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19 de março de 2018

Luíza Boê faz show de lançamento de primeiro disco na Audio Rebel


Talento da MPB atual, cantora apresenta canções que misturam ritmos regionais e experimental

Acontece em 28 de março (quarta-feira), às 20h, na Audio Rebel, o lançamento do disco homônimo da cantora Luíza Boê. Depois de shows pelo Rio, a artista apresenta o trabalho autoral, um passeio sonoro por canções que têm, ao mesmo tempo, o frescor de estreante e a serenidade de uma compositora madura. O show terá participações especiais de Posada, Zébidart, e Gabriel Ventura e Hugo Noguchi, da Ventre. Os ingressos custam R$20 (antecipado) e R$30 (na hora). A classificação é de 16 anos.

A cantora e compositora Luíza Boê faz na Rebel um show especial, apresentando as canções que compõem o álbum homônimo. Após iniciar a trajetória com músicas autorais como “Cocoon”, “Cigana” e “Receita de Domingo”, ela mostra que a Música Popular Brasileira segue firme e forte, impulsionando o cenário musical do país mais do que nunca. Além da banda composta por Haroldo Eiras (guitarra), André Parada (baixo) e Miguel Travassos (bateria), ela conta com a participação dos integrantes da Ventre, Hugo Noguchi (baixo) e Gabriel Ventura (guitarra); Posada (voz) e Zébidart (guitarra).

Luiza Boe por Almir Vargas

O disco “Luíza Boê” é um passeio sonoro por canções autorais de ambientações diversas, em que se percebe a habilidade da compositora de unir densidade e leveza em suas músicas e letras; de transitar entre o tradicional e o contemporâneo. As músicas possuem arranjos que misturam ritmos regionais com sonoridades universais, trazendo um caráter experimental. Sob a assinatura de Hugo Noguchi e coproduzido pela própria cantora, a gravação do álbum foi feita de forma independente.

Luiza Boe por Almir Vargas 
 
Luíza Boê é mineira-capixaba, radicada no Rio de Janeiro e, assim como suas origens, é múltipla, podendo ir da serenidade à euforia em poucos versos e acordes. Suas influências vão de nomes clássicos da MPB como Maria Bethânia, Vinicius de Moraes e Caetano Veloso até recentes como Céu, Rodrigo Amarante e Otto.

Um dos locais mais movimentados na noite carioca, a Audio Rebel é a casa de show oficial da música e arte alternativa no Rio. Localizada na Zona Sul, o local reúne artistas internacionais e nacionais de diversos gêneros, organizando ensaios e gravando discos de cantores independentes. Por lá também funciona uma loja de instrumentos musicais e uma oficina de luthieria (confecção de instrumento de cordas). O espaço fica na Rua Visconde de Silva, 55, em Botafogo.

SERVIÇO:
Luíza Boê
Data: 28/03/2017 (quarta-feira)
Horário: 20h
Local: Audio Rebel
Endereço: Rua Visconde de Silva, 55 - Botafogo - Rio de Janeiro/RJ
Ingressos: R$20 (antecipado) e R$30 (na hora)
Venda antecipada: https://www.sympla.com.br/show-luiza-boe__249286
Classificação: 16 anos
Evento: https://www.facebook.com/events/1637106613048114
Capacidade da casa: 90 pessoas (lotação máxima)
Forma de pagamento: para o ingresso, apenas dinheiro; no bar, todos os cartões de crédito. Casa equipada com ar condicionado e wi-fi gratuito
Horário de funcionamento da bilheteria: todos os dias, de 13h às 21h

Luíza Boê une sutileza e peso em álbum de estreia
Álbum homônimo foi produzido por Hugo Noguchi (Ventre)

Arte de capa por Julia Paternostro (com foto de Arthur Dalla)

Com o frescor de uma estreante e a serenidade de uma compositora mais madura, Luíza Boê abre o coração em sua estreia musical. Em dez canções autorais, a mineira-capixaba radicada no Rio transita pela MPB de diversas eras e pelo indie, unindo densidade e leveza, trazendo a sensação de verdades que estavam guardadas há muito tempo. O álbum homônimo foi produzido por Hugo Noguchi (Ventre, SLVDR) e conta com participações especiais de Posada e Gabriel Ventura (Ventre). “Luíza Boê” está disponível nas plataformas de música digital.

