ROBERTOLOGIA EM DESTAQUE

Carlos Alberto Alves



SOBRE O AUTOR 

Carlos Alberto Alves da Silva, nasceu a 13 de outubro de 1943 em Corpo Santo, freguesia da Conceição, Angra do Heroísmo, Açores (Portugal) e conta atualmente com 55 anos de carreira.

Atividade desportiva:

Atleta do Sport Club Marítimo desde os principiantes aos seniores.

ANGOLA

Árbitro de futebol no período de 1965-1967. Dirigiu 187 jogos militares e jogos oficiais sob a égide da Associação de Futebol de Silva Porto (Bié) e Provincial de Futebol, tendo, em 21 de agosto de 1966, por ter sido considerado o árbitro do ano, dirigido o jogo Seleção do Bié – Associação Académica de Coimbra.

Também foi treinador dos juniores do Delta Clube de Camacupa – General Machado.

AÇORES 

Árbitro filiado no CA da Associação de Futebol de Angra do Heroísmo por duas épocas, após ter regressado de Angola em abril de 1967.

Após saída do CA da AFAH e também na qualidade árbitro, serviu o INATEl, onde também, posteriormente, fez parte do grupo comandado pelo professor Luís Carlos Couto em termos de organização interna dos campeonatos e taças do Inatel.

Também árbitro de handebol, basquetebol e futebol de salão (hoje futsal), no antigo Rink de Patinagem.

Na Associação dos Desportos de Angra do Heroísmo, da presidência de João Luís Pamplona dos Reis, foi o responsável pela nomeação dos árbitros na modalidade de basquetebol.

Coordenador do futebol infantil da Delegação dos Desportos de Angra do Heroísmo no ano de 1982. Nesse mesmo ano, representou a DDAH numa ação de futebol jovem que se realizou em Portalegre e onde participaram velhas glórias do futebol nacional também como monitores e coordenadores.

Foi monitor da DDAH na modalidade de futebol no Colégio de Santa Clara.

TREINADOR

No escalão de juvenis e escolas, algumas passagens pelo Sport Club Lusitânia e Sport Club Lusitânia e por três vezes, no escalão de juvenis, selecionador da Associação de Futebol de Angra do Heroísmo. Levou a Seleção da Terceira, como selecionador-treinador, a título de campeã no torneio realizado na Horta com as congéneres de São Miguel e Faial (A e B). A Terceira arrecadou todos os prémios em disputa, considerado um facto inédito.

Em 1976-77 treinador adjunto dos seniores do Sport Club Angrense ao lado do então capitão Fernando Lopes. No ano seguinte, e muito embora não tenha concluído a época, treinador principal do mesmo clube.

Por três épocas consecutivas foi treinador-adjunto do técnico Mário Nunes, quando o Lusitânia se iniciou nos campeonatos nacionais.

Treinador do Futebol Clube da Madalena em 1985-86

Treinador do Sporting Clube da Horta em 1986-87, tendo levado este clube a campeão de ilha e da Associação de Futebol da Horta. Vice-campeão açoriano na prova de acesso aos nacionais.

Em 2004 treinador do Futebol Clube dos Flamengos, assumindo também o cargo de treinador das escolas e diretor-técnico.

Treinador dos Veteranos do Sporting Clube da Horta, com uma digressão ao norte do país em 2004.

Na Delegação dos Desportos da Ilha do Pico foi coordenador-treinador do futebol infantil.

Na Terceira, secretário-técnico do Sport Club Angrense em 1992-93 quando o clube subiu ao escalão terciário do futebol nacional.

Secretário-técnico administrativo no Lusitânia, após a morte de Valdemar Bretão, nos anos de 1995-96-97-98.

JORNALISMO

Iniciou-se em março de 1964 no jornal Ecos do Marítimo. Mais tarde, quando o clube completou 50 anos, e sob a direção do falecido Luís Manuel Linhares Coelho (Airosa), fez um jornal alusivo à efeméride no qual também funcionou como diretor.

Em Angola, no Batalhão de Caçadores 471, lançou o jornal “Os Leopardos”, coordenando também a parte desportiva (1965-66).

Colaborou no jornal O Planalto de Nova Lisboa, como correspondente na Bela Vista onde se encontrava no Batalhão de Caçadores 471.

