qual Portugal foi apenas anfitrião, porque Marcelo Caetano foi, digamos, um “servidor” daqueles dois grandes estadistas.

Retornando a Obama, apresentou-se no Rio de Janeiro no Teatro Municipal, mas apenas para convidados, o que já era de prever. Para o povo foi muito fogo a anteceder a vinda, mas, depois, aconteceu a já referida mudança de programa. Mesmo assim, quem esteve na Gávea, na sede do Flamengo, ainda viu o presidente norte-americano, cuja visita não deu muita sorte dentro das quatro linhas, uma vez que o Fla não foi além de um empate com o limitado Cabofriense. Sempre levou uma camisa do Flamengo e óbvio que, para o clube, é histórica esta passagem.

Ainda no que concerne aos convidados para o Teatro Municipal do Rio de Janeiro, estiveram presentes alguns artistas brasileiros, entre eles Martinho da Villa. Porque Rei é Rei e a fama já ultrapassou os quatro cantos do mundo, só não percebemos o motivo porque Roberto Carlos não fez parte desses ilustres convidados? Ele até cantaria para Obama as Emoções vividas.


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