Ouça “Luíza Boê”: https://milkdigital.lnk.to/LuizaBoe

“Esse disco, em sua pluralidade de junções cósmicas, é o reflexo de um grande resgate de mim mesma, da minha essência – é o que me compõe e me faz compor. Cada música, tão singular, como tudo que é feito pelas mãos de um artesão, recebeu um olhar diferente, um cuidado, uma ontologia que refletisse sua intenção de existência”, conta Luíza.

A cantora se coloca inteiramente nas faixas, desde o primeiro verso da primeira música. “Luíza Boê”, ouvido na íntegra, é um passeio sonoro por um dia completo. Ele começa numa manhã solar, ganha gradativamente tons noturnos e mais densos, até raiar a alvorada.

Essa sensação é fruto da diversidade de músicos convidados por Luíza para o álbum. Além da banda base formada por Miguel Travassos na bateria, André Parada no baixo e Haroldo Eiras na guitarra, que acompanham Luíza em sua trajetória musical desde outubro de 2016, “Luíza Boê” ainda conta com baixos do produtor Hugo Noguchi e de Thomaz Amadeo, com guitarras de ZéBidart, violão 7 cordas de Caetano Tropiano, bandolim de Gian Gomes, pandeiro de Jota Gomes, piano de Marina Dalla e violino de William Doyle, além dos já citados Gabriel Ventura e Posada. Tudo isso junto acaba tornando o disco um registro plural de diversas influências.

“Tocam, no disco, por exemplo, três baixistas e três guitarristas com estilos muito diferentes entre si e, para cada música, como numa alquimia, eu e Hugo íamos combinando o melhor de cada um para chegar à sonoridade que a música pedia. Fazíamos um convite para um espaço de criação, já intuindo que os músicos tinham a ver com a intenção da música. E na mix, o  Hugo brincou bastante com arranjos de pans, modulação, camadas de voz”, explica Luíza.

Para ela, cantar e compor se complementam e a fazem inteira, por isso, seu caminho na música é, antes de tudo, um caminho para dentro de si – é onde sua essência criativa se expressa com habilidade e espontaneidade. A capa do álbum, feita pela artista Julia Paternostro, com foto de Arthur Dalla, reflete em imagens o universo de Luíza, ao trazer diversas referências à própria história da compositora.

“As montanhas de Minas e os colibris capixabas encenam as duas terras de que sou feita, os dois lugares em que cresci. Tenho terra e mar em mim e isso é a minha história. A lua é uma madrepérola, representando o feminino e a cura inerente ao processo de composição. A flor de café, dentro do disco, é um elemento da minha infância no cafezal do meu pai”, conta ela.

“Luíza Boê” já está disponível nas principais plataformas de música digital via Milk Digital, e o show de lançamento acontece dia 28 de março, na Audio Rebel, no Rio de Janeiro.

Ouça: https://milkdigital.lnk.to/LuizaBoe

FICHA TÉCNICA
Produzido por Hugo Noguchi
Coproduzido por Luíza Boê
Pré produzido por Hugo Noguchi, Luíza Boê e Miguel Travassos
Arranjado colaborativamente por Luíza Boê e músicos participantes
Gravado por Hugo Noguchi, no Studio Verde e no Estúdio Esplêndido, Rio de Janeiro/RJ. Voz de Receita de Domingo gravada por Pedro Tambellini no
Casebre Estúdio, Rio de Janeiro/RJ.
Mixado por Hugo Noguchi
Masterizado por Rafael Laurenti
Alba Maria Fraga Bittencourt

Sobre a autora

Alba Bittencourt - Doutorada em Robertologia Aplicada e Ciências Afins. Redatora do Portal Splish Splash e Administradora/Redatora do site oficial da Confraria Cultural Brasil-Portugal. Leia Mais sobre a autora...

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