Foi colaborador dos jornais “O Angrense” e “O Lusitânia”. No jornal do Angrense, em 1977, fez um jornal com 26 páginas para a digressão ao Canadá e Estados Unidos. Também acompanhou o clube como recompensa do trabalho efetuado.

No jornal “O Lusitânia”, para além de colaborador, foi coordenador numa fase em que Fernando Pacheco Pereira não podia continuar.

No âmbito de jornais regionais, começou por A União e Diário Insular, tendo alternado por vezes.

No Diário insular foi o impulsionador da edição que se publica às segundas-feiras. Era então editor até ter saído para Coimbra. De Coimbra voltou para o Faial onde assumiu a coordenação da parte desportiva do Tribuna das Ilhas.

Em 1991, e quando se encontrava em A União, recebeu o convite para chefiar a redação do Jornal de Desporto, publicação em São Miguel (Impraçor), bi-semanário. Colaborou ainda, da empresa Impraçor, nos jornais Açoriano Oriental e Açores.

Da Direção Regional de Educação Física e Desporto, colaborou na Revista AçorSport.

Colaboração na Revista Açoriano Desportivo.

Colaboração na Revista Stadium que se publicava em Toronto-Canadá.

Colaborações de permuta com o DI, no jornal madeirense Diário de Notícias.

Colaboração no jornal Sul Desportivo que se publicou no Algarve.

Brochuras – Nas festividades de São Carlos sob a presidência de Luís Bretão e de homenagem a ex-atletas que moravam na zona de São Carlos.

Nos 75 anos da Associação de Futebol de Angra do Heroísmo (Jorge Silva presidente) de parceria com o CNID onde foi um dos preletores em Angra do Heroísmo e na sequência acompanhou as festividades do CNID em Lisboa, inclusive a homenagem que foi prestada no Teatro da Trindade aos “Magriços” de 1966.

Em representação do CNID, fez parte do júri que elegeu o clube que melhor organização apresentou nas suas contas e não só, acto que decorreu na sede da Direção Regional de Educação Física e Desporto, na pessoa do seu Diretor Regional, José Sá.

Fez parte de um grupo de preletores num colóquio organizado pela Associação de Futebol de Ponta Delgada, presidida por Abílio Tavares Batista.

Em termos de comunicação, foi preletor num curso de treinadores de Nivel I, organizado pela Associação de Futebol de Angra do Heroísmo, da presidência de Francisco Costa.

Dessa mesma Associação de Futebol de Angra do Heroísmo, da mesma presidência (FC) foi eleito Sócio Honorário.

Foi durante VINTE ANOS correspondente do jornal A Bola NOS AÇORES. Uma fase em que o desporto açoriano começou a ser conhecido fora de portas. Uma ponte significativa da minha carreira que já leva 55 anos.

Também SEIS ANOS ao serviço, como correspondente do grupo central dos Açores do jornal Record.

Uma colaboração esporádica no Jornal “O Jogo”

Já no Brasil, foi durante algum tempo colunista do Jornal A União.

Reportagens no exterior, nomeadamente, Estados Unidos (8 vezes), Canadá (5), Ilhas Canárias (2), Alemanha (2), Espanha (Mundial de 1982). Na Alemanha, na segunda vez, acompanhou a campioníssima Rosa Mota. E sobre a mesma, fiz parte da Comissão de Honra quando a Rosa Mota se deslocou à ilha Terceira a convite do Sport Club Lusitânia. 

BRASIL

Colaboração para o jornal A União até este fechar as suas portas.

Colaboração com o Azores Digital.

Desde 2010 escrevendo no luso-brasileiro Portal Splish Splash, mormente sobre o cantor Roberto Carlos, que já acompanhou em alguns shows e por duas vezes no Cruzeiro Emoções em Alto Mar.

Em 10 de julho de 2016, passou a ter um Blog generalista que tem alcançado absoluto êxito, onde não se esquece a ilha Terceira, nomeadamente. Um Blogue que conta com gente de muita qualidade literária e com um grafismo dos melhores que existe, da autoria do meu amigo Armindo Guimarães, administrador do Portal Luso Brasileiro Splish Splash e residente na cidade do Porto.

Foi o que, neste momento, dia 29 de maio de 2019, consegui recordar. Mas creio que está o principal. Acresce que, mesmo na atividade como árbitro, treinador e afins, sempre continuei escrevendo, o que significa, jornalisticamente falando, uma carreira ininterrupta.

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