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1/11/2020

Dezesseis novos polos das Rotas de Integração Nacional foram instalados em 2019


Número representa um terço do total de unidades criadas desde o início do programa, em 2014. Iniciativa coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento Regional já tem atuação em mais de 900 municípios

Brasília-DF, 10/1/2019 - O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) implementou 16 novos polos do Programa Rotas de Integração Nacional em 2019. O número representa mais de um terço de todas as unidades criadas desde o início da iniciativa, em 2014. As ações do último ano contemplaram o Distrito Federal e municípios em 11 estados – Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco e Piauí.

Ao todo, o programa tem 42 unidades instaladas por todas as regiões brasileiras. São dez tipos de Rotas em atuação: do Açaí; da Biodiversidade; do Cacau; do Cordeiro; da Economia Circular; da Fruticultura; do Leite; do Mel; do Peixe; e da Tecnologia da Informação e Comunicação. Os trabalhos acontecem efetivamente em mais de 900 municípios nas cinco regiões do País.

“As Rotas levam desenvolvimento às localidades que mais precisam e fomentam a integração regional, ao permitir que produtores de várias cidades próximas possam se unir para produzir mais e com mais qualidade, justamente aproveitando a vocação de cada lugar. São ações que fortalecem a cadeia produtiva e agregam valor aos produtos”, destaca o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto.

Novas localidades

No ano passado, foram iniciados os trabalhos do Polo Sertão Central e Vale Jaguaribe, da Rota do Leite, que congrega 17 municípios do Ceará. Outras duas unidades da Rota do Mel foram criadas: o Polo do Mel do Semiárido Piauiense, que reúne 10 cidades do Piauí, e a Rota do Mel Sertões de Crateús e Inhamuns, envolvendo 20 localidades no estado. Por sua vez, a Rota do Açaí ganhou um novo polo no Pará, o Marajó Floresta, que tem 12 municipalidades reunidas.

Duas novas unidades da Rota do Cordeiro foram inauguradas em 2019. No Ceará foi ativado o Polo Sertão do Inhamuns, reunindo seis cidades, enquanto o Polo dos Vales do Itaim e Canindé abrange 20 municípios do Piauí.

A Rota da Fruticultura também ganhou duas novas iniciativas. O Polo da Fruticultura Alagoana alcança todos os municípios do estado. Já o Polo da Fruticultura do Cariri e Centro-Sul Cearense reúne produtores de 27 municípios do Ceará e outro de Pernambuco.

Já na Rota da Biodiversidade foram implementadas três novas frentes de atuação. O Polo Biriba Mata Atlântica conta com produtores de dez municípios, sendo sete da Bahia e outros três do Espírito Santo. Já o Polo Aroeirinha abrange 19 cidades baianas, enquanto o Bioamazonas reúne profissionais de 13 localidades no Amazonas.

A Rota da Economia Circular, inaugurada no último ano, conta atualmente com dois núcleos. O Paraíba Circular reúne 74 municípios da unidade federativa, enquanto o EcoCircular RIDE DF conta com a participação de 29 cidades de Goiás, quatro de Minas Gerais e o Distrito Federal.

Também iniciada em 2019, a Rota da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) já conta com três polos. Dois deles, o Paraíba Digital e o Cerrado Circular, congregam as mesmas localidades da Rota da Economia Circular na Paraíba e no DF. Além deles, há outro instalado em Pernambuco, o Mangue Digital, que reúne iniciativas em 15 cidades do estado.

Fortalecimento da cadeia produtiva

As Rotas de Integração Nacional atuam com redes interligadas de arranjos produtivos locais (APLs) que promovem inovação, diferenciação, competitividade e lucratividade de empreendimentos associados. Isso ocorre a partir da coordenação de ações coletivas e iniciativas de agência de fomento. As Rotas seguem as diretrizes da Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR) e são parte das estratégias do MDR para a inclusão produtiva e o desenvolvimento de regiões.

Somente no ano de 2019, foram descentralizados 15 milhões para a execução de 20 projetos selecionados conforme critérios técnicos em parceria com empresas públicas como a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), universidades, institutos federais, secretarias de Estado, consórcios municipais, entre outros executores.

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